quarta-feira, 13 de junho de 2007

História do Acre - Resumo de Livro

MEIRA, Silvio Augusto de Bastos. A epopéia do Acre: batalha do outro negro. 2° ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1974.

- O livro foi editado pela Comissão Nacional do nascimento do Centenário de Plácido. Decreto Federal n° 71.355, de 10 de novembro de 1972. Cria a comissão nacional para coordenar as comemorações. O presidente era G. Médice. O ministro da Cultura era Jarbas Passarinho. A comissão foi composta por ilustres nomes como os de Leandro Tocantins, Arthur César Ferreira Reis, etc.
“Ao lado da verdade histórica há sempre um pouco de ficção, com que o autor procurou reconstituir episódios e cenários” p. 1.
“Poucos compreenderão o quanto tem de horrível um situação como aquela em que me encontrei: cada dia que passa é um ato de existência que se nos rouba” Plácido de Castro (apud p. 2).
“Que o Brasil de hoje tribute a sua memória ( a de Plácido de Castro), as homenagens a que faz jus, por tanto PATRIOTISMO e desprendimento!” p. 2.
“Corre o ano de 1877... Belém do Grão-Pará... começa a apresentar aspectos novos, com o extraordinário movimento comercial decorrente da exportação da borracha para o exterior. Novas construções, de grande porte surgem por todos os lados. Novos bairros aparecem, com artérias largas, e casas de dois, três e quatro provimentos, construído de pedra e cal. Azulejos portugueses, nas fachadas, dão-lhes fisionomia diferente” p. 3.
“Gente de todos os países do mundo busca a região fabulosa do outro-negro, que ora domina os mercados internacionais” p. 3.
“É o progresso que chega e como ele todos os confortos e desventuras da civilização...” p. 4.
“O porto (Belém), outrora sem movimento, agita-se com a chegada permanente de navios de todos os lados que buscam o rio amazonas. Transatlânticos vindos de Liverpool, Amsterdã, Nova York, Lisboa, Havre e numerosas outras cidades marítimas de todo o mundo, trazem a CIVILIZAÇÃO ara aquelas terras virgens e levam em troca a borracha” p. 4.
“Quase todos os dias chegam navios dos portos nordestinos, especialmente do Ceará, Rio Grande do no Norte e Pernambuco a transportar milhares de homens, mulheres e crianças, quais desesperados, acossados pela seca nunca vista, que abrasa os sertões em 1877...” p. 4.
“... tudo aquilo representa um drama de uma raça forte e sofredora; é o povo do nordeste brasileiro que emigra e se transfere em massa para as verdejantes e úmidas plagas da hiléia amazônica. Até quando durará aquele peregrinar macabro?” p. 4.
“... barcos grandes e pequenos surgem atraídos pelo ouro que circula como sangue pelas veias do imenso vale...” p. 5.
“Paira no ar uma alegria contagiante, um ambiente de festa, provocado pela fortuna, pelo dinheiro fácil, pela abundância que a sorte faz despejar sobre a região... Bebe-se e joga-se num delírio nunca visto, como se a fartura não acabasse nunca. Conta-se mesmo que alguns seringueiros acendem cigarros e charutos queimando notas de 500 mil réis...” p. 5.
“... há um vaivém constante de gente de todas as procedências” p. 5.
“Em toda parte há fartura de progresso” p. 6.
“Os aviadores enriquecem rapidamente” p. 6.
“Cada seringueira que encontram é uma fonte de ouro a pingar, dia e noite, em pequeninas metrópoles européias. Estrangeiros vindos de todos os recantos do globo procuravam o rio-mar, em busca de riquezas” p. 8.
“... o que chegar primeiro é praticamente o dono da terra, aquele que terá preferência na sua exploração, apoiado pelos rifles que possui e pelas facas afiadas dos nordestinos aos seus serviços” p. 8.
- Para saber sobre a origem do nome Acre, ler página 09.
“E assim surgiu para a História o nome Acre... o rio que dava acesso a um novo mundo de riquezas incalculáveis, perdidas outrora nas florestas povoadas de índios” p. 10.
“Quando João Gabriel chegou ao Aquirí em 1877, em toda a extensão do curso fluvial viviam apenas indígenas... pouco a pouco os selvagens viram a sua terra devassada por nordestinos...” p. 10.

