<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302</id><updated>2012-02-17T07:40:35.034-08:00</updated><category term='acre'/><title type='text'>História do Acre, do Brasil e o Mundo.</title><subtitle type='html'>Blog sobre História do Acre.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>607</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3430182628330666207</id><published>2012-02-17T07:29:00.003-08:00</published><updated>2012-02-17T07:40:35.040-08:00</updated><title type='text'>PARA OS PARLAMENTARES BRASILEIROS LARGAREM a PRATICA DA CORRUPÇÃO LEGALIZADA</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Lei de Reforma do Congresso de 2012 (emenda da Constituição do Brasil):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. O congressista receberá salário somente durante o mandato. E não terá direito à aposentadoria diferenciada em decorrência do mandato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. O Congresso contribui para o INSS. Todo o fundo (passado, presente e futuro) atual no fundo de aposentadoria do Congresso passará para o&lt;br /&gt;
regime do INSS imediatamente. O Congressista participa dos benefícios dentro do regime do INSS exatamente como todos os outros brasileiros. O fundo de aposentadoria não pode ser usado para qualquer outra finalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. O congressista deve pagar para seu plano de aposentadoria, assim como todos os brasileiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. O Congresso deixa de votar seu próprio aumento de salário, que será objeto de plebiscito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. O congressista perde seu seguro atual de saúde e participa do mesmo sistema de saúde como o povo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6. O congressista está sujeito às mesmas leis que o povo brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7. Servir no Congresso é uma honra, não uma carreira. Parlamentares devem servir os seus termos (não mais de 2), depois ir para casa e&amp;nbsp;procurar emprego. Ex-congressista não pode ser um lobista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8. Todos os votos serão obrigatoriamente abertos, permitindo que os eleitores fiscalizem o real desempenho dos congressistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A hora para esta emenda na Constituição é AGORA.&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3430182628330666207?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3430182628330666207/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3430182628330666207' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3430182628330666207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3430182628330666207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/02/para-os-politicos-brasileiros-largarem.html' title='PARA OS PARLAMENTARES BRASILEIROS LARGAREM a PRATICA DA CORRUPÇÃO LEGALIZADA'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-5980455736030785617</id><published>2012-02-12T19:47:00.001-08:00</published><updated>2012-02-12T19:47:21.583-08:00</updated><title type='text'>Raízes históricas da teologia da prosperidade</title><content type='html'>&lt;div id="texto"&gt;Alderi Souza de Matos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img align="right" alt="" border="0" class="imagemdireita" height="192" src="http://www.ultimato.com.br/image/revistas/ult_313/home-46.jpg" width="128" /&gt;O evangelicalismo brasileiro apresenta características apreciáveis e preocupantes. Entre estas últimas está o gosto por novidades. Líderes e fiéis sentem que, para manter o interesse pelas coisas de Deus, é preciso que de tempos em tempos surja um ensino novo, uma nova ênfase ou experiência. Geralmente tais inovações têm sua origem nos Estados Unidos. Assim como outros países, o Brasil é um importador e consumidor de bens materiais e culturais norte-americanos. Isso ocorre também na área religiosa. Um movimento de origem americana que tem tido enorme receptividade no meio evangélico brasileiro desde os anos 80 é a chamada teologia da prosperidade. Também é conhecida como “confissão positiva”, “palavra da fé”, “movimento da fé” e “evangelho da saúde e da prosperidade”. A história das origens desse ensino revela aspectos questionáveis que devem servir de alerta para os que estão fascinados com ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao contrário do que muitos imaginam, as idéias básicas da confissão positiva não surgiram no pentecostalismo, e sim em algumas seitas sincréticas da Nova Inglaterra, no início do século 20. Todavia, por causa de algumas afinidades com a cosmovisão pentecostal, como a crença em profecias, revelações e visões, foi em círculos pentecostais e carismáticos que a confissão positiva teve maior acolhida, tanto nos Estados Unidos como no Brasil. A história de seus dois grandes paladinos irá elucidar as raízes dessa teologia popular e mostrar por que ela é danosa para a integridade do evangelho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Essek W. Kenyon, o pioneiro&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Embora os adeptos da teologia da prosperidade considerem Kenneth Hagin o pai desse movimento, pesquisas cuidadosas feitas por vários estudiosos, como D. R. McConnell, demonstraram conclusivamente que o verdadeiro originador da confissão positiva foi Essek William Kenyon (1867-1948). Esse evangelista de origem metodista nasceu no condado de Saratoga, Estado de Nova York, e se converteu na adolescência. Em 1892 mudou-se para Boston, onde estudou no Emerson College, conhecido por ser um centro do chamado movimento “transcendental” ou “metafísico”, que deu origem a várias seitas de orientação duvidosa. Uma das influências recebidas e reconhecidas por Kenyon nessa época foi a de Mary Baker Eddy, fundadora da Ciência Cristã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Kenyon iniciou o Instituto Bíblico Betel, que dirigiu até 1923. Transferiu-se então para a Califórnia, onde fez inúmeras campanhas evangelísticas. Pregou diversas vezes no célebre Templo Angelus, em Los Angeles, da evangelista Aimee Semple McPherson, fundadora da Igreja do Evangelho Quadrangular. Pastoreou igrejas batistas independentes em Pasadena e Seattle e foi um pioneiro do evangelismo pelo rádio, com sua “Igreja do Ar”. As transcrições gravadas de seus programas serviram de base para muitos de seus escritos. Cunhou muitas expressões populares do movimento da fé, como “O que eu confesso, eu possuo”. Antes de morrer, em 1948, encarregou a filha Ruth de dar continuidade ao seu ministério e publicar seus escritos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quais eram as crenças dos tais grupos metafísicos? Eles ensinavam que a verdadeira realidade está além do âmbito físico. A esfera do espírito não só é superior ao mundo físico, mas controla cada um dos seus aspectos. Mais ainda, a mente humana pode controlar a esfera espiritual. Portanto, o ser humano tem a capacidade inata de controlar o mundo material por meio de sua influência sobre o espiritual, principalmente no que diz respeito à cura de enfermidades. Kenyon acreditava que essas idéias não somente eram compatíveis com o cristianismo, mas podiam aperfeiçoar a espiritualidade cristã tradicional. Mediante o uso correto da mente, o crente poderia reivindicar os plenos benefícios da salvação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Kenneth Hagin, o divulgador&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
O grande divulgador dos ensinos de Kenyon, a ponto de ser considerado o pai do movimento da fé, foi Kenneth Erwin Hagin (1917-2003). Ele nasceu em McKinney, Texas, com um sério problema cardíaco. Teve uma infância difícil, principalmente depois dos 6 anos, quando o pai abandonou a família. Pouco antes de completar 16 anos sua saúde piorou e ele ficou confinado a uma cama. Teve então algumas experiências marcantes. Após três visitas ao inferno e ao céu, converteu-se a Cristo. Refletindo sobre Marcos 11.23-24, chegou à conclusão de que era necessário crer, declarar verbalmente a fé e agir como se já tivesse recebido a bênção (“creia no seu coração, decrete com a boca e será seu”). Pouco depois, obteve a cura de sua enfermidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1934 Hagin começou seu ministério como pregador batista e três anos depois se associou aos pentecostais. Recebeu o batismo com o Espírito Santo e falou em línguas. No mesmo ano foi licenciado como pastor das Assembléias de Deus e pastoreou várias igrejas no Texas. Em 1949 começou a envolver-se com pregadores independentes de cura divina e em 1962 fundou seu próprio ministério. Finalmente, em 1966 fez da cidade de Tulsa, em Oklahoma, a sede de suas atividades. Ao longo dos anos, o Seminário Radiofônico da Fé, a Escola Bíblica por Correspondência Rhema, o Centro de Treinamento Bíblico Rhema e a revista “Word of Faith” (Palavra da Fé) alcançaram um imenso número de pessoas. Outros recursos utilizados foram fitas cassete e mais de cem livros e panfletos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hagin dizia ter recebido a unção divina para ser mestre e profeta. Em seu fascínio pelo sobrenatural, alegou ter tido oito visões de Jesus Cristo nos anos 50, bem como diversas outras experiências fora do corpo. Segundo ele, seus ensinos lhe foram transmitidos diretamente pelo próprio Deus mediante revelações especiais. Todavia, ficou comprovado posteriormente que ele se inspirou grandemente em Kenyon, a ponto de copiar, quase palavra por palavra, livros inteiros desse antecessor. Em uma tese de mestrado na Universidade Oral Roberts, D. R. McConnell demonstrou que muito do que Hagin afirmou ter recebido de Deus não passava de plágio dos escritos de Kenyon. A explicação bastante suspeita dada por Hagin é que o Espírito Santo havia revelado as mesmas coisas aos dois. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Reflexos no Brasil&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Os ensinos de Hagin influenciaram um grande número de pregadores norte-americanos, a começar de Kenneth Copeland, seu herdeiro presuntivo. Outros seguidores seus foram Benny Hinn, Frederick Price, John Avanzini, Robert Tilton, Marilyn Hickey, Charles Capps, Hobart Freeman, Jerry Savelle e Paul (David) Yonggi Cho, entre outros. Em 1979, Doyle Harrison, genro de Hagin, fundou a Convenção Internacional de Igrejas e Ministros da Fé, uma virtual denominação. Nos anos 80, os ensinos da confissão positiva e do evangelho da prosperidade chegaram ao Brasil. Um dos primeiros a difundi-lo foi Rex Humbard. Marilyn Hickey, John Avanzini e Benny Hinn participaram de conferências promovidas pela Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno (Adhonep). Outros visitantes foram Robert Tilton e Dave Robertson. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entre as primeiras manifestações do movimento estavam a Igreja do Verbo da Vida e o Seminário Verbo da Vida (Guarulhos), a Comunidade Rema (Morro Grande) e a Igreja Verbo Vivo (Belo Horizonte). Alguns líderes que abraçaram essa teologia foram Jorge Tadeu, das Igrejas Maná (Portugal); Cássio Colombo (“tio Cássio”), do Ministério Cristo Salva, em São Paulo; o “apóstolo” Miguel Ângelo da Silva Ferreira, da Igreja Evangélica Cristo Vive, no Rio de Janeiro, e R. R. Soares, responsável pela publicação da maior parte dos livros de Hagin no Brasil. Talvez a figura mais destacada dos primeiros tempos tenha sido a pastora Valnice Milhomens, líder do Ministério Palavra da Fé, que conheceu os ensinos da confissão positiva na África do Sul. As igrejas brasileiras sofreram o impacto de uma avalanche de livros, fitas e apostilas sobre confissão positiva. Ricardo Gondim observou em 1993: “Com livros extremamente simples, [Hagin] conseguiu influenciar os rumos da igreja no Brasil mais do que qualquer outro líder religioso nos últimos tempos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Conclusão&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
Além de apresentar ensinos questionáveis sobre a fé, a oração e as prioridades da vida cristã, e de relativizar a importância das Escrituras por meio de novas revelações, a teologia da prosperidade, através dos escritos de seus expoentes, apresenta outras ênfases preocupantes no seu entendimento de Deus, de Jesus Cristo, do ser humano e da salvação. A partir dos anos 80, várias denominações pentecostais norte-americanas se posicionaram oficialmente contra os excessos desse movimento (Assembléias de Deus, Evangelho Quadrangular e Igreja de Deus). Autores como Charles Farah, Gordon Fee, D. R. McConnell e Hank Hanegraaff, todos simpatizantes do movimento carismático, escreveram obras contestando a confissão positiva e suas implicações. Eles destacaram como, embora essa teologia pareça uma maneira empolgante de encarar a Bíblia, ela se distancia em pontos cruciais da fé cristã histórica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, três obras significativas publicadas em 1993 -- “O Evangelho da Prosperidade”, de Alan B. Pieratt; “O Evangelho da Nova Era”, de Ricardo Gondim; e “Supercrentes”, de Paulo Romeiro -- alertaram solenemente as igrejas evangélicas para esses perigos. Tristemente, vários grupos, principalmente os que têm maior visibilidade na mídia, estão cada vez mais comprometidos com essa teologia desconhecida da maior parte da história da igreja. Ao defenderem e legitimarem os valores da sociedade secular (riqueza, poder e sucesso), e ao oferecerem às pessoas o que elas ambicionam, e não o que realmente necessitam aos olhos de Deus, tais igrejas crescem de maneira impressionante, mas perdem grande oportunidade de produzir um impacto salutar e transformador na sociedade brasileira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• &lt;strong&gt;Alderi Souza de Matos&lt;/strong&gt; é doutor em história da igreja pela Universidade de Boston e historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. É autor de &lt;a class="link" href="http://www.ultimato.com.br/loja/produtos/a-caminhada-crista-na-historia" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;A Caminhada Cristã na História&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; e "Os Pioneiros Presbiterianos do Brasil". &lt;br /&gt;
&lt;a class="link" href="mailto:asdm@mackenzie.com.br"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;asdm@mackenzie.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-5980455736030785617?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/5980455736030785617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=5980455736030785617' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5980455736030785617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5980455736030785617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/02/raizes-historicas-da-teologia-da.html' title='Raízes históricas da teologia da prosperidade'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3238474065410022494</id><published>2012-02-10T21:13:00.000-08:00</published><updated>2012-02-10T21:13:53.929-08:00</updated><title type='text'>O cristianismo "neopentencostal" e os "Cafetões da prosperidade".</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/J34BKJet43Q" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3238474065410022494?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3238474065410022494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3238474065410022494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3238474065410022494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3238474065410022494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/02/o-cristianismo-neopentencostal-e-os.html' title='O cristianismo &quot;neopentencostal&quot; e os &quot;Cafetões da prosperidade&quot;.'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/J34BKJet43Q/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8870995044100539624</id><published>2012-02-08T17:01:00.000-08:00</published><updated>2012-02-08T17:18:46.812-08:00</updated><title type='text'>O PT e os Evangélicos no Acre</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Xvk-t_ng__I/TzMFe0-iP1I/AAAAAAAAAro/H-S0Q3glKr0/s1600/pt+e+evang%C3%A9licos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="316" src="http://2.bp.blogspot.com/-Xvk-t_ng__I/TzMFe0-iP1I/AAAAAAAAAro/H-S0Q3glKr0/s320/pt+e+evang%C3%A9licos.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;"Como é possível a essa pequena bando dobrar a vontade da maioria?&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;[...]&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: cyan; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Parece que uma resposta óbvia a essa pergunta seria que a minoria,&amp;nbsp;&lt;b&gt;a classe dominante atual&lt;/b&gt;, possui as escolas, a imprensa e, geralmente, também &lt;b&gt;a Igreja&lt;/b&gt;, sob seu poderio. Isto possibilita organizar e dominar as emoções das massas e torná-las instrumento da mesma minoria."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: cyan; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=8870995044100539624&amp;amp;from=pencil" name="OLE_LINK49"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=8870995044100539624&amp;amp;from=pencil" name="OLE_LINK39"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=8870995044100539624&amp;amp;from=pencil" name="OLE_LINK38"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;(POR QUE A GUERRA? C&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;arta de EINSTEIN a FREUD,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;1932).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=8870995044100539624&amp;amp;from=pencil" name="OLE_LINK38"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; font-weight: normal;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 14pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;Esse trecho do discurso de Einstein revela muito bem o que outros autores como o francês marxista&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Althusser (Aparelhos Ideológicos de Estado) afirma: a religião é vista pelos grupos de poder como um instrumento de "massa de manobra".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Como as Igrejas Evangélicas de modo geral, e as ditas "neopentencostais" em particular, são as que mais crescem no Acre atualmente (site: IBGE), a liderança PTista assumiu uma postura pró-ativa na busca de "dialogar" com pastores, apóstolos, bispos, missionários, etc. Pois estes, na visão dos estrategistas políticos poderão "influenciar" a opinião do rebanho na hora do voto nas próximas eleições. Não é em vão que vários deles foram HOMENAGEADOS com a "Ordem da estrela do Acre" em janeiro no início desse ano. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Antes, o diálogo com os cristãos acontecia com uma ala da Igreja Católica defensora da Teologia da Libertação, que havia aderido abertamente certos princípios marxistas. Os evangélicos assumiam há tempos atrás uma posição de resistência contrária a qualquer influência do marxismo. O diálogo se tornava ainda mais delicado pois a liderança estava mais desprendida dos interesses materiais e não havia interesse pela política. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Atualmente coincidiu o apelo que os "evangélicos neopentencostais" fazem à $prosperidade$ com os interesses políticos de uma esquerda política "pró-capitalismo". Os líderes dos trabalhadores hoje não leêm Marx, pois o objetivo não mais é a "igualdade e a justiça social" e sim se instalarem na máquina pública como parasitas. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;E para se fixarem onde a gestão do erário público é certa, vale tudo!!!! Até benção de pastores e dito apóstolos que, conscientemente ou não, contribuem para a reprodução de um sistema sócio-econômico que tem se demonstrado mais letal do que uma guerra. As&amp;nbsp;conseqüências&amp;nbsp;humanas dele podem ser vistas claramente. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Mas vivemos num tempo onde o cristianismo virou comércio e igrejas currais eleitorais. Difícil é encontrar uma igreja evangélica com certa quantidade de membros que não "adota" um candidato ao parlamento. E até pastores estão largado o ministério religioso para se dedicarem à política.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;A união de um marxismo light com um cristianismo contaminado por &lt;i&gt;Mamon, &lt;/i&gt;é fruto da perda das ideologias tão debatido pelas teorias pós-modernas. O certo e que hoje tudo é válido!!! Corrupção tem benção de pastores e Igrejas Evangélicas são erguidas com dinheiro "doado" por comunistas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Para os políticos de profissão, seja de qual partido for, as igrejas não passa de uma instituição capaz de&amp;nbsp;influenciar&amp;nbsp;pessoas e que, por isso, para o bem ou o mal dos grupos de poder, devem ter respectivas demandas "ouvidas".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Todos sabem que mundialmente falando os Partidos de Esquerda estão fundamentados em princípios marxistas - das escolas de base ao estatuto . E mesmo um leigo no assunto sabe que o marxismo é baseado no&amp;nbsp;ateísmo. Poderá um cristão ser ao mesmo tempo seguidor de Jesus "o cristo" e defender princípios marxistas? O "mundo comunista" idealizado por Karl Marx não tinha espaço para a religião.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;Mas o que importa? O importante é o cristão, individualmente falando, está bem, ou seja, $PROSPERANDO$. Pois não é de forma inocente que se deixam "enamorar" pelo PTISMO. Ou têm cargos políticos e estão "segurando-os" ou estão à procura de um para si ou para familiares. É o FIM DOS TEMPOS!!!! Fim do Marxismo de Marx e do Cristianismo pregado por Jesus nos evangelhos. O homem para se dar bem é capaz de tudo!!!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 18px; line-height: 27px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 7.2pt; mso-para-margin-bottom: .6gd; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8870995044100539624?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8870995044100539624/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8870995044100539624' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8870995044100539624'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8870995044100539624'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/02/o-pt-e-os-evangelicos-no-acre.html' title='O PT e os Evangélicos no Acre'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Xvk-t_ng__I/TzMFe0-iP1I/AAAAAAAAAro/H-S0Q3glKr0/s72-c/pt+e+evang%C3%A9licos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-1466265499431241841</id><published>2012-02-05T08:13:00.001-08:00</published><updated>2012-02-05T08:13:44.767-08:00</updated><title type='text'>Prometeu, Pandora e o Desenvolvimentismo</title><content type='html'>&lt;h3 class="post-title entry-title"&gt;Prometeu, Pandora e o Desenvolvimentismo[1]  &lt;/h3&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-header"&gt; &lt;div class="post-header-line-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-6439830478440688547"&gt; &lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: right;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Israel  Souza&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1;"&gt;            &lt;/span&gt;Prometeu&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftn3" name="_ftnref3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  rouba fogo do Olimpo e entrega ao homem. Um ato heróico de trágico fim. Através  dessa narrativa mítica, os gregos explicavam o surgimento da tecnologia e da  civilização - simbolizadas pelo fogo -, aquilo que permitiria ao homem poder e  liberdade frente às forças divino-naturais&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftn4" name="_ftnref4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2oUlrPIzsnY/Ty6bayOEqDI/AAAAAAAAAYI/6VzARpEkXW4/s1600/Prometeu+aco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" closure_uid_utzux9="2" height="160" sda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-2oUlrPIzsnY/Ty6bayOEqDI/AAAAAAAAAYI/6VzARpEkXW4/s320/Prometeu+aco.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Irado  com Prometeu, Zeus, o “tirano do Olimpo”, o condenou a ficar acorrentado a um  rochedo, “pelos tempos a fora”. Ali, todo dia, uma ave de rapina lhe vinha  devorar o fígado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Prometeu:  aristocrático ou revolucionário? &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;À  sua maneira, genial e reacionária, Nietzsche via na sorte de Prometeu a  “justificação do mal humano”. Para ele, “o abutre que devora o fígado do fautor  prometéico da cultura” revela uma inarredável contradição. O que possibilitaria  ao homem gozar da liberdade também impunha a ele uma realidade de privação e  escravidão. Em suas palavras: “a escravidão entra na essência da civilização”.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mas,  como lembra Domenico Losurdo em &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Nietzsche: o rebelde aristocrata: biografia  intelectual e balanço crítico &lt;/i&gt;(obra de largo fôlego e erudição sem par, no  Brasil, sobre o pensamento do filósofo alemão), essa maldição pesaria de modo  diferenciado sobre os sujeitos: “a desventura dos homens que vivem de trabalho e  de privação deve ser ainda aumentada, para tornar possível que um restrito  número de homens olímpicos produzam o mundo da arte” (NIETZSCHE citado em  LOSURDO: 2009, 60).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mesmo  sabendo do caráter inexorável da tragédia como entendida pelos gregos, não resta  dúvida de que a leitura algo fatalista que o pensador alemão empreende do Mito  de Prometeu é motivada pelo combate que ele move contra as classes subalternas.  A exemplo de outros autores contemporâneos seus, também o filósofo do “eterno  retorno” entendia que o que motivava a insurreição “dos de baixo” era o otimismo  e a esperança na construção de um mundo justo. Por isso, ao otimismo e à  esperança dos “escravos” ele contrapunha a “visão trágica do mundo” e o  “pessimismo alemão”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;É  sobejamente sabido que a tragédia representa a impotência das vontades (quer dos  homens, quer dos deuses) ante a onipotência do destino. Este segue  inexoravelmente. Lembremos de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Édipo&lt;/i&gt;,  clássica obra de Sófocles. Pode-se argumentar que isso era já o suficiente para  sustentar a leitura fatalista de Nietzsche, filólogo-filósofo profundo  conhecedor da Antiguidade e da tragédia grega (ver seu livro primeiro: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O nascimento da tragédia&lt;/i&gt;). Mas importa  destacar a tensão entre opressão e liberdade, resignação e esperança latente e  patente na tragédia esquiliana. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;De  um lado, quando o Coro pergunta a Prometeu se “Virá, um dia, o termo de teus  males?”, este responde: “Nenhum fim, senão o que ele quiser”. De outro, quando  perguntando por Io se Zeus “perderia seu império”, ele afirma, de maneira  enfática, “Ele perdê-lo-á, fica certa”, e sua queda “será a mais rápida e mais  vergonhosa”. Dentre outras coisas, isso quer dizer que submetimento a um  “destino inexorável” não significa submetimento ao despotismo e à tirania.  Ignorar ou tentar subverter isso apenas mostra a fidelidade de Nietzsche a seu  aristocratismo. Todavia, não faz jus ao caráter “aberto” que o espírito de  Ésquilo imprimiu a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Prometeu  acorrentado&lt;/i&gt;. Previdente, não foi sem razão que o “benfeitor da humanidade”  predisse o fim do império de Zeus e deu aos homens “uma esperança infinita no  futuro”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Vê-se,  dessa forma, que não era sem causa a interpretação de Nietzsche, coisa de pura  erudição filológica apenas. Afinal, como ressalta Jonh Bellamy Foster, Prometeu  era o “maior herói cultural de todo o período romântico”. Na cultura ocidental,  o semideus “representa não só a tecnologia, mas, ainda mais, a criatividade, a  revolução e a revolta contra os deuses (contra a religião)” (FOSTER: 1999, 163).  Dado o caráter subversivo e plebeu do mito prometéico, o “rebelde aristocrata” -  para usar a feliz expressão de Losurdo - entendeu que era preciso esvaziá-lo de  seu conteúdo revolucionário, transformando-o em seu contrário. Não a expressão  da liberdade, mas da escravidão. Não a esperança, mas a resignação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;O verdadeiro  prometeísmo de Marx&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mais  recentemente, mostrando-se insofismável e ameaçador o poder destrutivo das  forças produtivas no capitalismo, o mito de Prometeu ganhou outra interpretação.  Para muitos que defendem a causa ambiental, a figura do semideus - porque  vinculada à tecnologia - expressa uma apologia ao produtivismo, isto é, a  persecução da “produção pela produção”, independentemente dos custos ambiental e  social.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Alguns  defensores da causa ambiental (“os verdes”), vendo em Marx e no marxismo a  defesa de tal prometeísmo, distanciam-se das forças que lutam pelo socialismo  (“os vermelhos”) ou declaram-lhes guerra sem trégua. Outros permanecem  vinculados a essa tradição. São os chamados ecossocialistas (“verdes-vermelhos”  ou “vermelhos-verdes”). Formam um movimento bastante diverso, plástico o  suficiente para abarcar desde os “moderados” e “reformistas” à esquerda mais  radical. Grosso modo, procuram conjugar a luta pelo socialismo com a defesa da  causa ambiental. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Há,  em meio a eles, quem faça uma leitura deveras cuidadosa da obra de Marx, a fim  de julgar e aproveitar o que ela pode dar de sustentação ao pensamento e à luta  ecológicos. Destacam-se, entre estes, Michael Löwy (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Ecologia e socialismo&lt;/i&gt;), Jonh Bellamy  Foster (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A ecologia de Marx: materialismo  e natureza&lt;/i&gt;), Elmar Altvater (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Existe  uma marxismo ecológico?&lt;/i&gt;), apenas para citar alguns. Há outros, entretanto,  que entendem os fundadores do materialismo histórico como “adoradores da  máquina”, apologetas do produtivismo e do domínio do homem sobre a natureza.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em  perspectiva assim, Marx e muitos de seus seguidores bem teriam compreendido as  nefastas implicações que o capitalismo teria para a questão social. Porém, o  mesmo não ocorrera em relação à questão ambiental, completamente ignorada ou  submetida à visão “prometéica” que subjaz ao materialismo histórico. Prometeu -  e Marx com ele - é, sob esse prisma, convertido em uma ameaça à liberdade, à  natureza e à vida em geral.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Todavia,  Foster advoga que, na obra de Marx, “Prometeu é invocado com mais freqüência  como símbolo de revolução que de tecnologia” (FOSTER: 1999, 163). Em verdade, o  pai do materialismo histórico sempre entendeu o mito de Prometeu numa  perspectiva libertária, como eternizada na pungente e refinada poesia de Ésquilo  (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Prometeu acorrentado&lt;/i&gt;). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Citando  Ellen M. Wood, Foster lembra que, para Ésquilo, o semideus “é a personificação  da oposição ateniense à servidão e às leis arbitrárias, ao resistir à tirania de  Zeus e escarnecer do servilismo de Hermes, o mensageiro dos deuses” (FOSTER:  1999, 163).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Fique certo de que não  trocaria&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;A minha triste sina pela tua  servidão.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Antes ser servo desta  rocha&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Do que fiel servidor de  Zeus.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Isto  disse Prometeu a Hermes na tragédia de Ésquilo. O que é louvado na versão que o  referido trágico dá ao mito, prossegue outra vez Foster nos passos de Ellen M.  Wood, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;não é a  tecnologia (...), mas a dádiva ao homem do trabalho, do artesanato e da  criatividade - as artes práticas que sustentavam a democracia. Tão fundamental  era o mito de Prometeu para a Atenas antiga que a oposição de classe entre  cidadãos trabalhadores e seus adversários aristocráticos pode ser vista nos  tratamentos radicalmente diferentes dados ao mito, conforme apresentados  respectivamente pelo &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Prometeu  acorrentado&lt;/i&gt; e o uso do mesmo mito por Platão na &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;República&lt;/i&gt;. Compreendendo o caráter de  classe revolucionário desse conflito na antiguidade, Marx identificou-se  claramente com o Prometeu de Ésquilo, e não com o de Platão (WOOD citada em  FOSTER: 1999, 163).&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Na  perspectiva marxiana, não há naquela narrativa nenhuma idolatrização do fogo. O  fogo não é um fim em si mesmo. Ele é, apenas, o meio, um instrumento através do  qual o homem alcançaria liberdade ante as forças divino-naturais. Não caberia,  por conseguinte, extrair dali uma interpretação do tipo “produção pela  produção”, do “acúmulo infinito” como sugere o “desenvolvimentismo” atualmente  em voga.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Desenvolvimentismo,  nova caixa pandoriana&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Herdeiro  e versão atualizada do “mito do progresso”, do “processo civilizatório” e da  “modernização”, o “desenvolvimentismo” é hoje colado à figura de Prometeu. Em  parte, porque promete domínio sobre a natureza, a superação das privações, a  liberdade. E em parte, porque a maneira com que ele se concretiza - supostamente  na busca de tais fins - tem em verdade resultado em algo bastante diverso do que  se anuncia, colocando sob ameaça a vida no planeta. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Não  sem uma peculiar mistura de alarmismo e superficialidade, ambientalistas,  cientistas e, sobretudo, a mídia têm continuamente alertado sobre isso&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftn5" name="_ftnref5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.  No entanto, diversamente do que sugerem as interpretações hegemônicas, o  “desenvolvimentismo” - de suas versões “industriosa” e “modernizadora” à do  “desenvolvimento sustentável” - é mais próximo do Mito da caixa de Pandora&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftn6" name="_ftnref6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;  que do de Prometeu. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Como  se sabe, no universo da mitologia grega, o Mito de Pandora é colocado em linha  de continuidade (e de descontinuidade) com o de Prometeu. Os deuses deram uma  caixa a Pandora, caixa cheia de males. Abrindo-a, Pandora permitiu que os males  fugissem, restando ali guardada apenas a esperança. Isso resultou em castigo e  re-submetimento do homem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-abboYSw04jc/Ty6byDyaEJI/AAAAAAAAAYQ/uJqWVJnOEMM/s1600/Pandora.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" closure_uid_utzux9="3" sda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-abboYSw04jc/Ty6byDyaEJI/AAAAAAAAAYQ/uJqWVJnOEMM/s1600/Pandora.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Sem  dar azo a certo entendimento machista a que se pode prestar o mito, não é  arbitrário interpretar Pandora como um anti-Prometeu. A caixa pandoriana é a  antítese do fogo prometéico. Enquanto este, numa perspectiva plebéia e  libertária, visava à emancipação, aquela visava à desemancipação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Outrossim,  não é arbitrário dizer que o “desenvolvimentismo” representa a mais completa  negação dos elementos libertários do mito prometéico. Em certo sentido, o  “desenvolvimentismo” é verdadeiramente um “presente de grego”, com o qual os  países centrais presentearam os periféricos. Como da caixa do mito, muitos são  os males dele saídos. Como a caixa no relato mítico exerce poder de encanto,  assim também o “desenvolvimentismo” na história mundial recente, apesar de  décadas de fracassos e frustrações sem conta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Contudo,  não se trata do encanto (admiração, espanto) de que, segundo Aristóteles, nascia  o pensar filosófico. Trata-se de um encanto fetichista que põe em prejuízo a  reflexão crítica. O que faz do “desenvolvimento” um “mito” ou uma “ilusão”  (WALLERSTEIN, 2006). Em virtude disso, o “desenvolvimento” transformou-se, ao  lado da democracia, numa ideia-força a que a quase totalidade dos governos e das  forças políticas - convictamente ou não - dizem perseguir.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Da  “destruição produtiva” à “produção destrutiva”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O  perigo que disso deriva é enorme.&lt;span style="color: red;"&gt; &lt;/span&gt;Isto porque a  “sociedade burguesa” assemelha-se ao “feiticeiro que já não pode controlar as  potências infernais que pôs em movimento” (MARX e ENGELS: 2006, 90). Hoje, mais  que ao tempo em que foi formulada (1848), essa assertiva de Marx e Engels se  mostra verdadeira, atual e apocalipticamente ameaçadora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;A  burguesia “criou forças produtivas mais numerosas e mais colossais que todas as  gerações passadas em conjunto” (MARX e ENGELS: 2006, 89). Ainda que não para  todos, em seu período de ascendência histórica, o poder de produção do capital  pôde ser traduzido “em potencialidade emancipadora” (MÉSZÁROS: 2006, 254). “No  entanto”, faz notar Mészáros, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;como esse  progresso teria de ocorrer de forma alienada, sob o domínio de uma objetividade  reificada - o capital - (...), o intercâmbio reprodutivo entre a humanidade e a  natureza teve de se transformar no oposto (MÉSZÁROS: 2006, 254).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Desse  modo, estimulada e apropriada para o acúmulo de capital, a contínua revolução a  que estão submetidas as forças produtivas na sociedade burguesa trouxe-nos, por  assim escrever, a uma espécie de “ponto de mutação”. Ou, para dizer com Mészáros  (2006: 267), “passamos da prática de ‘destruição produtiva’ da reprodução do  capital para uma fase em que o aspecto predominante é o da produção &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;destrutiva&lt;/i&gt; cada vez maior e mais  irremediável” (destaques do autor). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Com  efeito, alerta ainda o autor supracitado, as circunstâncias de nosso tempo têm  como marca a “absolutização do relativo” (o capital e seu imperativo de acúmulo)  e a “relativização do absoluto” (a base natural da própria vida). Tais  circunstâncias “são muito piores do que jogar roleta russa”. Elas  encerram&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;a certeza absoluta&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; (destaque do autor) da  autodestruição humana no caso de o corrente processo de reprodução  sociometabólico do capital não ser levado a um fim definitivo no futuro próximo,  enquanto ainda houver tempo para tal (MÉSZÁROS: 2007, 28). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;As  “personificações do capital” certamente preferem seguir ganhando algum,  ignorando ou subestimando a situação. Todavia, é um fato incontornável:  perseguir (encantadamente) ou submeter-se (resignadamente) ao  “desenvolvimentismo” é atentar contra a própria vida. Ou pode essa caixa de  Pandora encerrar ainda alguma esperança? Os problemas ambientais e as guerras  imperialistas, marcantes neste alvorecer de terceiro milênio, parecem não deixar  margem a dúvida. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Mais que ciência e  tecnologia &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Culpa  da “razão instrumental” e da tecnologia antiecológicas e inumanas, dirão alguns.  E outra vez a culpa recai sobre os ombros do “benfeitor da humanidade”, como se  fosse possível uma “razão pura”, sem “condicionamentos sociais”, um saber fruto  de geração espontânea e auto-referido. Os críticos da tecnologia e da “razão  instrumental” que assim procedem não são menos fetichistas em relação a elas do  que seus adoradores. A estes é preciso retrucar, como Marx e Engels em a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Ideologia alemã&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; (2002: 24): “pesa  uma maldição sobre o ‘espírito’, a de ser ‘maculado’ pela matéria” (destaques  dos autores).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;A bem da verdade,  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt 106.