CAP 2 – A Expedição Paravicini p. 13.
“... os bolivianos... não dispunham mesmo de condições físicas capazes de enfrentar, com resistência e pertinácia, a paulama rude e as águas torrenciais” p. 13.
“Quando teve início o século XX, estava já todo o rio Acre povoado, ocupado, em grande parte explorado, com numerosos estabelecimentos em todo o seu curso” p. 13.
“Os novos donos da terra (referindo-se ao branco)” p. 13.
Na época do Tratado de Ayacucho (1967), “... poucos homens civilizados haviam até então penetrado em tão longínquas e inóspitas paragens” p.15.
“A produção aumentava todos os anos, proporcionando lucros fabulosos aos seringalistas e intermediários” p. 15.
- Com a Linha Cunha-Gomes: “... todos os nordestinos localizados no ri Acre e adjacências estariam pisando em solo estrangeiro, explorando terra estrangeira, devassando áreas estrangeiras. Haviam ultrapassado os horizontes da pátria...” p. 16.
“Os seringueiros e seringalistas sentem na carne o peso da voracidade fiscal. Todos os navios que zarpam dos seringais com destinos a Manaus e Belém devem deixar gordas quantias em poder dos arrecadadores de impostos... tributos que oscilam desde a 15 a 40%, onerando e esmagando a economia regional” p. 16.
- JAN/ABRIL de 1899: Paravicine atua arrecadando tributos para a Bolívia na região.
OBS: a causa maior que unia os moradores do Acre não era o patriotismo, mas a seringueira.

CAP. 3 – Pátria e Liberdade (p. 19).
- Galvez: “... atraído talvez pela fama que se espalhara por todos os países de que na Amazônia enriquecia-se com facilidade, Luiz Galvez, como tantos outros, passou algum tempo no Rio de Janeiro e surgiu em Belém, em busca de novas aventuras. Trabalhava e Belém na imprensa. Prestava serviço como poliglota” -. 19.
- Galvez tomou conhecimento do Sindicato por ter traduzido o dito documento do espanhol para o inglês a pedido do governo boliviano.
“O governo do Brasil não respondeu aos nossos PATRIÓTICOS alarmes; a pátria, a nossa estremecida mãe, personificada em grupo de valentes e caritativos irmãos, respondeu sem precisar de nosso apelo... Se não aceitares a independência, continuaremos a sofrer as humilhações que nos impõe uma nação estrangeira...” Galvez, apud p. 27.
OBS: eram tão brasileiros que preferiram se apartar da pátria, em vez de voltarem para sua terra natal e deixar o ouro dos outros.
“Os rebeldes queriam ser brasileiros, ou melhor, habitar em terras que consideravam brasileiros. Desamparados pelo seu próprio governo e na iminência de se tornarem BOLIVIANOS, preferiam o caminho da libertação, do separatismo, da independência total” p. 29.