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11pt;"&gt;a ciência e a  tecnologia existentes estão profundamente incrustadas nas determinações que hoje  prevalecem na produção, por meio das quais o capital impõe à sociedade as  condições necessárias de sua existência instável (...). Em seu modo real de  articulação e funcionamento, estão inteiramente implicadas num tipo de progresso  &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;simultaneamente&lt;/i&gt; produtivo e  destrutivo (destaque do autor) (MÉSZÁROS, 2006, 265). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Malgrado  nosso, “Esta condição não pode ser consertada separando-se o lado produtivo do  lado destrutivo e seguir apenas o primeiro” (MÉSZÁROS, 2006, 265). Desse modo, é  temerário atribuir à ciência e à tecnologia, isolando-as do contexto social em  que são produzidas e apropriadas, a culpa pelo problema e a responsabilidade  pela solução esperada e necessária. Nem Adão nem Cristo. Sozinhas, elas não  geraram a queda (problema) e, da mesma maneira, sozinhas elas não serão capazes  de trazer a redenção (solução). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Centrar  toda a reflexão em questões como estas e na alegada “falta de consciência  ambiental” é, no mínimo, ocioso. Dentre outras coisas, importa levar em conta o  sistema, sua lógica destrutiva que a tudo submete ao imperativo da produção  ampliada orientada para o lucro, deixando pouca margem a que se possa dar ao  conhecimento em geral usos nobres; e as desigualdades entre as classes, nações e  regiões, às quais ele (o sistema) alimenta e pelas quais ele é alimentado.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Em  suma, os problemas que enfrentamos envolvem as forças produtivas, sim, mas  também as relações de produção, relações de subordinação e exploração. Por  enquanto, Pandora vence Prometeu. E usurpando o fogo que nos poderia elevar ao  Olimpo, o capital - um deus ainda mais déspota que Zeus - mergulhou-nos no  Hades. Acorrentou-nos, como fizeram ao herói símbolo da democracia ateniense. E,  tal qual ave de rapina de indômita fome, é ele próprio que se alimenta de nossas  vísceras. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Iconoclastia  &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Os  sonhos de libertação são demasiado antigos. Tão antigos quanto a própria falta  de liberdade. Bem vimos isso no mito prometéico, que remete ao início dos  tempos. Ocorre que grande e perigoso é nosso inimigo, e o tempo urge. Como disse  acertadamente o compositor brasileiro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Nossos sonhos são os  mesmos&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Há muito tempo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Mas não há mais muito  tempo&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;Pra sonhar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri;"&gt;Humberto  Gessinger&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Nesses  dias em que o capital - o ídolo da morte - é idolatrado em sua versão  “desenvolvimentista” e “sustentabilista”, a iconoclastia é irmã da vida. Por  isso, a esperança que nos move é aquela que nasce e se alimenta dos sonhos e das  lutas daqueles que são sacrificados em seu altar. Iconoclastia, sonhos de  libertação, sonhos sonhados em cordão e de “olhos abertos” (Ernst  Bloch).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Referências  bibliográficas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;ALTVATER, Elmar.  Existe um marxismo ecológico? In BORON, Atílio A., AMADEO, Javier e GONZÁLEZ,  Sabrina (orgs). A teoria marxista hoje: problemas e perspectivas. Buenos Aires:  CLACSO; São Paulo: Expressão Popular, 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;BULFINCH, Thomas. O  livro da mitologia: história de deuses e heróis. Martin Claret,  2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;ÉSQUILO. Prometeu  acorrentado. Martin Claret, 2010. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;FOSTER, Jonh  Bellamy. Marx e o meio ambiente. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US;"&gt;In WOOD, Ellen M., e FOSTER, Jonh Bellamy (orgs.). &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Em defesa da  história: marxismo e pós-modernismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,  1999.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;FOSTER, John  Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Rio de Janeiro:  Civilização Brasileira, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;HESÍODO. Teogonia;  Trabalhos e dias. Martin Claret, 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;LOSURDO, Domenico.  Nietzsche, o aristocrata rebelde: biografia intelectual e balanço crítico. Rio  de Janeiro, Revan: 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;LÖWY, Michael.  Ecologia e socialismo. São Paulo: Cortez, 2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; mso-ansi-language: EN-US;"&gt;MARX, Karl e ENGELS, Friedrich. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;Manifesto do Partido  Comunista. São Paulo: Global Editora, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;MÉSZÁROS, István. O  poder da ideologia. São Paulo: Boitempo Editorial, 2004.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;MÉSZÁROS, István.  Para além do capital: rumo a uma teoria da transição. São Paulo: Boitempo  Editorial, 2006. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;MÉSZÁROS, István. O  desafio e o fardo do tempo histórico: o socialismo no século XXI. São Paulo:  Boitempo, 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;NIETZSCHE,  Friedrich. O nascimento da tragédia. São Paulo: Editora Rideel,  2005.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt;"&gt;WALLERSTEIN,  Immanuel. Impensar a ciência social: os limites dos paradigmas do século XIX.  São Paulo: Ideias &amp;amp;letras, 2006.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt; &lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; Os mitos  aqui tratados têm muitas versões, e são, como os outros, passíveis de  interpretações várias. Dentre as versões, escolhemos uma e acrescentamos a ela  um colorido particular. Ao leitor interessado em mais sobre o assunto,  recomendamos Hesíodo (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Teogonia; Trabalho  e dias&lt;/i&gt;), Ésquilo (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Prometeu  acorrentado&lt;/i&gt;) e Thomas Bulfinch (&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O  livro da mitologia: histórias de deuses e heróis&lt;/i&gt;). Para compreender o  pensamento mítico grego, ainda são indispensáveis os clássicos atribuídos a  Homero: Ilíada e Odisseia.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; Cientista Social, Membro do Núcleo de Pesquisa  Estado, Sociedade e Desenvolvimento na Amazônia Ocidental (NUPESDAO) e do  Movimento Anticapitalista Amazônico (MACA). Email:  israelpolitica@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref3" name="_ftn3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pró&lt;/i&gt;: antes + &lt;i&gt;manthánein&lt;/i&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-style: italic;"&gt;: &lt;/span&gt;saber/ver = prudente ou  previdente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref4" name="_ftn4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt; Segundo  Ésquilo, o fogo seria a “fonte de todas as artes”, de todo conhecimento,  ciência, medicina, matemática, agricultura, indústria, etc.&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn5" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref5" name="_ftn5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; Entre as  muitas frases que expressam este misto peculiar, destaca-se a que diz “Somos  todos culpados pela ruína do planeta”. Com seu humor e refinamento de sempre,  Eduardo Galeano (2006: 5-6) trata-a como uma das frases “que hacen crecer la  nariz de Pinocho”. Todas as classes, grupos e nações agridem ao meio ambiente?  Sim. Da mesma forma e na mesma magnitude? Não. Os níveis de consumo e exploração  dos dominantes não encontram paralelo entre os subalternos. Ignorar ou encobrir  esta responsabilidade “comum, porém, diferenciada” (ONU) é injustiça para com  estes e favor servil para com aqueles. Partilha da mesma natureza mistificadora  afirmações do tipo “o homem destrói a natureza”.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn6" style="mso-element: footnote;"&gt; &lt;div class="MsoFootnoteText" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=8587496456749587541#_ftnref6" name="_ftn6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="mso-special-character: footnote;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;, &amp;quot;sans-serif&amp;quot;; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pan&lt;/i&gt; = todos + &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Dora: dons/presentes&lt;/i&gt; = “a que tem todos  os dons”, “o presente de todos”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-1466265499431241841?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/1466265499431241841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=1466265499431241841' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1466265499431241841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1466265499431241841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/02/prometeu-pandora-e-o-desenvolvimentismo.html' title='Prometeu, Pandora e o Desenvolvimentismo'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2oUlrPIzsnY/Ty6bayOEqDI/AAAAAAAAAYI/6VzARpEkXW4/s72-c/Prometeu+aco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-5373391883635578706</id><published>2012-01-27T19:04:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T19:04:08.703-08:00</updated><title type='text'>Até quando população riobranquense?</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/4mSS84BqXJ8" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-5373391883635578706?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/5373391883635578706/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=5373391883635578706' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5373391883635578706'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5373391883635578706'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/ate-quando-populacao-riobranquense.html' title='Até quando população riobranquense?'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/4mSS84BqXJ8/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8175783884535695551</id><published>2012-01-26T14:12:00.000-08:00</published><updated>2012-01-26T14:57:47.393-08:00</updated><title type='text'>Capitalismo e Neopentencostalismo Cristão: a teologia da prosperidade antes e depois da $ unção $</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/vfCEfejohOM" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, Tahoma, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 21px;"&gt;O que Malafaia, Cerrullo e Murdock têm que Jeremias, Jonas e João Batista não tinham para, em sendo igualmente profetas, tendo dado tudo de si, terem vivido em indesejável pobreza e grande perseguição, enquanto os novos profetas, fazendo tão menos, vivem como nababos? Foi falta de fé dos profetas antigos ou eles não pagavam o dizimo?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8175783884535695551?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8175783884535695551/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8175783884535695551' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8175783884535695551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8175783884535695551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/capitalismo-e-neopentencostalismo.html' title='Capitalismo e Neopentencostalismo Cristão: a teologia da prosperidade antes e depois da $ unção $'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/vfCEfejohOM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3046802579660610038</id><published>2012-01-25T15:00:00.000-08:00</published><updated>2012-01-25T15:03:43.089-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DO PRIMEIRO CAPÍTULO DA TESE  de Mário Jose Lima. Capitalismo e Extrativismo: a formação da região acreana. São Paulo: UNICAMP. 1994.</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;AGRADECIMENTOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O doutorado serviu para “reforçar a convicção da necessidade de se avançar numa reinterpretação da questão amazônica, notadamente nos aspectos relativos à configuração da região acreana. Nessa trajetória, &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;acumulei compromissos e débitos para com aqueles que não se acomodaram diante da visão de uma Amazônia fundada no exótico&lt;/span&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O Acre é fundado no exótico.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;INTRODUÇÃO (Conceito de Região e espaço na economia)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“O estudo, embora elabore referências e momentos anteriores, procura dar conta do horizonte temporal que vai do último quartel do século passado, até os anos iniciais da década de 1960” (p. 21). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Trata-se, portanto, de explicitar as complexas relações entre a economia do extrativismo e a industrialização como determinantes do espaço regional em questão” (p.22).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O Acre é resultado dos desdobramentos do capitalismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A dimensão econômica é suficiente para explicar o conjunto social?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Nessa rede de interação que é a história, o MOTOR estará onde o quisermos colocar” Paul Veyner. &lt;u&gt;Fazer História&lt;/u&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O Econômico como o Motivador do Comportamento Humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- É possível que não haja fatos que sejam exclusivamente econômicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Economia – produção, circulação e apropriação de riqueza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;OBS: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A Revolução Acreana tem a ver com a disputa pela apropriação de riqueza. &lt;/b&gt;Tem a ver com a atividade econômica do homem. Foi consequência da satisfação das necessidades de sobrevivência. O MOTIVO MAIOR que desencadeou a AÇÃO foi o Sentimento Patriótico ou a $ Riqueza $?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“No Acre, por longos cem anos operamos uma estrutura produtiva que nos levou à pobreza a que chegamos”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Constitui uma marca da nossa história pornôs as riquezas naturais da região a serviço da acumulação capitalista que se efetiva fora dos limites regionais e em nome e benefício dos países centrais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;O PARAÍSO PERDIDO foi brutalmente explorado. Pessoas que macularam a terra com sangue inocente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;Ler artigo do autor: Abraçando a Utopia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Singularidade da região em meio a uma totalidade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Ler: LIPIETZ, A. O Capital e seu espaço..&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Comenta sobre a teoria marginalista neoliberal. Critica os neoclássicos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Região incorporada ao capitalismo a partir da importância comercial dela, dos recursos naturais existentes.&amp;nbsp; Conceito de região (p. 7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Ler: SILVA, Marcos (coord.). Repútlica em Migalhas – História Regional e Local.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Região é o espaço onde se reproduz o capital, portanto, um locus da luta de classe.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A produção capitalista se baseia no valor ou no desenvolvimento do trabalho contido no produto como (trabalho) social” (p. 10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As generalizações das trocas é necessidade vital na constituição do capital”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;OBS: a mercadoria te valor pois materializa trabalho. O capital exige troca/movimento/inversão lucrativa dos investimentos iniciais. Para que isso aconteça, todas as barreiras tende a ser removidas. O capital precisa de movimento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Defende a teoria marxista do capitalismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Mobilidade do capital – trocas. Mobilidade dos fatores de produção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A liquidação da economia de base agrária implicou deslocamento do eixo dinâmico da economia, afirmando o padrão de acumulação de capital definido a partir dos setores industriais” (p. 15).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Lênin fala sobre um tal de Desenvolvimento Capitalista Desigual e Combinado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A difusão tecnológica pode ser utilizada como critério diferenciador dos espaços. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Fala sobre a teoria do desenvolvimento capitalista desigual (p. 18).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Noção de região que emerge da dinâmica da acumulação de capitalista” (p. 19). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Base Teórica em Maria Conceição Tavares. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A atividade produtiva acontece em um espaço, no entanto, não se expande igualmente em todo ele.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O conceito de região&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; deve estar ligada ao movimento de expansão exigido pela acumulação de capital. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Região = é um corte espacial delimitado historicamente da formação social. O importante a ser observado é o nível de relação e articulação que ela tem com o modelo de acumulação dominante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Todo o debate que faz é para ao final falar sobre o seu objeto “A Região Acreana”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“(Região Acreana) Espaço regional criado a partir das necessidades postas pelos avanços da industrialização nos países centrais, o atual Estado do Acre, depois de mais de um século de ocupação, tem na economia do extrativismo elemento representativo da base econõmica da sua reprodução social”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; p. 21.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O Acre foi alvo de dominação por ser reserva de recursos naturais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Espaço Temporal da pesquisa (1860-1960).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Mudança na Base Produtiva do Acre:&amp;nbsp; anos 1960.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;“Trata-se, portanto, de explicitar as complexas relações entre a economia do extrativismo e a industrialização como determinações do espaço regional em questão” (p. 22.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- As Estruturas Espaciais é composta de Estruturas Temporais (estado/superfície) e de Estruturas Permanentes (conteúdo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Por isso, o espacial só será plenamente compreendido quando analisado em relação com o social (atividades produtivas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Qual a forma de reprodução de capital na região?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- LER: SILVEIRA, Rosa. &lt;u&gt;República em Migalhas: história regional e local&lt;/u&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O presente estudo é sobre o Espaço Regional: “sobre uma particular região situada a parte meridional da Amazônia brasileira: a região acreana. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Espaço Regional criado a partir das necessidades postas pela industrialização dos países centrais, o atual Estado do Acre, depois de mais de um século de ocupação, tem na economia do extrativismo elemento representativo da base econômica da sua reprodução social&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;”( p. 21).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- CONTEXTO INTERNACIONAL: “predominam as relações decorrentes da consolidação da produção industrial como núcleo do desenvolvimento capitalista em sua feição monopolísta”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- CONTEXTO NACIONAL: “se desenrola do processo de industrialização brasileira até a formação do núcleo de indústria pesada”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;CAPÍTULO 1: &lt;u&gt;CONDIÇÕES HISTÓRICAS DA EXPANSÃO GOMÍFERA&lt;/u&gt; (p. 25).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Procuramos demonstrar &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;as determinações que fazem da gênese da economia do extrativismo resultar de uma ruptura que se estabelece de velhas formas de uma economia fundada na mera coleta&lt;/span&gt; e que, no universo amazônico, dão sustentação à base econômica de extração colonial” (p. 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A atividade extrativista como um subsetor produtivo, formado sob o império das indústrias dos países centrais” (p. 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“[...] da economia do extrativismo como resultado da produção industrial em bases científicas” (p. 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;1.1. Considerações sobre a industrialização nos países centrais (p. 25)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A laicização do conhecimento, movimento que é visto com muita nitidez já no século XVII, perfaz o circuito que corre no sentido do desenvolvimento das forças produtivas sob o regime de produção capitalista e, ao mesmo tempo, se posiciona ao lado das transformações revolucionárias que promovem a derrocada do mundo feudal. Com Bacon reformula-se o conceito de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;natureza&lt;/b&gt; dando-a como algo explicitamente exterior a sociedade humana e, daí, um objeto a ser dominado e manipulado. O andamento do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;fazer científico&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, por conseguinte, orientando-se no sentido da construção de meios para &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;a tarefa de dominar a natureza&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, passa a contar com uma expressão ideológica de sustentação. É ainda, um momento onde o trabalho se relaciona desde uma posição muito próxima ao seu objeto, e as relações entre a indústria e o método científico são expressas de forma muito nítida” (p.26-27).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Não constitui o aspecto nuclear deste tópico centrar-se em uma explicação plena do tema dos novos materiais, o que corresponderia a seguir cada ramo industrial em suas especificidades. É suficiente para nossos objetivos estabelecer a &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;centralidade que as relações entre ciência e o fazer técnico assumem no contexto das transformações essenciais&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;para a reafirmação do capitalismo enquanto resultado histórico&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;[...] As transformações no fazer prático e o desenvolvimento do campo da ciência de forma combinada tem correspondência nas formas que operam o campo da economia, estabelecendo um ambiente próprio para acumulação do capital” (p.28).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A maquinaria representa o ponto forte da acumulação e centralização do capital. Depois dela, a produção familiar não tem mais vez. O “Mundo das Mercadorias”. Novas técnicas advindas de descobertas científicas redundaram o acumulo de capital. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Construído sobre a herança deixada pelo mundo feudal, o capitalismo que supera a estreita base técnica da fabricação introduzindo maquinaria e organizando o sistema de fábrica, já no século XIX, sinaliza sobre a existência de limitações ao seu caráter expansivo” (p.29).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A dinâmica centrada no desenvolvimento de técnicas fundadas no conhecimento empírico, já a partir da primeira metade do século, dá sinais de esgotamento, traduzidos em sucessivas que expressam os limites do padrão de acumulação vigente” (p.29).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;LER&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;: LANDES, David. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;Progresso Tecnológico e Revolução Industrial&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn2" name="_ftnref2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Para Landes, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;o esgotamento das possibilidades tecnológicas da Revolução Industrial coincidiu com as mudanças na estrutura e no tamanho do mercado, que agravaram o efeito amortecedor da diminuição no investimento autônomo&lt;/i&gt;” (p.30).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A partir de então, as transformações postas em andamento, no entanto, não correspondem àquelas propostas pela Revolução Industrial, quando a introdução de máquinas substituía de forma exclusiva o trabalho. Momentos que consubstanciam as condições sob as quais as estruturas capitalistas realizam a homogeneização da estrutura técnica adequando-a a si próprias enquanto potência social” &lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=3046802579660610038" name="OLE_LINK4"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=3046802579660610038" name="OLE_LINK3"&gt;(p.30).&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Associada aos desenvolvimentos da química, o avanço da maquinaria implica no desdobramento da produção industrial em novos produtos e na possibilidade constantemente ampliada de uso de novos materiais. Em sentido amplo, são momentos onde as inovações combinam a introdução de novos produtos com a adoção de novos processos produtivos, impondo efeitos profundos sobre o crescimento econômico e as condições da produção, através da expansão da produtividade do trabalho” (p.31).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Os principais progressos técnicos foram essencialmente científicos”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; (p. 31). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Afirma-se a predominância da &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;produção industrial&lt;/b&gt; sobre as demais formas produtivas” (p. 31).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Seguindo a proposta analítica de Teixeira&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn3" name="_ftnref3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, três aspectos estariam em questão quando se trata de identificar os padrões de industrialização: em primeiro lugar deveriam ser objeto de atenção &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;a estrutura e a dinâmica&lt;/i&gt; que, em suas determinações centrais referem-se &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;às relações e encadeamentos intra-industriais e inter-industriais&lt;/i&gt;; em segundo lugar, recorrendo à noção dos aspectos externos à indústria em si, como proposta Rosa Luxemburgo, “as condições de organização social econômica sobre as quais nasceu e se desenvolveu a indústria”. (p.31-32).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“[...] em terceiro lugar, torna-se necessária a explicitação das condições históricas “de expansão da economia mundial, particularmente nos aspectos relacionados com a industrialização” (p. 32).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;“O contexto temático da questão proposta neste estudo é exemplarmente o entrelaçado dos três campos propostos. Quanto ao &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;primeiro aspecto&lt;/b&gt; anunciado, na medida em que ambos os conjuntos de transformações tanto as intra-industriais quanto as inter-industriais repercutem diretamente sobre a forma e a capacidade de uso dos materiais. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A primeira&lt;/b&gt; perspectiva, ou seja, as questões propostas pelas transformações no interior de cada grande ramo referem-se às &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;modificações na base técnica e na estrutura e organização de mercados (por empresas ou produtos)&lt;/i&gt;. Sendo que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;as primeiras&lt;/b&gt; (transformações na base técnica) funcionam como a principal alavanca para levar adiante a acumulação do capital por meio de aumentos permanentes no valor da produtividade da força de trabalho. E isto, ao tempo em que, promovendo a concentração de capital, realiza a ampliação da capacidade produtiva para cada indústria, reforçando as relações concorrenciais” (p.32-33).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A introdução das invenções ou inovações na economia responde basicamente à MOTIVAÇÃO DO LUCRO EXTRAORDINÁRIO que o inovador pode obter” (p. 33).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Em &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;primeiro lugar&lt;/b&gt;, é necessário entender o avanço na capacidade de processamento em um sentido dinâmico, ou seja, na perspectiva da própria acumulação de capital. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Isto equivale a dizer que o ritmo produtivo dos setores das matérias primas refletirá as necessidades dos setores industriais responsáveis pelo consumo produtivo, ou seja, refletirá o ritmo e as possibilidades da acumulação de capital na indústria&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (p.34).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Em &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;segundo lugar&lt;/b&gt;, &lt;u&gt;a avaliação econômica das possibilidades&lt;/u&gt; de um dado ramo produtivo terá em conta &lt;u&gt;os limites físicos da produção&lt;/u&gt;. Estes, no entanto, não devem se por como fronteiras para &lt;u&gt;o processo de valorização&lt;/u&gt;. Daí que serão, progressivamente, determinados pela ação deliberada da gestão empresarial” (p.34).&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A PRODUÇÃO envolve uma CADEIA DE MERCADOS.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Quanto mais monopolizada estiver a economia, tanto maior será a sua capacidade de controlar a introdução de inovações significativas&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn4" name="_ftnref4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; (p.&amp;nbsp; 34). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As condições determinantes dos &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;custos produtivos&lt;/b&gt; devem e são, por conseguinte, constantemente revolucionadas &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a partir das necessidades do núcleo hegemônico do desenvolvimento capitalista mundial&lt;/b&gt;. &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A tendência à centralização e à concentração espacial da produção&lt;/span&gt; repercute de forma a generalizar as condições industriais da produção até os limites da produção de matérias-primas” (p.35).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“No movimento amplo da dinâmica capitalista &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;setores da produção de matérias-primas são estruturados para, em seguida, serem completamente transformados ou simplesmente desmobilizados e substituídos por agregados materiais de origem científica (os sintéticos)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;.&lt;/span&gt; Esta, a nosso juízo, é uma perspectiva possível de apreensão do âmbito da dinâmica capitalista na formulação do conceito de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;padrão industrial&lt;/i&gt;, como proposto por Teixeira” (p.36).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;“Nesse período, onde &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;expansão econômica já se processa nucleada pela tecnologia científica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; (segunda metade do século XIX), abrem-se os espaços para uma rápida expansão para &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;uso de materiais de origem vegetal&lt;/span&gt; oriundos das regiões tropicais, como é &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;o caso da borracha amazônica&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn5" name="_ftnref5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;” (p.36).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A transformação da borracha de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;droga do sertão&lt;/i&gt; em matéria rima industrial insere-se nas condições de expansão produtiva&lt;/span&gt; que se consubstancia na combinação de um conjunto de transformações tanto de &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;ordem&lt;/b&gt; intra-industriais quanto de ordem inter-industriais”&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=3046802579660610038" name="OLE_LINK2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=3046802579660610038" name="OLE_LINK1"&gt; (p.36).&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;A borracha&lt;/b&gt;, por um lado, passa alimentar uma produção voltada para mercados característicos de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;colocação de produtos&lt;/i&gt; o que corresponde à afirmação de ramos industriais que se beneficiam de momentos de expansão do poder aquisitivo e sobre os quais se fundamentam as novas formas de incorporação da força de trabalho” (p. 36-37).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Por um lado, trata-se de um material que se integra, também, ao uso em setores de produção de bens de capital, pólo que afirma as condições fundamentais da acumulação de capital” (p. 37).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A introdução de novos processos produtivos e a abertura de novos ramos de produção estarão posicionadas como elementos centrais dessa nova fase de operação das estruturas produtivas capitalistas e da definição do novo patamar da acumulação, que se determina por uma contextualidade marcada por um campo de investimento potencializado” (p.37-38).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As novas relações de comércio, redesenhadas por uma nova forma de inserção das economias nacionais nas relações internacionais, passam a estar dominadas por parcelas de capitais que articulam a formidável acumulação de capital bancário e as novas bases técnicas de produção. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Não se trata mais de relações comerciais buscando o domínio sobre mercadorias exóticas ou sobre uma reduzida pauta de matérias-primas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;. O capital monopolizado expande o seu controle sobre a produção dos materiais que alimentam o processo produtivo, alterando processos e relações sociais de produção, em bases extraordinariamente ampliadas&lt;/span&gt;” (p.38).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- IMPERIALISMO “como resultado da busca do domínio sobre as fontes naturais de matérias-primas que se resolve na reorganização espacial do mundo, estabelecendo a geografia específica do capitalismo monopolista” (p. 38).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Dois aspectos se destacam no contexto marcado pelas novas dimensões das unidades operacionais capitalistas. Em primeiro lugar, a incorporação de novos materiais não se efetiva nos limites da mera apropriação da natureza. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A produção penetrada pela ciência permite que a revolução técnica permanente da base produtiva atinja de forma intensa também a produção de matérias-primas de origem agrícola&lt;/span&gt;”&lt;/b&gt; (p.39).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As necessidades de acumulação exigem, lembrando Marx, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;o aniquilamento do tempo e do espaço&lt;/i&gt; e, neste movimento, se aprofunda e ganha novos contornos a geografia do capitalismo. Em segundo lugar, as novas formas capitalistas se explicitam em um universo de produção espacialmente ampliado” (p.39).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;“A partir de uma base técnica tipicamente capitalista, &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a definição de espaços&lt;/b&gt; revigora o investimento nos próprios países cêntricos, ampliando as já elevadas concentrações de capitais e de trabalho naqueles países, ao tempo em que problematiza o movimento de capitais no sentido de outros países, que como o Brasil, já havia iniciado um processo de investimentos produtivos avançando mudanças substanciais no processo produtivo” (p.40).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Se há uma redefinição das condições produtivas no centro, através do aprofundamento da estratégia de obtenção e mais-valia relativa [...] o campo próprio de matérias-primas passa a experimentar determinações que remetem para o novo padrão de acumulação” (p.40).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As forças de trabalho passam a ser pôr numa relação de complementariedade, quando a produção periférica a passa a buscar um produto que servirá ao andamento do processo produtivo no centro [...] &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Nesta perspectiva, se estabelece uma clivagem nas relações de comércio entre o centro e a periferia.&lt;/span&gt; Um fluxo de produtos de origem primária, mas destinado ao consumo direto, outro de matérias-primas, material sobre o qual incidirá no centro o esforço produtivo industrial. Sobre este recairá, com maior intensidade, toda a repercussão experimentada pela &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;dinâmica de capital fixo&lt;/i&gt;, enquanto expressão dos avanços e propriedades das relações entre o processo de desenvolvimento das ciências e da técnica” (p.41).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;1.2. A montagem da economia extrativista e reconfiguração da Amazônia (p. 42)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“No último quartel do século XIX, a Amazônia já experimentara &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;um extenso e complexo processo histórico de configuração das suas dimensões sociais e econômicas&lt;/span&gt;. As raízes coloniais da sua ocupação foram definidas já no século XVI e estiveram profundamente marcadas por transformações ocorridas no continente europeu [...] &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Os primeiros contatos do mundo europeu com terras amazônicas são marcados por interesses mercantilistas predominantes entre o período dos Descobrimentos e da Revolução Industrial&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (p.42).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Pedro de Orsúas já tinha navegado o Juruá atrás de minas de ouro (XVI). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A Questão da Propriedade Fundiária na formação economia do Acre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-element: para-border-div; padding: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;LER: MENDONÇA, Belarmino. Reconhecimento do rio Juruá (1905). Fundação Cultura do Estado do Acre. Rio Branco: 1989.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="border: none; line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; mso-padding-alt: 1.0pt 4.0pt 1.0pt 4.0pt; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“É o que se depreende, também, das afirmações do Barão de Santa’Anna, em seu livro LE PAYS DES AMAZINES, publicado em 1899, dando o Juruá por conhecido, desde o meado do século XVI” (p. 43).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Em meio às contradições da expansão capitalista e da ascensão burguesa na Europa, as bases históricas, as modalidades e o grau da integração elevam a ocupação da Amazônia à condição de uma particularidade no universo da ocupação e definição do espaço econômico e social brasileiro” (p.43-44).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“São destacáveis dois elementos constitutivos da realidade regional: a tentativa pioneira de montagem de uma base econômica articulada por uma pauta diversificada de produtos e a formação de uma base populacional que tem na incorporação da população pré-existente um elemento fundamental” (p. 44).