CAP. 4 – Nasce uma nova República (p.31).
- Seringalistas que se opuseram a Galvez: Neutel Maia (Seringal Empresa); Leite Barbosa (seringal Humaitá); Rocha Neves (Xapuri), Odorico de Carvalho e outros.
- Tão somente depois que Galvez interferiu na política tarifária os seringalistas se lembram da nacionalidade de Galvez e passaram a resisti-lo devido ser espanhol. Os maiores seringalistas de Xapuri eram ligados aos Bolivianos. (cf.: p. 31).
“Galvez baixa ato criando o tributo de 10%, a ser arrecadado para os cofres do Estado” p. 31.
“... cada governo queria cobrar o que lhe fosse devido. A Bolívia julgava-se no direito de cobrar 18%; o Brasil, 22%. Os 10% instituídos por Galvez viriam onerar os orçamentos dos produtores e aviadores...” p. 32.
“De todas as forças contrárias a que mais afetava o governo de Galvez era a recusa ao pagamento dos tributos” p. 32.
“Galvez procurando reagir contra as firmas aviadores, baixa ato proibindo a exportação da borracha, enquanto não concordassem em pagar ao governo o novo tributo de 10%” p. 32.
- Para os seringalistas que queriam escoar sua produção, só haveria uma saída: “depor Galvez!” p. 33.
“O objetivo maior era as rendas, os impostos!” p. 34.
- Souza Braga (ficou do lado dos acreanos) x Ladislau Ibarra ( ficou do lado dos bolivianos).

CAP. 5 – A intervenção brasileira (p.39).
“... Galvez, ex-diplomata e cidadão do mundo” p. 39.
- Raimundo Vale foi nomeado por Campos Sales Cônsul do Brasil no Acre, prova de que o Acre era realmente não-brasileiro.
“Evitar que o Acre seja para a marinha, o que canudos foi para o exército” p. 41.

CAP. 6. As primeiras refregas (p. 45).

“Diversas expedições armadas foram organizadas durante os anos de 1899 a 1900” p. 45.
“A 25 de outubro de 1899 partia de La Paz, nos altiplanos andinos, uma expedição de 300 homens armados, sob o comando do delegado nacional D. André Muños. Habituados à vida nas montanhas, os soldados bolivianos encontravam muitos obstáculos a vencer até atingir a região do Acre, alcançando Capatará a 22 de agosto de 1900” p. 45.
“Outra expedição partiu de Cochabamba no mês de maio de 1900, sob o comando de Luiz Velasco, Vice-Presidente da República da Bolívia” p. 45.
“Uma terceira expedição guerreira, sob a direção do próprio Ministro de Guerra, coronel Ismael Montes, saiu de La Paz o dia 14 de julho de 1900, com cerca de 300 soldados... a oferecer luta aos bravos seringueiros cearenses, defensores de um patrimônio que haviam criado pelo seu trabalho e tenacidade” p. 45.
“... Estava o Acre ocupado por três expedições bolivianas fortemente armadas” p. 46.
- No seringal Bagaço, Gentil Norberto e vários seringueiros prenderam o Vice-Presidente e o Ministro de Guerra.
- No seringal Riozinho, os brasileiros foram derrotados.
“Todos lutavam em defesa dos seringais produtores do outro negro” p. 47.
- 23 de julho de 1900: Raimundo Junior passou o cargo a Silvério Nery.
“Uma onda de solidariedade aos acreanos varreu todo o país, do sul ao norte... a sorte daqueles milhares de nordestinos interessava agora a toda a nacionalidade brasileira... Deixara de ser um caso local para transformar-se num episódio que preocupava a toda a nacionalidade. Ninguém poderia ficar indifierente à sorte daqueles seres humanos que lutavam por uma PÁTRIA que estava em seu coração, e cujo governo os abandonava na hora do infortúnio” p. 47.
- A Província do Amazonas foi fundada em 5 de setembro de 1850.
“A produção crescia pela penetração nordestina nos seringais do Acre” p. 48.
“As populações extasiadas de AMBIÇÃO, defendiam o seu PATRIMÔNIO” p. 48.