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Esta característica da produção, que segue os desdobramentos da industrialização dos países centrais, se deve a uma busca ampliada de materiais e produtos, negando a fixação de objetivos marcados pela monoprodução. A extração florestal, apesar da precariedade e dos limites da exploração das chamadas “drogas do sertão”, atividade tipicamente e de limitados impulsos de transformação técnica, no entanto, está na base da diversificação dos elementos sociais articulados pela produção solicitada pela rede de comércio que se forma entre a colônia e a metrópole” (p.44-45).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“É nos interstícios dessa atividade de extração, em princípio nômade, que surgem as determinações de uma base produtiva marcadamente sedentária” (p. 45).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A produção que surge em uma base espacial fixa tende a suprir demandas externas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A visão reducionista está presente em autores como Censo Furtado, Caio Prado entre outros, que posicionam cada espaço particular enquanto sua contribuição para a formação econômica do país, o que equivale, regra geral, as regiões em suas contribuições para o desenvolvimento de industrialização que se desdobra na região sudeste”&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn6" name="_ftnref6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (p. 45).&lt;/span&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O segundo elemento&lt;/b&gt;, incorporação da população regional na montagem das estruturas produtivas, envolve o reconhecimento da pré-existência de condições sócio-culturais com as quais vai interagir o movimento da ocupação. &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A necessidade de transformação da população regional em força de trabalho corresponde, portanto, a um esforço de destruição de traços culturais regionais e a sua substituição por condições sociais que viabilizassem o desenvolvimento de relações adequadas à produção de um excedente para o comércio&lt;/span&gt;” (p.46).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Confronto entre os LUSITANOS e os POVOS AMAZÔNICOS. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Conceito “conquista” e “ocupação” = tem a ver com o processo produtivo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Estudar sobre CABANAGEM&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn7" name="_ftnref7" style="mso-footnote-id: ftn7;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (1835) = oligarquia local, senhores de terras e escravos, “comprova o desenvolvimento da consciência social do nativo amazônico” (p. 47). A região era o principal núcleo populacional. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A ocupação da região fica, por outro lado, submetida a estreitas condições econômicas” (p. 48).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Conquanto resultasse num desdobramento histórico marcado por relações de classe complexas, a ocupação regional fica, por outro lado, submetida a estreitas condições econômicas. Predominam nas relações comerciais o resultado da atividade extrativista (coleta), além de a produção agrícola apresentar indícios de desenvolvimento razoável” (p.48).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“As informações sobre a dinâmica das exportações regionais permitem que se avaliem os momentos da transição de uma base produtiva dominada pela atividade extrativista florestal para uma situação onde começa a surgir uma produção penetrada por maior domínio do homem sobre a natureza, através de mudanças nos processos de trabalho. A organização de uma base produtiva capaz de gerar um excedente voltado para o mercado externo, corresponde no caso amazônico, à formação, nos limites regionais, de espaços produtivos especializados. &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;As necessidade básicas da população passam a ser atendidas pelas transformações nas condições da produção interna, a qual avança para um processo de diversificação, enquanto se aprofundam novas bases para divisão social do trabalho.&lt;/span&gt; A separação de campo e cidade, neste período, já se expressa de forma nítida e é reforçada com a progressiva participação da borracha nos negócios regionais” (p.49).&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A produção de mercadorias na Amazônia assume os limites postos pelo uso da terra e da mão de obra essencialmente extensivo e ineficaz, característicos da extração florestal e da agricultura rudimentar como momentos essenciais da sua reprodução&lt;/span&gt;, no entanto, deve ser entendida enquanto esfera do amplo mercado mundial em construção pelos desdobramentos do universo capitalista que, cada vez mais nitidamente, se sustenta pela fluidez dos seus limites produtivos” (p.50).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A função desempenhada pela propriedade fundiária&lt;/span&gt;, na formação da economia amazônica, está determinada mais pela procura de maior parcela do produto regional e menos como mecanismo restritivo ao acesso à terra, impedimento à formação da pequena propriedade” (p. 51).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A dinâmica do capital mercantil, que prevalece ao longo da estruturação histórica da base produtiva regional, se sustenta com o desenvolvimento de formas de ajustamento entre uma base escravista e a produção de trabalho livre pela incorporação de segmentos das populações indígenas, notadamente através da ação da catequese” (p. 51). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A inclusão da borracha entre os produtos regionais exportáveis se efetiva em três fases: &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a primeira&lt;/b&gt;, enquanto “droga do sertão”, na forma de artesanato indígena; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a segunda&lt;/b&gt; ocorre com a sua adaptação ao uso industrial graças ao desenvolvimento do processo de vulcanização; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;a terceira&lt;/b&gt;, após o desenvolvimento da indústria automobilística e a invenção dos pneumáticos”&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; (p.52).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;LER: DARCY, Ribeiro. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;Os índios e a civilização&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A incorporação da borracha como matéria-prima implica a sua transformação em produto de uma nova sequencia de processo de trabalho” (p. 53).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A transformação da borracha em matéria-prima é uma decorrência da descoberta do processo de vulcanização por Charles Goodyer, em 1939 [...] Surgido como resultado do desenvolvimento da penetração da ciência na produção” (p. 53).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Houve um processo de domesticação da seringueira que consolidou a região como espaço de produção gumífera. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“À medida que se expandem as possibilidades de ganhos com atividade gomífera, setores da elite comercial procuram uma saída funcional mais viável para o curso do novo setor da produção da região, terminando por optar por aquela mais obviamente de acordo com a configuração estrutural das condições de reprodução social, mantendo o controle que já exercem, em vez de perseguirem alguma alternativa estratégica que pudesse exigir o afastamento de práticas bem estabelecidas” (p.54).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Inicialmente, o maior volume de produção é ainda obtido através do trabalho da população indígena, tradicionalmente envolvida no artesanato da borracha” (p.54).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Afirma josé Veríssimo: &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;até 1877, quem extraía, ou antes, quem tirava, para usar da expressão amazônica, a borracha, a qual já naquele ano se elevava a uma considerável soma de quilogramas, era exclusivamente o indígena amazônico: o caboclo ou tapuio e o mameluco&lt;/i&gt;” (p.54).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Nesta fase, o pessoal envolvido na atividade da extrativa da hévea era de cerca de 1700 homens” (p.54). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Produtividade/homem. Rendimento/árvore. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Roberto Santos estima que o pessoal em exploração em 1872, estaria por volta de 21 mil pessoas” (p.54).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A extração do látex leva em consideração as características da própria árvore. “Gera um sistema produtivo determante na organização social do trabalho” (p. 56).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A árvore é SANGRADA. “O tronco da árvore é primeiro atacado a golpes de machadinha” (p. 56).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Durante uma semana até cessar o escoamento do leite. Sendo que em muitas das vezes ela é derrubada afim de extrair as últimas gotas. Quais as condições técnicas da operação de extração do látex? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;- LER: MACEDO SOARES, José Carlos. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;A Borracha&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;. 1928. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Octavio Ianni chama a atenção para as consequências que decorrem dessa atividade, enquanto momento de transformação das relações sociais na região, dado que &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;ao apropriar-se da natureza, o homem modifica destrutivamente essa mesma natureza.&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Mas ele também se modifica, e não só pelo ganho, a apropriação do látex. É obrigado a seguir adiante. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Ao destruir as árvores que lhe permitem viver, ou sobreviver, condena-se ao nomadismo, que é uma forma singular de organizar socialmente a existência&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn8" name="_ftnref8" style="mso-footnote-id: ftn8;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;” (p.57).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Outros autores&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn9" name="_ftnref9" style="mso-footnote-id: ftn9;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; preferem denominar essa fase da economia do extrativismo de EXTRATIVISMO EXPEDICIONÁRIO&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn10" name="_ftnref10" style="mso-footnote-id: ftn10;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, o que corresponde a uma minimização das consequências sociais produzidas pela extração do caucho e que tornam os momentos da sua predominância como determinantes da definição das tramas sociais da região” (p.57).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Essa maneira de ver a extração do caucho enfraquece ou considera a constituição de momentos significativos das relações de produção, notadamente enquanto decorrência da forma de apropriação dos meios de produção” (p.57).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Octavio Ianni “&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;O nomadismo&lt;/span&gt; não significa inexistência de relação com a natureza, ou fraco relacionamento com ela. Significa uma relação muito especial; incidental, mas necessária, básica dos homens com a natureza”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Há quem diferencie a forma de exploração da seringueira com o caucho. O primeiro sedentário, o último um nômade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“O trabalho forçado de índios sedentários pacificados era limitado e se desenvolvia num sistema de corveia supervisionado por capatazes e, ao mesmo tempo, submetido a uma grande dificuldade de recrutamento” (p. 59).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A ampliação da atividade extrativista da hévea era vista pelos segmentos da classe dominante como uma ameaça para os mecanismos de reprodução social. A escassez do trabalho era, portanto, uma evidência que se agravara com o declínio acentuado da mão de obra africana desde a rebeliões de 1830. &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A abolição definitiva ocorreu 1884 na Província do Amazônas e 1888 no resto do país&lt;/span&gt;” (p.60). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Por outro lado, &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;a dinamização da demanda industrial incidindo sobre a produção gomífera, criava as condições para o desenvolvimento do universo das mercadorias, ampliando o círculo da produção e gerando repercussão sobre a esfera do consumo&lt;/span&gt;. Estes elementos eram por si desestabilizadores das condições sob as quais se processava a produção e a extração do excedente do qual depende da vida material da região. A expansão da produção começará, portanto, a configurar-se como uma ameaça real à continuidade do conjunto das demais produções”. (p.60).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Polarizando os recursos anteriormente destinados a reprodução de outras produções, a borracha vai se responsabilizando pela desestruturação das condições de abastecimento e de funcionamento dos mercados locais” (p.60).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“À medida que se definem condições cada vez mais favoráveis ao crescimento da borracha, setores das classes dirigentes [...] tornam-se progressivamente incapazes de evitar o deslocamento da mão- de- obra para aquelas atividades, o que problematiza sua própria sobrevivência econômica e acarreta a perda de poder político” (p.61).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“O vertiginoso aumento do volume de borracha é simultâneo a uma violenta compressão do café” (p. 61).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- O Comércio Gumífero trouxe capitais externos para a região.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Em que pese a ampliação da participação da borracha na pauta das exportações regionais, a década de 1980 é marcada pelos programas de colonização que seguiram basicamente os modelos estabelecidos pelos ‘núcleos’ iniciados ao tempo do império” (p.62).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A fabricação de NAVIOS À VAPOR (sistema de transportes) contribuiu para o sucesso do empreendimento extrativista.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Por volta dos anos cinquenta do século passado, as transformações técnicas, que redundaram &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;na introdução do navio a vapor, revolucionaram os transportes e abriram novas alternativas para as relações internacionais, ao tempo que revitalizaram o comércio regional&lt;/span&gt;. As possibilidades de uma aceleração da velocidade de circulação no consumo pré-existente, postas pelas novas condições de transporte, no entanto, contribuíram na fase inicial da exploração gomífera, para uma saída conservadora no que tange às relações de trabalho regionais, sem que os segmentos da classe dominante regional embarcassem na aventura mais complicada e arriscada de alargar o próprio círculo” (p.63).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Barão de Mauá detinha o monopólio da Companhia de Navegação e Comércio do Amazonas. O Brasil firmou a soberania no local. Contribuiu para a integração e fortalecer o comércio. Alterou a forma de circulação de pessoas e mercadorias. Tudo isso foi visto como um CRIME CONTRA A HUMANIDADE pelos EUA&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn11" name="_ftnref11" style="mso-footnote-id: ftn11;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- 7 de dezembro de 1866 = abertura dos portos à navegação estrangeira. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“A reordenação das estruturas de controle sobre a força de trabalho indígena, como forma de obter um produto gumífero ampliado, corresponde recurso aos mecanismos de exploração da mais-valia absoluta, ao lado da submissão das necessidades das comunidades indígenas às relações de mercado” (p.64).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Os interesses internacionais sobre o potencial econômico da região amazônico foram fortemente revigorados, notadamente por parte de potência emergentes tais como os EUA” (p.64).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;“Em 1874, a ampliação das bases de negócios regionais e a quebra do monopólio que se processara já 1853, abriram espaço para que uma empresa de capitais ingleses, fundada em Londres por volta de 1874, incorporasse as três companhias existentes. [...] &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;A ampliação das bases de negócio repercute sobre o espaço geográfico, como decorrência da ocupação territorial&lt;/span&gt;” (p.65).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- A NAVEGAÇÃO FLUVIAL ampliou as possibilidades de incorporação da região ao comércio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&amp;nbsp;“A &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;economia do extrativismo&lt;/b&gt; promove a dinamização das relações comerciais com Sul. Segundo Mendes&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftn12" name="_ftnref12" style="mso-footnote-id: ftn12;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;bem se pode dizer que, nas transações com o Sul, o Norte mantém sua conta corrente com saldo devedor, que liquida a prazo curto; por isso que lhe compra larga quantidade de seus produtos, sem que nada lhe venda&lt;/i&gt;”. (p.66)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;“A referência explicita as condições de preponderância da borracha enquanto elemento da pauta das exportações amazônicas. Isto, num momento em que o nascente processo de industrialização nacional ainda não assumira o produto como matéria-prima, faz das relações entre Norte e o Sul atos de compras unilaterais: o Norte compra do Sul com os saldos exportações efetivadas para o exterior” (p.66-67).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;“O pagamento das compras amazônicas eram efetuadas em moeda estrangeira” (p.67).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;À medida que se expandem &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;os negócios da economia do extrativismo &lt;/b&gt;no último quartel do século XIX é promovida uma ampla rede de negócios na região&lt;/span&gt;” (p.67).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- Além de várias companhias de seguros. “&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;O capital estrangeiro diversifica-se em um amplo conjunto de atividades, que engloba desde atividades específicas da economia do extrativismo, como participação no setor de aviamento, até o setor de serviços urbanos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;” (p. 67).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 150%;"&gt;- Benchimol diz que o Comercio Típico de Aviador surgiu com os imigrantes portugueses. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;“A estrutura de aplicações mais diversificada era formada pelos capitais estrangeiros, com forte predominancia dos de origem britânica, que se distribuiam entre serviços urbanos, portos e navegações, ocorrendo, inclusive, aplicações diretas no setor da produção” (p. 68).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 13px;"&gt;- O capital britânico concentrava-se seu interesse em atividades que davam suporte à economia do extrativismo: transporte, colonização e comércio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12px; line-height: 13px;"&gt;- Processo de ocupação: condições locais e globais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;- Economia retardatária e periférica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;&amp;nbsp;“Trata-se de uma combinação de interesses entre a fração da burguesia comercial da região e representações de capitais internacionais ou de origem sulista. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Por mais que as firmas nacionais se fundem em capitais próprios, nacionais, seu funcionamento, no entanto, se realiza através de operação articulada com capitais faraôneos” (p. 67).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- 1869 = Banco Comercial do Pará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- 1883 = Banco do Pará.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- 1895 = Banco do Amazonas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;- 1904 = Banco Amazonense. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Expressão espacial do desenvolvimento desigual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn2" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref2" name="_ftn2" style="mso-footnote-id: ftn2;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; “O tamanho do mercado agravou o efeito amortecedor da diminuição no investimento autônomo”. Ou seja, após conquistar o mercado interno, o aumento produtivo não tinha mais razão de ser até que pensou-se a exportação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn3" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref3" name="_ftn3" style="mso-footnote-id: ftn3;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; TEIXEIRA, A. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;u&gt;O Movimento da Industrialização nas Economias Capitalistas Centrais no Pós-Guerra&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn4" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref4" name="_ftn4" style="mso-footnote-id: ftn4;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; Por que o custo inicial será muito alto e significará uma “barreira à entrada” ou à competição.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn5" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref5" name="_ftn5" style="mso-footnote-id: ftn5;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Faz parte do processo da “ampliação do Mundo das Mercadorias”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn6" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref6" name="_ftn6" style="mso-footnote-id: ftn6;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[6]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt; O que acontece em relação ao estudo da História Mundial em função da Europa, ou a história do Acre em função do Purus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn7" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref7" name="_ftn7" style="mso-footnote-id: ftn7;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[7]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Ernesto Pinho Filho. &lt;u&gt;Amazônia entre contrastes.&amp;nbsp; &lt;/u&gt;“O movimento resultou em mais de 30 mil vítimas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn8" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref8" name="_ftn8" style="mso-footnote-id: ftn8;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[8]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt; IANNI, Octavio. &lt;u&gt;A Luta pela Terra&lt;/u&gt;.&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn9" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref9" name="_ftn9" style="mso-footnote-id: ftn9;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[9]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt; Euclides da Cunha fala de “Frente caucheira”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn10" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref10" name="_ftn10" style="mso-footnote-id: ftn10;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[10]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt; O extrativismo era predatório por demais. Fraco relacionamento com a natureza.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn11" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref11" name="_ftn11" style="mso-footnote-id: ftn11;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt; line-height: 115%;"&gt;[11]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 9pt;"&gt; “Portas fechadas aos barcos estrangeiros” era um crime, pois estes vinham trazer “civilização” e não ofender a soberania do Brasil na região.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="ftn12" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/40.%20Economia%20UFAC/1.%20MONOGRAFIA%20DE%20ECONOMIA/RESUMO.%20%20LIMA,%20M%C3%A1rio%20Jose.%20Capitalismo%20e%20Extrativismo%20-%20a%20forma%C3%A7%C3%A3o%20da%20regi%C3%A3o%20acreana..docx#_ftnref12" name="_ftn12" style="mso-footnote-id: ftn12;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[12]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; MENDES, J. &lt;u&gt;A Crise Amazônica e a Borracha&lt;/u&gt;. 1908.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3046802579660610038?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3046802579660610038/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3046802579660610038' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3046802579660610038'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3046802579660610038'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/resumo-da-tese-de-mario-jose-lima.html' title='RESUMO DO PRIMEIRO CAPÍTULO DA TESE  de Mário Jose Lima. Capitalismo e Extrativismo: a formação da região acreana. São Paulo: UNICAMP. 1994.'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-1717279388353459115</id><published>2012-01-16T20:09:00.000-08:00</published><updated>2012-01-16T20:09:47.963-08:00</updated><title type='text'>Análise da letra da músida "ideologia" de Cazuza</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/IH3CD2lEUcI" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu partido é um coração partido:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Perda da confiança nos partidos de esquerda da época e percepção de que, soluções breves estavam muito longe de se tornarem realidade, já que, o jogo da política engessa os mecanismos de mudança para proteger os próprios políticos e que, quem entra na política, em muito pouco tempo, funciona como mais uma engrenagem corrompida, de uma máquina viciada. Cazuza mencionava que, se deparar com tal visão, lhe partia o coração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minhas ilusões estão todas perdidas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A perda da confiança de que o país vai mudar no tempo célere que todo jovem acredita ser capaz de modificar um complexo conjunto de questões econômicas, culturais e sociais. O Brasil é um país jovem, que apenas agora, 25 anos depois da música lançada, dá seus primeiros passinhos para se tornar um país mais sério, mais maduro, ainda que muito longe do ideal vislumbrado por Cazuza, na época da composição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os meus sonhos foram todos vendidos tão barato que eu nem acredito:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito comum na década de 80, os jovens eram extremamente idealistas, ávidos e despreparados, rapidamente, ao se depararem com a realidade DA VIDA, da nação e do mundo, viam que esses “sonhos” eram na verdade devaneios inconsistentes e Cazuza viajava muito nessa época para os EUA, tendo chance de perceber que as coisas na vida eram menos simples do que ele entendia anteriormente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele garoto que iria mudar o mundo freqüenta agora as festas do Grand Monde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cazuza disparava contra a burguesia da época, mencionando nessa frase, de modo obscuro, o fato de ele nascera no berço da sociedade cultural endinheirada carioca, se rebelou contra ela por uns tempos e depois, voltou a circular pelas festas da nata da elite carioca, há também fortes indícios de que ele esteja mencionando uma boate de São Paulo, chamada Grand Monde, do mesmo dono do Val Improviso, de “Só as mães são felizes”, ambas, boates de Transexuais e Gays, frequentadas por milionários, políticos e artistas da década de 80 Cazuza frequentava o submundo da Boca do Luxo em Sampa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meus heróis morreram de overdose e meus inimigos estão no poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frase de alto impacto, artisticamente muitíssimo feliz, que, claramente referencia e reverencia Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, entre muitos outros que, na década de 70 perderam suas vidas por overdose de drogas e álcool, fazendo uso da licença poética, Cazuza associa os trechos em síntese, narrando o momento (na época), como quem se queixava de que: seus grandes artistas e referências se perderam para as drogas e seus inimigos, “os militares” e forças autárquicas, jaziam estabelecidas no poder e havia muito pouco que pudesse ser feito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ideologia, eu quero uma pra viver:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conjunto de valores que funde ideais políticos, estilo escolhido de vida, valores morais e conceitos pessoais, que norteiam a escolha de qual lado se vai estar, especialmente em sociedades profundamente desiguais, como era e ainda é a sociedade brasileira. Mencionar “eu quero UMA pra viver” indica que Cazuza se via confuso e desiludido com o andamento do país e que tinha mudado tantas vezes de “ideia”, que, sentia-se compelido a buscar um lugar que pudesse identificar como seu naquele panorama, Coisa difícil de ser conseguida com uma sequencia desastrosa de governos de: Itamar, Sarney e Collor, planos econômicos absurdos, confiscos de poupança e especialmente por uma sociedade apática que não reagia diante de desigualdades inacreditáveis e resquícios de ditadura; para piorar, a energia artística do Rock na época se esvaia, tornando a visão geral da coisa toda, no mínimo tenebrosa, restando a ele se confortar com a verdade de que ser artista e genial, não muda em quase nada certos mecanismos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O meu prazer agora é risco de vida:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao vivo Cazuza cantava essa frase com a seguinte letra: “o meu tesão agora é risco de vida”, óbvio que ele mencionava o fato de que sua roleta-russa sexual, o tinha levado a uma condição em que ele poderia ser reinfectado ou infectar parceiros sexuais (lembrando que as pessoas portadoras de HIV podem se infectar por outros genótipos do vírus, complicando muito o quadro e o tratamento), Cazuza é um exemplo de força e luta contra a AIDS (se não o maior exemplo em todos os tempo) e levava seu tratamento de maneira muito séria, Cazuza é também uma das maiores referencias de amor à vida e fé de que tudo pode terminar bem, com ou sem a AIDS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu Sex and Drugs no tem nenhum Rock’n’Roll:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma frase magistral de Cazuza que define seu estilo de vida pela máxima que vivera até então, a do Sexo, Drogas e Rock, muito usada na década de 70, aqui, Cazuza desabafa confessando que seu estilo de sexo e drogas não tem mais nenhuma “Bossa”, que é démodé e especialmente que, naquele momento, com a saúde já debilitada, fazer sexo desprotegido e usar drogas descontroladamente, não tinha nada de poético ou de estiloso, mas sim, era uma estupidez. (estupidez que ele não conseguia evitar, Cazuza bebia muito, mesmo tomando os coqueteis contra a AIDS), mas , reconhecia a estupidez como um fato presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu vou pagar a conta do analista pra nunca mais ter que saber quem eu sou:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui entra o ego de grande estrela do Rock e de Pop Star, onde Cazuza vocifera mudar completamente de abordagem do seu problema, abandonar análise, médico, remédios e (transfusões de sangue de cavalo) “SIM, CAZUZA FEZ INCLUSIVE ISSO NA TENTATIVA DE VIVER UM POUCO MAIS E MELHOR”… ele ameaça jogar tudo pro alto e esquecer sua força e gana pela vida, coisa que em momento algum ele fez, mas vale a licença poética de se permitir mandar tudo pro inferno e sumir, aqui Cazuza fala nisso, em metáfora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois aquele garoto que iria mudar o mundo agora assiste a tudo em cima do muro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demonstração clara de impotência e frustração, sem tomar partido e sem se posicionar (coisa que Cazuza nunca fez), logo a seguir, ele fuzilou a burguesia, os políticos, a sociedade e chegou a escrever “eu sou burguês mas eu sou artista”, “o bom burguês é bom operário”, portanto, aqui Cazuza faz uma piada consigo mesmo, como quem diz: “estou em cima do muro, pois não tenho o que fazer nesse momento, mas me aguardem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
******************&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não podemos nunca esquecer que Cazuza tinha um humor ácido e sarcástico, azedo mesmo, o que lhe rendeu o apelido de Caju, anos depois modificado para Cazuza e que ele usa de um arsenal poético denso e contundente. consideremos que Cazuza adorava causar impacto e até certo estardalhaço, que era a estrela maior do Rock Nacional, considerado “O poeta” daquela geração, que esse disco é também o renascimento de Cazuza desde sua saída do Barão Vermelho e que fazia muito o gênero do: o que eu disse não quer dizer exatamente aquilo apenas, quer dizer muito mais ou, é muito mais simples do que você consegue ler. Esse era Cazuza e sua “Ideologia”, pra bom entendedor, meia palavra bastava e pros demais, ele usava sua verborragia agressiva e escondia por detrás de suas letra, de sua voz rouca, forte e debochada um ser humano cheio de conflitos, de uma genialidade indiscutivel e uma maneira linda de ver a vida e transcrevê-la em forma de canções. VIVA CAZUZA!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renato Sucupira&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Letrista e Músico&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-1717279388353459115?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/1717279388353459115/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=1717279388353459115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1717279388353459115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1717279388353459115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/analise-da-letra-da-musida-ideologia-de.html' title='Análise da letra da músida &quot;ideologia&quot; de Cazuza'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/IH3CD2lEUcI/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-4433949530187215602</id><published>2012-01-07T15:01:00.000-08:00</published><updated>2012-01-07T15:01:22.804-08:00</updated><title type='text'>Livro = NOME E O TEMPO DOS YAMINAWA, O Etnologia e história dos Yaminawa do Rio Acre</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.livroseeditoras.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/1/7/179_1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rea="true" src="http://www.livroseeditoras.com.br/media/catalog/product/cache/1/image/9df78eab33525d08d6e5fb8d27136e95/1/7/179_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-4433949530187215602?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/4433949530187215602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=4433949530187215602' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4433949530187215602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4433949530187215602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/livro-nome-e-o-tempo-dos-yaminawa-o.html' title='Livro = NOME E O TEMPO DOS YAMINAWA, O Etnologia e história dos Yaminawa do Rio Acre'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-2119652290514388256</id><published>2012-01-07T14:27:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T14:27:54.578-08:00</updated><title type='text'>O Tratado Brasil-Peru</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/senadores/senador/geraldomesquita/textos/tratado_Peru_final_II.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BAIXE AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-2119652290514388256?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/2119652290514388256/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=2119652290514388256' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2119652290514388256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2119652290514388256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/o-tratado-brasil-peru.html' title='O Tratado Brasil-Peru'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8523177810895575549</id><published>2012-01-07T12:18:00.001-08:00</published><updated>2012-01-07T12:18:38.157-08:00</updated><title type='text'>Sobre o carnaval!!!!!!!!!!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/T1MKkGYRQzM" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8523177810895575549?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8523177810895575549/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8523177810895575549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8523177810895575549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8523177810895575549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/sobre-o-carnaval.html' title='Sobre o carnaval!!!!!!!!!!'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/T1MKkGYRQzM/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-5391289964576000124</id><published>2012-01-04T13:14:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T13:14:01.989-08:00</updated><title type='text'>ACRE: UM NOVO RÓTULO E UM VELHO DISCURSO</title><content type='html'>Joselânio Ferreira; Nelciano Lima; Pablo Junior; Renô Lorêdo; Ruiberto Junior; Ivanilson Dias (Acadêmicos de Geografia Bacharelado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O estado do acre se localiza a sudoeste da região Norte e tem como limites os estados do Amazonas a norte, Rondônia a leste, a Bolívia a sudeste e o Peru ao sul e oeste. Ocupa uma área de 152.581,4 km². Em um contexto histórico, a ocupação do território acriano se deu através do surto da borracha, o que causou a migração de nordestinos para a região influenciados pela seca prolongada que assolava o nordeste na época. Sendo assim, a maior parte dos povos do estado é de nordestinos e seus descendentes, indígenas, mestiços e bolivianos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A demanda mundial de produção de borracha (1942 – 1945) mudou a estratégia do governo brasileiro em relação à ocupação das imensas regiões da Amazônia, e ressuscitou o antigo extrativismo nos seringais do final do século XIX. Isso consequentemente beneficiou os seringalistas que, devido a concorrência dos seringais asiáticos e principalmente da Malásia, havia perdido espaço no mercado internacional da borracha. (SILVA, Nilson)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O desenvolvimento econômico e também histórico do estado se deu através de dois acontecimentos, no fim do século XIX com o surto da borracha, apesar de uma grande porcentagem das riquezas produzidas durante esse período não terem sido revertidas em melhorias para o estado e a maior quantidade empregadas nos estados do Amazonas e Belém. E no fim dos anos sessenta com queda dos seringais e o inicio das atividades agropecuárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decorrente dos sulistas que chegaram à região em busca das falsas riquezas prometidas pelos governantes da época, que os mesmo intitulavam região como um novo El Dorado uma terra prometida cheia de riquezas. O que na verdade não era bem nesse contexto, pois se comparados aos perigos que existiam ao ir para a guerra o risco de povoar a Amazônia em busca de um desenvolvimento econômico para a própria região era ainda maior. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passando então a época que se consolida ainda mais o território acreano que é desde o período da borracha até a tentativa frustrante de implantar a agropecuária no território amazônico, partiremos para a década de 90 que marcado pelo inicio do governo intitulado da floresta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.............................