CAP. 7 – A Expedição Floriano (p. 53).
- Os poetas ROUBARAM o barco Alonso dos bolivianos.
- Rodrigo de Carvalho foi aclamado presidente do Estado Independente do Acre. A proclamação se deu antes de terem chegado ao Acre.
“No seringal Volta Empresa os brasileiros organizaram um batalhão... era seu comandante Alexandrino José da Silva, cearense rude, porém bravo, muito temido por ATROCIDADES que cometera, inclusive, o FUZILAMENTO de um jovem oficial boliviano... que recusava dar VIVAS ao Acre Independente!” p. 55.
“Todo o rio Acre estava de pé de guerra” p. 55.
- Os poetas, “... não dispunham de nenhuma instrução militar, vinham guiados pelo entusiasmo patriótico, muito embora dispusessem de dois barcos, um canhão, metralhadoras, rifles e muita munição” p.55.
- O canhão era da força pública do Amazonas.
- Situação deplorável dos bolivianos no Acre (ler p. 56-57).
- A falta de unidade entre os revolucionários era grande, “... as divergências sempre surgiam, a toda hora, por falta de unidade de comando” p. 57.
“... fuzilamento de parte a parte, crescia a violência e o ímpeto nos ataques, contra-ataques e vinditas[1]...” p. 58.

CAP. 8 – Um Sindicato Internacional (p. 59)
- Quem deu a idéia foi o embaixador boliviano que estava em Londres Félix Aramayo. O presidente Pando aceitou.
CAP. 9 – Um Caudilho prega a Revolução (p. 65)
“Só uma alma de eleito poderia enfrentar tão cruel situação criada pelas derrotas anteriores e unificar aquele povo que, embora com uma só aspiração, possuir muitos líderes que não se entendiam” p. 65.
- BioGrafia do Caudilho (ler p. 65).
“A revolta da Marinha contra Floriano Peixoto repercutiu na Escola Militar um Manifesto, cujos alunos fizeram correr um manifesto de solidariedade a Floriano. Plácido recusou-se a assinar. A Escola foi fechada. Generalizou-se a agitação. Plácido ficou preso no 13° Batalhão de Infantaria, sendo posteriormente transferido para o corpo de transporte em Bajé, e finalmente para outra guarnição na região do Rio Negro” p. 65.
“Punido que fora com a recusa em assinar o Manifesto da Escola Militar, voltara a tropa como simples soldado, mas em pouco tempo, sob o comando dos generais revolucionários Pina e Joca Tavares, conseguiu promoções rápidas por atos de bravura, chegando ao posto de Major, com apenas 21 anos” p. 67.
- Plácido de Castro lutou “... ao lado dos FEDERALISTAS contra os FLORIANISTAS” p. 66.
“Terminada a campanha federalista e anistiado os REVOLUCIONÁRIOS, muito embora Plácido houvesse conquistado o posto de Major, preferiu abandonar a vida das armas e recolher-se as atividades particulares na terra natal” p. 66.
“No Acre, dedicava-se Plácido de Castro a trabalhos profissionais de demarcação de seringais” p. 66. (Ou seja, trabalhava para os seringalistas”.


TRIUNVIRADO (Rodrigo de Carvalho+Orlando Lopes+Gentil Norberto): convidou Plácido para dirigir uma nova revolta.
- Condições impostas por Plácido de Castro:
1) Nenhuma interferência de Silvério Neri;
2) Formação de uma junta revolucionária que se dissolveria no início da guerra;
3) Quem faltasse com os compromissos assumidos seriam sumariamente fuzilados.
“... Só no ano de 1901 conseguira uma renda aduaneira 1.933:961$00 conto de réis, o equivalente a mais de 1 milhão de bolivianos...” p. 67.

CAP. 10 – Assalto a Xapuri (p.71)
“O avanço nordestino em busca de seringais nativos suplantou o poderio indígena” p. 73.
CAP 11 – A Marcha da Libertação (p. 77)
“Puerto Alonso possuía destacamento de cerca de duzentos e quarenta bolivianos bem treinados e entrincheirados” p. 79.
“No seringal liberdade um jovem nordestino mais conhecido por Doutor Antoninho, era a única nota discrepante, Irrequieto, indisciplinado, semi-letrado, procurava incutir no espírito daqueles homens rudes, idéias dissolventes, que prejudicavam a ordem e à disciplina do exército”. P. 79.
“No mês de setembro de 1902, podia Plácido de Castro contar com maior número de soldados: batalhão Nosso Destino – 150 homens; batalhão Pelotas – 100 homens; batalhão Acreano – 300; batalhão Xapuri – 300. Era já um exército aguerrido, com 850 soldados, comandados por oficiais, cada qual com a sua patente própria, sob a direção geral de José Plácido de Castro” p. 81.
“Recebera um auxílio de 26.000 tiros... cada um devia dispor de 60 tiros” p. 80.
“A indisciplina era grande e para contê-la fora necessário usar de violência contra seus irmãos brasileiros” p. 81.