&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tal governo surge no estado com uma característica e intitulação de “novo”, esse rotulo e o novo discurso descaracteriza o anterior fazendo com isso sua alto promoção, suas politicas públicas e territoriais eram voltadas exclusivamente ao novo tipo de desenvolvimento que seria o desenvolvimento sustentável que é caracterizado pela preservação da floresta e um tratamento especial aos povos da florestas. No contexto Geo-Historico seria a modernidade forçadamente implantada, no já consolidado estado acriano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A modernidade pode ser tratada aqui no termo de “florestania”, algo criado como base para politica do próprio governo da floresta, sendo que esse “moderno” é interpretado como um marketing e logo por um discurso novo. Que se baseava na preservação da floresta. O discurso de florestania também teve a ideia de tentativa de revitalização histórica do processo de criação e ocupação do território acriano, que foram feitos por povos de seringueiros que habitavam a região, daí tem-se então o titulo de governo dos povos da floresta, seria a tentativa já conhecida de sempre preservar esse discurso do governo de sempre se comparar e criar os heróis que tiveram função de servir como propaganda para o governo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A palavra Florestania nasceu no Acre. Um de seus criadores, o jornalista e escritor Toinho Alves, explica que ela emergiu quase como uma brincadeira nos anos noventa. Após passarem algum tempo andando pela floresta e conversando com a população residente da mesma, o trabalho desenvolvido por uma organização não governamental, ele e outros jovens militantes foram chamados a fazer parte do projeto administrativo do PT que iniciou com a eleição de Jorge Viana para prefeito de Rio Branco, capital do Acre, em 1992. A mesma equipe que ganhou mais experiência na Prefeitura chegou ao Governo do Estado em 1998 e estava metida nas discussões para escolha de um planejamento estratégico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com SILVA:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O “acreanismo” não era um discurso novo. A história política do Acre demonstra que essa foi uma ideia que caracterizou o imaginário das elites como forma de preencher a incapacidade que as mesmas tiveram em conduzir os graves problemas econômicos, políticos e sociais porque passou e ainda passa a sociedade acriana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essa forma de marketing se apropriando de termos usados por povos da floresta mais o capitalismo que vem das grandes empresas multinacionais, o governo vem trazendo uma hegemonia de 10 anos no poder omitindo verdades, alienando a população. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta forma, todos esses discursos de modernidade, desenvolvimento econômico baseado em marketing, que já tem uma escala de tempo de mais de uma década, e tenta de todas as formas consolidarem a idéia, de que por um lado serviu de plataforma política para frente popular e de outro preservar a Amazônia, sendo que este ultimo se torna um segundo plano. Vale lembrar ainda que a contradição é bem acentuada devido não haver condições de se desenvolver sem que faça agressão à floresta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencias Bibliográficas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SILVA, Nilson. O governo da floresta, doutorado em ciências.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-5391289964576000124?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/5391289964576000124/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=5391289964576000124' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5391289964576000124'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5391289964576000124'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2012/01/acre-um-novo-rotulo-e-um-velho-discurso.html' title='ACRE: UM NOVO RÓTULO E UM VELHO DISCURSO'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-4014191281058371917</id><published>2011-12-27T08:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-27T09:18:26.074-08:00</updated><title type='text'>LIVRO: A PRIVATARIA TUCANA (PSDB)... para quem gosta de debater POLÍTICA, "lavagem de dinheiro" e a futura privatização do SAERB!!!!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/wp-content/uploads/2011/12/a_privataria_tucana.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" rea="true" src="http://www.oesquema.com.br/trabalhosujo/wp-content/uploads/2011/12/a_privataria_tucana.jpg" width="218" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.megaupload.com/?d=HDBVXBQ7" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BAIXE O LIVRO AQUI&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://hotfile.com/dl/137515321/b7d895c/A_Privataria_Tucana_-_Amaury_Ribeiro_Jr.pdf.html"&gt;http://hotfile.com/dl/137515321/b7d895c/A_Privataria_Tucana_-_Amaury_Ribeiro_Jr.pdf.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ufUjcYOY_iE" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prepare-se, leitor, porque este, infelizmente, não é um livro qualquer. Ele nos traz, de maneira chocante e até decepcionante, a dura realidade dos bastidores da política e do empresariado brasileiro, em conluio para roubar dinheiro público. Faz uma denúncia vigorosa do que foi a chamada Era das Privatizações, instaurada pelo governo de Fernando Henrique Cardoso e por alguns de seus ministros e altos funcionários. Nomes imprevistos, até agora blindados pela aura da honestidade, surgirão manchados pela imprevista descoberta de seus malfeitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
autor, famoso jornalista investigativo, que trabalhou em varios grandes jornais e revistas, faz um trabalho investigativo que começa de maneira assustadora, quando leva um tiro ao fazer reportagem sobre o narcotráfico e assassinato de adolescentes, na periferia de Brasília. Depois do trauma sofrido, refugia-se em Minas e começa a investigar uma rede de espionagem que tinha o objetivo de desacreditar um possível candidato do PSDB, o ex-governador mineiro Aécio Neves. Ao puxar o fio da meada, mergulha num novelo de proporções espantosas. livro tem 160 páginas de documentos irrefutáveis, contas no exterior, copias de cheques e contratos, fotos dos locais onde os políticos guardaram dinheiro para enriquecerem e financiarem campanhas eleitorais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-4014191281058371917?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/4014191281058371917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=4014191281058371917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4014191281058371917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4014191281058371917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/livro-privataria-tucana-psdb-para-quem.html' title='LIVRO: A PRIVATARIA TUCANA (PSDB)... para quem gosta de debater POLÍTICA, &quot;lavagem de dinheiro&quot; e a futura privatização do SAERB!!!!!!'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/ufUjcYOY_iE/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8585409142260355471</id><published>2011-12-27T08:18:00.001-08:00</published><updated>2011-12-27T08:18:32.211-08:00</updated><title type='text'>Novo Ano, Velhas práticas... mas de qualquer maneira: FELIZ 2012!!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-09dgf30vIag/TvjkeS8WPrI/AAAAAAAAbeE/yT-PJ_q1i0o/s1600/bessinha_954.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" rea="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-09dgf30vIag/TvjkeS8WPrI/AAAAAAAAbeE/yT-PJ_q1i0o/s400/bessinha_954.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8585409142260355471?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8585409142260355471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8585409142260355471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8585409142260355471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8585409142260355471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/novo-ano-velhas-praticas-mas-de.html' title='Novo Ano, Velhas práticas... mas de qualquer maneira: FELIZ 2012!!!!'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-09dgf30vIag/TvjkeS8WPrI/AAAAAAAAbeE/yT-PJ_q1i0o/s72-c/bessinha_954.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-2924754239291043073</id><published>2011-12-25T18:50:00.000-08:00</published><updated>2011-12-25T18:50:20.152-08:00</updated><title type='text'>(EXCLUSIVO) - CORREIA, Serzedêllo. O Rio Acre.1899</title><content type='html'>&lt;iframe frameborder="0" height="430" src="http://www.archive.org/stream/orioacreligeiro00corrgoog?ui=embed#mode/1up" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-2924754239291043073?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/2924754239291043073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=2924754239291043073' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2924754239291043073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2924754239291043073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/exclusivo-correia-serzedello-o-rio.html' title='(EXCLUSIVO) - CORREIA, Serzedêllo. O Rio Acre.1899'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-5912596905300300088</id><published>2011-12-25T18:03:00.000-08:00</published><updated>2011-12-25T18:03:41.636-08:00</updated><title type='text'>EXCLUSIVO: ARAMAYO, Félix Avelino. La cuestión del Acre y la legación de Bolivia en Londres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe frameborder="0" height="430" src="http://www.archive.org/stream/lacuestindelacr00aramgoog?ui=embed#mode/1up" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-5912596905300300088?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/5912596905300300088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=5912596905300300088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5912596905300300088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5912596905300300088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/exclusivo-aramayo-felix-avelino-la.html' title='EXCLUSIVO: ARAMAYO, Félix Avelino. La cuestión del Acre y la legación de Bolivia en Londres'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-1151983793318741341</id><published>2011-12-21T07:58:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T08:02:03.208-08:00</updated><title type='text'>Aos amantes de livros relacionados à história acreana uma dica: LIVRO "O Ladrão no Fim do Mundo"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.kuantokusta.com.br/img_upload/produtos_livros/781884_3_o-ladrao-no-fim-do-mundo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" oda="true" src="http://www.kuantokusta.com.br/img_upload/produtos_livros/781884_3_o-ladrao-no-fim-do-mundo.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-30Yr77w9sYw/TsqQwqLn20I/AAAAAAAABcs/G0iOVOq5Mjg/s1600/oladrao.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="173" oda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-30Yr77w9sYw/TsqQwqLn20I/AAAAAAAABcs/G0iOVOq5Mjg/s320/oladrao.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A história de como o inglês Henry Wickham contrabandeou 70 mil sementes de seringueiras da Floresta Amazônica para a Inglaterra no século XIX é um dos casos mais ilustrativos de biopirataria de espécies amazônicas. Movido pela ambição de crescer na indústria da borracha, à época tão importante quanto a do petróleo hoje, Wickham decide explorar a selva amazônica na Venezuela e no Brasil. Após enfrentar todos os perigos da floresta, cobras e insetos gigantes, índios Yanomami e outras experiências que quase o levaram à morte, Henry Wickham retorna à Inglaterra com milhares de raras sementes de seringueira que produzia uma borracha super resistente. Estudadas no jardim botânico de Londres, as sementes foram enviadas para plantações nas colônias inglesas tropicais, e depois de trinta anos, a Inglaterra conseguiu superar o Brasil no monopólio da borracha, dominando os suprimentos mundiais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-1151983793318741341?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/1151983793318741341/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=1151983793318741341' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1151983793318741341'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1151983793318741341'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/aos-amantes-da-historia-acreana-uma.html' title='Aos amantes de livros relacionados à história acreana uma dica: LIVRO &quot;O Ladrão no Fim do Mundo&quot;'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-30Yr77w9sYw/TsqQwqLn20I/AAAAAAAABcs/G0iOVOq5Mjg/s72-c/oladrao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3371018099832775151</id><published>2011-12-06T18:13:00.000-08:00</published><updated>2011-12-06T18:15:24.003-08:00</updated><title type='text'>"Não é festa. É Revolução!!!!" Bolivian Syndicate ou Acre Syndicate? (João Veras/ Heloy de Castro)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/DXjGP2FA0bo" width="420"&gt;&amp;amp;lt;p&amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;gt;&amp;amp;amp;amp;amp;lt;br&amp;amp;amp;amp;amp;gt;cccc&amp;amp;lt;/p&amp;amp;gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3371018099832775151?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3371018099832775151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3371018099832775151' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3371018099832775151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3371018099832775151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/nao-e-festa-e-revolucao-bolivian.html' title='&quot;Não é festa. É Revolução!!!!&quot; Bolivian Syndicate ou Acre Syndicate? (João Veras/ Heloy de Castro)'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/DXjGP2FA0bo/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-7360095882941543940</id><published>2011-12-04T07:12:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T19:13:01.944-08:00</updated><title type='text'>DA EPOPÉIA À ELEGIA: A PRESENÇA DO CAPITALISMO NA FORMAÇÃO DO ACRE  (Por Eduardo Carneiro)</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;“O capital ao surgir escorre-lhe &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;sangue&lt;/b&gt; e &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;lodo&lt;/b&gt;&amp;nbsp;por todos os poros, da cabeça aos pés” (MARX, 1968, p. 879, grifo nosso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;“Um espectro ronda a Europa”, essa é a frase inaugural do Manifesto do Partido Comunista, publicado em 1848, pelos economistas Karl Marx e Friedrich Engels. O espectro a que se referiam era o comunismo. Segundo diziam, “todas as grandes potências da velha Europa unem-se numa Santa Aliança para conjurá-lo” (MARX; ENGELS, 1989, p. 29).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Um “espectro” com maior potencial de assombro se “manifestou” na Amazônia Ocidental em fins do século XIX, e não houve quem exorcizá-lo. Pelo contrário, muito mais foram aqueles que se uniram para &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;adorá-lo, &lt;/i&gt;para tornarem-se procuradores dele na região. Uniram-se ao “monstro” ao ponto de se confundirem com ele. O capitalismo penetrou na Amazônia e por onde passou esse “espectro”, em seu perfil “imperialista”, gerou “horrores econômicos” (FORRESTER, 1997), “políticos” (GENEREUX, 2000) e “sociais”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O “capital” não se instala e nem consegue sobreviver sem “desgraças”. Essa afirmação de Perrault (1999) pode ser facilmente comprovada através da observação da própria história do capitalismo. Infelizmente, o processo de ocupação do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Aquiry &lt;/i&gt;por brasileiros e a consequente anexação dele ao Brasil fazem parte desse “flagelo”. E, por mais que a História Oficial aponte para um lado imaginariamente “belo”, “heróico” e “patriótico” da genealogia do Acre e dos acreanos, a História Econômica a partir das evidências indica o lado oposto, o do “horror” como marca da formação econômico-social do Acre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Será preciso estar com “espírito aberto” para uma nova interpretação dos fatos históricos que marcam o “abrasileiramento” das terras que até então eram ocupadas centenariamente por povos indígenas. A imagem “positiva” da origem do Acre legitima o capitalismo na região e dissimula os seus nefastos desdobramentos econômicos, políticos e sociais, do ingresso do capital internacional.&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt; &lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;A narrativa épica é anualmente divulgada pelo Governo do Estado por intermédio do Departamento de Patrimônio Histórico e da Secretaria de Comunicação por ocasião da passagem do aniversário dos principais acontecimentos da dita Revolução Acreana. Geralmente os fatos são contados sem nenhuma discussão. E durante o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Centenário da Revolução Acreana&lt;/i&gt; (1999-2003), aconteceu pior, pois todos os acontecimentos históricos foram elogiados ao ponto da quase apoteose. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Nas escolas, não há dúvidas quanto à opção da Secretaria de Educação (SEE/Ac) pelo ensino “elogioso” da história do processo de ocupação e anexação do Acre ao Brasil. A criança é ensinada desde cedo a ter orgulho da comunidade a que pertence, a reconhecer os heróis do passado e do presente e render-lhes homenagens. Enfim, a ter propensão ao civismo e ao respeito às autoridades.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mas se analisado serialmente os fatos que fazem parte do processo de anexação das terras que hoje conhecemos como Acre ao Brasil, as conclusões são outras. E o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;ponto-chave&lt;/i&gt; para “esclarecer” a questão é relacionar todo processo migratório e toda a demanda pela atividade econômica seringueira com os interesses advindos do capital internacional, que na época patrocinou praticamente toda migração. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Vivia-se o período do chamado “imperialismo”, em que as grandes potências mundiais se expandiam, ampliando a cadeia mercantil mundial e formando aquilo que o sociólogo estadunidense Wallerstein (1999) chamou de “Economia-Mundo Capitalista”. É bom lembrar que capital nada mais é do que um processo de ampliação de valor por meio do investimento em negócios lucrativos. E quando o mercado nacional já se encontra saturado, os investimentos passam a ser feitos em “novos mercados” que garantam maiores taxas de retorno. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;La region de la goma &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;foi uma dessas oportunidades comerciais vantajosas em fins do século XIX por conta da demanda que a&amp;nbsp; indústria automobilística tinha por borracha. Em ela sendo incluída na cadeia mercantil da Economia-Mundo Capitalista, teve início a história do Acre enquanto terra habitável por homem branco, maioria de nacionalidade brasileira. A migração de nordestinos para a região, a dita &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Revolução Acreana&lt;/i&gt; e a assinatura do Tratado de Petrópolis (1903); em fim, o abrasileiramento daquelas terras, está relacionado com o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;“espectro” que se instalou na &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;região e que lhe transmitiu valor econômico. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Ao nomearem de “Acre” a região onde extraiam látex por demanda internacional, os brasileiros praticavam uma “violência simbólica” sem tamanho, pois se apoderavam da região primeiramente no imaginário, considerando-a “terra de ninguém”. Não levaram em conta o vínculo e o sentimento de pertencimento que vários nativos tinham com a terra. Nem os Tratados Internacionais que demarcavam o território como não-brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Argumenta-se aqui que o Acre só é Acre por conta, em primeiro lugar, do capital internacional na região em fins do século XIX; e, em segundo lugar, por conta da ambição dos “heróis” que seduzidos por esse capital foram capazes das mais diversas atrocidades. Do genocídio de inúmeras tribos indígenas ao conflito armado internacional. Mas não é de se estranhar, pois na história econômica do homem a violência é parte integrante.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt; Os fins dos mais fortes sempre tendem a justificar os meios utilizados sobre os mais fracos.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O respeito e a observância dos princípios morais e éticos são sempre secundários quando objetivo é “se dar bem”. Para garantir seus interesses o homem é capaz de matar, escravizar, servilizar, assalariar, roubar, guerrear, infringir leis, praticar corrupção, invadir terra alheia e criar teorias “científicas” que justifiquem tudo isso. Não há preocupação com o próximo, pois “a guerra é quase tão antiga quanto o próprio homem e atinge os lugares mais secretos do coração humano” (KEEGAN, 1996).