CAP. 12 – A Luta de Plácido de Castro (p. 83)
“As tropas de Rosendo Rosas também crescia em número. Recebendo um reforço de mais de 340 homens que, somados aos 500 existentes em Abunã, perfaziam um total de 840 soldados bem armados” p. 83.
- SERINGUEIROS, “Os proprietários concediam-lhes quitação de suas contas, permitindo assim que pudessem pegar em armas” p. 83.
- Lutavam não por questões de nacionalidade, pois muitos ficaram a favor da Bolívia, no entanto, ambos defendiam o Grande Capital.
“Dispunha agora Plácido de um verdadeiro exército vindo de todos os pontos do rio Acre, exército ao qual não faltava nada: soldados, armamentos, munições, fardamento, médicos, enfermeiros, rancho, tudo bem disciplinado, distribuído em batalhões PATRIÓTICO” p. 84.
“No dia 11 de outubro... os acreanos aprisionam Antônio Português... Antônio é sumariamente fuzilado” p. 86.

CAP. 13 – Outros Combates (p. 91)
- No Igarapé Bahia a coluna boliviana PORVENIR, derrota os acreanos.
- Sobre o Plácido e o exército: “... coordenar forças dispersas, arregimentar milhares de homens, porquanto as forças sob o seu comando em todo o Acre já ultrapassava de muito a casa dos mil...” p. 93.
“O Acre não era mais uma força dispersa e heterogênea” p. 93.
“Naquele dezembro de 1902, quase todo o Acre estava debaixo da autoridade do caudilho” p. 96.
“El Acre nominalmente es de Bolivia; pero materialmente es de Brasil” Lino Romero (apud, 96).

CAP. 14 – Ataque a Puerto Alonso (p. 99).
- Independência 400 homens; Liberdade 360 homens; Acreano 360 homens e Franco Atirador 350 homens (cf.: 100).
- Corte da corrente (ler página 104). Foi supervisionado pelo “... italiano Ernesto Aosta, integrante das forças revolucionárias, orienta a operação” p. 104.
CAP. 15 – A Rendição de Puerto Alonso (p. 107).

CAP. 16 – Os Louros da Vitória (p. 111).
“Em La Paz o governo boliviano toma uma iniciativa suprema de conseqüências imprevisíveis: organiza-se uma expedição militar de grandes proporções, sob o comando do próprio Presidente da República...” p. 111.
- Plácido de Castro dispunha, a essa altura de “... cerca de 2000 acreanos bem armados e treinados” p. 115.
“Mais alguns dias ou horas e o exército boliviano se entregará vencido ao grande caudilho. Será a maior das vitórias com o aprisionamento do próprio presidente da República boliviana” p. 115.
“Forças do exército brasileiro (3.000 homens) foram enviados ara ocupar essa região litigiosa...” p. 116.

CAP. 17 – O Barão de Rio Branco e o Tratado de Petrópolis ( p. 123).


BIBLIOGRAFIA
Pimentel Gomes. A conquista do Acre. São Paulo: Melhoramentos.
Lopes Gonçalves. A fronteira Brasíl-Bolívia pelo Amazônas. Lisboa: livraria cultural, 1901.
Napoleão Ribeiro. O Acre e os seus Heróis. 1930.

[1] Punição permitida.

Um comentário:

nELSÖN! disse...

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