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Ninguém que se dedique à meditação sobre a história e a política, consegue se manter ignorante do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;enorme papel que a violência&lt;/b&gt; &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;sempre desempenhou nas atividades humanas&lt;/b&gt;, e à primeira vista é bastante surpreendente que a violência tão raramente tenha sido objeto de consideração. (ARENDT, 1994, p. 7, grifo nosso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mais o pior de tudo foi o fato &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;de “os heróis” terem trazido consigo, conscientemente ou não, o “espectro” do capitalismo para a região, e com ele todas as “maldições” que sempre o acompanham, desde os danos ambientais até a exclusão social. Afirmamos ser “pior” por que as consequências desse feito tem se desdobrado até hoje. Eles desbravaram o “Aquiry” indígena e as “&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Tierras Non Descobiertas&lt;/i&gt;” bolivianas para servirem de rota ao Capital Internacional. Mas isso é um fato silenciado pela historiografia oficial, pois identificar os “heróis da primeira geração de acreanos” como os responsáveis pela instalação das relações &lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=7360095882941543940" name="OLE_LINK6"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=7360095882941543940" name="OLE_LINK5"&gt;socioeconômica&lt;/a&gt;s de produção capitalista no Acre é fazê-los protagonistas do “império do mau” (PERRAULT, 1999, p. 12). &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em síntese, a “genealogia” do Acre nada tem a ver com a narrativa épica da historiografia oficial repleta de “heroísmo” e “patriotismo” dos nordestinos. Mais parece uma &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;elegia, &lt;/i&gt;pois, como afirma a epígrafe desse texto, o capital ao se instalar, no caso nas barrancas dos rios Juruá e Purus, produz logo “sangue” e “lodo”. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O primeiro, representando o genocídio dos nativos e os assassinatos de bolivianos e brasileiros; o segundo, uma &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;das &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;mais opressoras e corruptas sociedades da história do Brasil – a sociedade gomífera baseada no “sistema de aviamento” e no “coronelismo” em que a “lei do cano da espingarda” era que prevalecia. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;E foi justamente o maior poder de matar a que os migrantes brasileiros dispunham frente aos bolivianos e indígenas que garantiu o sucesso da posse daquelas terras e forçou todo o processo de legalização internacional do abrasileiramento definitivo delas. “Se a essência do poder é a efetividade do domínio, não existe então nenhum poder maior do que aquele que provem do &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;cano de uma arma&lt;/b&gt;”&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;(ARENDT, 1994, p. 23, grifo nosso). As terras ficaram com quem tinham maior poder de violência, isso é fato. E onde há riqueza há abuso de poder. “A guerra está indiscutivelmente ligada à economia”, já dizia Keegan (1996, p. 16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Não adianta a historiografia continuar tentando heroificar a dita Revolução Acreana. Não há motivos para aplaudir conflitos armados impulsionados por interesses econômicos de oligarquias locais. A narrativa da dita &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Revolução Acreana&lt;/i&gt; como fenômeno inaugural do Acre não tende ao paraíso, pois “[...] os fatos da guerra não são frios. Eles queimam com o calor do fogo do inferno” (idem, p. 22).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;Ela é a expressão “nua e crua” do corrosivo egoísmo humano marcado pela violência coletiva premeditada. Não há herói acreano querendo arriscar a vida por amor ao Brasil, e sim o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;homo economicus &lt;/i&gt;defendendo seus ganhos advindos da economia gomífera. Havia muito a ser dito sobre o assunto, mas o espaço concedido aqui não nos permite. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Para finalizar, é bom que se diga que a historiografia oficial sobre a anexação do Acre ao Brasil está marcada por uma narrativa produzida em função dos interesses dos “coronéis de barranco” e dos políticos e comerciantes de Manaus e Belém que, na época, tinham muito a perder com a “bolivianização” da região. A elite da nascente sociedade acreana se deu ao trabalho de reproduzir a narrativa epopeica, pois várias foram as consequências do processo de reprodução de capital internacional na última fronteira amazônica brasileira que se buscava silenciar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mas, se ao olhar para trás o brasileiro e, o acreano em particular, enxergar na genealogia do Acre “sangue” e “lodo” em vez de “heroísmo” e “patriotismo”, o objetivo do artigo terá sido atingido. Pois o “sangue” e “lodo” subsistem até hoje. Viva o Acre Sustentável!!!!!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Eduardo de Araújo Carneiro&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt; é professor de História Econômica da UFAC. &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;
&lt;a href="http://www.estudandohistoriaeconomica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;www.estudandohistoriaeconomica.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 42.55pt; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 42.55pt;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;ARENDT, H. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Sobre a Violência&lt;/b&gt;. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994.&lt;span style="color: red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt; mso-layout-grid-align: none; text-autospace: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;FORRESTER, Viviane. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O horror econômico.&lt;/b&gt; São Paulo: Editora da UNESP, 1997.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;GENEREUX, Jacques. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;O Horror Político: o horror não é Econômico.&lt;/b&gt; Rio de janeiro: Berrand Brasil, 1998.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Default" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;KEEGAN, John. &lt;b&gt;Uma História da Guerra&lt;/b&gt;. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Default" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;MARX, Karl. &lt;b&gt;O Capital&lt;/b&gt;. Livro 1, Vol. 2. São Paulo: Civilização Brasileira, 1968.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="Default" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;MARX, Karl; ENGELS, F. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Manifesto do Partido Comunista&lt;/b&gt;. São Paulo: Anita Garibaldi, 1989.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 150%;"&gt;PERRAULT, Gilles. &lt;b&gt;O Livro Negro do Capitalismo&lt;/b&gt;. São Paulo: Editora Record, 1999.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;"&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;WALLERSTEIN, Immanuel. &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Análise dos Sistemas Mundiais&lt;/b&gt;. In: GIDDENS, Anthony. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Teoria Social Hoje&lt;/i&gt;. São Paulo: Unesp, 1999. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-7360095882941543940?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/7360095882941543940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=7360095882941543940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/7360095882941543940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/7360095882941543940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/da-epopeia-elegia-presenca-do.html' title='DA EPOPÉIA À ELEGIA: A PRESENÇA DO CAPITALISMO NA FORMAÇÃO DO ACRE  (Por Eduardo Carneiro)'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8984761814315338489</id><published>2011-12-02T07:45:00.000-08:00</published><updated>2011-12-05T17:58:05.471-08:00</updated><title type='text'>NOS RASTROS DA SUBJETIVIDADE: a produção dos sentidos no discurso histórico do filme “Batismo de Sangue” (CARNEIRO, Eduardo)</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: center; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Eduardo de Araujo Carneiro&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/0.%20DOUTORADO%20-%20USP/Eduardo%20Carneiro.%20Dinter%20UFAC.%20Artigo%20BATISMO%20DE%20SANGUE%20(Atualizado)%20ESSSSSSSSSSEEEEE.docx#_ftn1" name="_ftnref1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 42.55pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 3.0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; tab-stops: 134.7pt; text-align: right;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;O cinema reproduz a realidade? Ou é um discurso e, portanto, um discurso ideológico, sobre a realidade? Se o cinema é um discurso, os cineastas procuram mascarar este fato? Ou ao contrário, procuram revelar claramente aos espectadores a natureza do discurso cinematográfico?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 78.0pt; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; tab-stops: 134.7pt; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;(Ismail Xavier. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;O discurso Cinematográfico: a opacidade e a transparência&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: -.05pt; margin-top: 0cm; tab-stops: 134.7pt; text-align: right; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 99.25pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; tab-stops: 134.7pt; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;O discurso histórico não é senão uma cédula a mais numa moeda que se desvaloriza. Afinal de contas não é mais do que papel.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;(Michael De Certeau. &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;A escrita da História&lt;/i&gt;).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.bancariosrjes.org.br/site/unidade/2007/042007/0504072.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://www.bancariosrjes.org.br/site/unidade/2007/042007/0504072.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Tendo em vista que esse filme é geralmente trabalhado em sala de aula por professores de história como um relato mais ou menos fiel dos “Anos de Chumbo”, o presente artigo foi escrito com o propósito de discutir, a partir dele, a questão da subjetividade e da incompletude da linguagem enquanto uma materialidade discursiva utilizada para representar os fenômenos históricos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Para começar, a fronteira entre as representações do real feitas por um livro de história e as feitas por uma cena cinematográfica não é tão nítida quanto parece se estudá-la a partir da linguagem e da produção de sentidos. Tanto a linguagem escrita, quer seja a científica ou a literária; quanto a audiovisual, quer seja a ficcional ou o próprio documentário; fazem uso de símbolos para comunicarem idéias. E como já se sabe (BAKHTIN, 2006), a linguagem é a principal via por onde a ideologia se manifesta. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Os fatos históricos representados chegam ao espectador de um filme por meio do poder simbólico da linguagem. E é bom que se diga que a linguagem não é limitada ao verbal, pois o “não-verbal” ou o audiovisual tem tanto poder comunicativo quanto a própria língua, que desde os fins dos anos 1960, deixa de ser estudada com a sistematicidade dos tempos “áureos” do estruturalismo saussuriano. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;A afirmação de que a língua traz consigo vestígios temporais e valorativos foi duramente negada pelo linguista suíço Ferdinand Saussure (1995) e seus discípulos que a consideravam como um sistema impermeável à subjetividade humana, ou seja, era culturalmente neutra. No entanto, com a crise do estruturalismo após a segunda metade do século XX, o estudo da subjetividade alcançou a linguagem. Hoje, não há mais espaço para imparcialidade, transparência, monossemia ou invariância no campo do estudo da linguagem, seja qual área for. E é por isso que a escrita da história e a &lt;i&gt;película&lt;/i&gt; &lt;i&gt;cinematográfica&lt;/i&gt; fazem parte dessa discussão, pois ambas são formas diferenciadas de materialidades discursivas. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Tanto o livro &lt;i&gt;Batismo de Sangue &lt;/i&gt;escrito por Frei Betto, quanto o filme homônimo de Helvetio Ratton produzido a partir do livro são vistos aqui como meros &lt;i&gt;efeitos de sentidos&lt;/i&gt; que enfocam a realidade, ou seja, são simplesmente representações de fatos históricos. É bom dizer que esse é um posicionamento teórico contrário ao daqueles que consideram o filme como um registro fiel dos fatos históricos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Com a expressão “efeitos de sentidos&lt;i&gt;” &lt;/i&gt;pretende-se dizer que ambas as materialidades discursivas foram geradas a partir de posicionamentos ideológicos, de tomadas de decisões, ou seja, que elas estão saturadas de subjetividades. E é exatamente esse fenômeno que o artigo pretende mostrar, por isso o título “Nos rastros da subjetividade”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O linguista russo Mikhail Bakhitin (2006) afirmou que todo signo é &lt;i&gt;uma arena de luta de classe&lt;/i&gt;. Isso talvez queira dizer que o sentido “desejado” ou “dicionarizado” do signo se estabelece mediante contestação ou alternativas. Ou seja, o sentido não é fixo, ele pode sofrer &lt;i&gt;deslize&lt;/i&gt; mediante mudanças das relações de poder que o estabeleceu. Nesse caso, só aparentemente o signo tem uma significação imóvel. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;A hipótese levantada aqui é a de que toda monossemia ou interpretação única é uma construção naturalizada ideologicamente. O &lt;i&gt;jamais-dito &lt;/i&gt;ou os sentidos interditados fazem parte da história dela. São latentes a ela. Poderão emergir caso sejam suscitados. Assim sendo, qualquer verdade não passa de uma “vontade de verdade”. Um discurso histórico inscrito num livro ou num filme, portanto, expressa tão somente uma “vontade de verdade”, pois, embora negue, está atravessado por relações de poder e ideologias. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;É o caso do nosso objeto de estudo, o filme “Batismo de Sangue”. Nele, o discurso histórico foi pasteurizado pela indústria cinematográfica com as características do gênero dramático, valorizando a &lt;i&gt;visão antagônica de mundo, &lt;/i&gt;e narrando uma história do bem contra o mal, do herói contra o bandido. O objetivo comercial foi obvio: atingir a maior bilheteria possível no mercado, fato não alcançado a contento. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O “pano de fundo” histórico do filme é o posicionamento político dos dominicanos com relação à Ditadura Militar e o apoio que deram ao grupo guerrilheiro do senhor Carlos Marighella, conhecido como Aliança Nacional Libertadora (ANL). Nele, os comunistas foram identificados como os “bons-mocinhos” e os ditadores como os “bandidos”. Se a intenção era conscientizar o telespectador, o maniqueísmo levado à beira do exagero acabou tendo efeito contrário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;A decisão de “heroificar” os comunistas pode ser explicada pelo fato de tanto o escritor do livro, quanto o diretor do filme homônimo, serem, na época, anticapitalistas. Ao classificar os comunistas na “luz” e os ditadores nas “trevas”, é possível que o autor dominicano estivesse querendo justificar o apoio que os religiosos deram aos ateus comunistas. Enfim, querendo ou não o discurso acabou se tornando um autoelogio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O filme não mostrou uma realidade multifacetada onde aspectos terríveis poderiam ser encontrados nos dois lados, ou seja, na dos comunistas e na dos militares. A idéia que o filme transmite é a de que os “heróis comunistas” sofreram as perseguições dos “bandidos militares”. Os primeiros lutavam em nome do bem, do povo, da liberdade, da igualdade social, da paz; e os últimos, defendiam tudo o que não se é digno nem de mencionar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Não teria os comunistas também assassinado? Roubado? Sequestrado? Torturado? Praticado o autoritarismo em suas estruturas políticas altamente hierarquizadas? E isso sem dizer das experiências comunistas fora do Brasil, onde a ditadura e a perseguição política também foram práticas comuns. A intenção aqui não é equalizar tudo. Mas evidenciar desejos, intenções e sentidos “sufocados” ou “possíveis” na narrativa materializada nos diálogos dos sujeitos históricos do filme. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O filme analisado é modelar para tornar evidente a parcialidade como marca constitutiva da linguagem cinematográfica. Independente do gênero, na tela do cinema, “jorra subjetividades”. Diante dela, todos são convocados a se posicionarem. E ao fazerem assim, surge a possibilidade do “deslizamento de sentidos” com relação à “vontade de verdade” do discurso histórico da narrativa do filme. Ou seja, o telespectador pode não concordar com a versão dada pelo filme ou interpretar de uma forma diversa à da intenção original do diretor. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;A história está ligada a práticas e não ao tempo em si. Ela se organiza tendo como parâmetro as relações de poder e de sentido, e não a cronologia: não é o tempo cronológico que organiza a história, mas a relação com o poder [...] Atua sobre a linguagem e opera no plano da ideologia, que não é assim mera percepção do mundo ou representação do real (ORLANDI, 1990, p. 35).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Sabendo que “a &lt;i&gt;multiplicidade de sentidos&lt;/i&gt; é inerente à linguagem” (ORLANDI, 1988, p. 20), fica mais fácil de entender que todo o processo que estabelece uma dada interpretação como “autorizada” é ideologicamente marcado e, portanto, impregnado de subjetividades. É por isso que atualmente se diz que “a história é o reino do inexato” (LE GOFF, 1992, p. 21) e que “o passado é uma ficção do presente” (DE CERTEAU, 1982, p.21). Não há mais espaço para “verdades” nos estudos da história. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;O roteiro de &lt;i&gt;Batismo de Sangue &lt;/i&gt;condensa uma extensa pesquisa histórica realizada em documentos oficiais, nos testemunhos de quem viveu os fatos narrados, em livros sobre o período, arquivos de fotos, noticiários de TV, jornais, revistas, filmes rodados na época e documentários [...] Sem querer dar aula para ninguém, buscamos contextualizar os acontecimentos e passar informações sobre aquele momento histórico de forma orgânica, no desenrolar da narrativa [...] Embora trate de acontecimentos políticos, o roteiro de &lt;i&gt;Batismo de Sangue &lt;/i&gt;não foi concebido para dar lições de moral ou defender certa visão do mundo. O que nos interessava era extrair da história vivida por aqueles homens um conhecimento mais profundo da vida, da condição humana e do passado recente de nosso país. (RATTON, 2008).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Não é tão difícil rastrear a subjetividade que atravessa o vídeo. O diretor e também co-roteirista do filme foi uma vítima da perseguição quando era um jovem militante de esquerda do movimento estudantil em fins dos anos 1960. O escritor do livro do qual o filme se baseou, também. O pai de Dani Patarra, roteirista do filme, foi o chefe de redação da revista em que Frei Betto teve o seu primeiro emprego como jornalista. Há uma cena no filme que, inclusive, mostra uma conversa entre os dois personagens. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Só essas informações bastariam para rastrear as &lt;i&gt;imagens de si&lt;/i&gt; que estão no discurso histórico tanto do filme, quanto do próprio livro. Eles destacaram “o que era necessário recordar para não esquecer-se de si mesmos” (DE CERTEAU, 1982, p.16). Afinal, como característica geral de qualquer escrita da história, o autor dificilmente construirá um &lt;i&gt;efeito do real &lt;/i&gt;contra si próprio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O escritor do livro Frei Betto tentou criar uma imagem angelical dos dominicanos, afinal, ele era um deles. Utilizou de vários argumentos para explicar os motivos ideológicos que levaram tanto ele quanto os seus companheiros a apoiarem a guerrilha armada liderada por ateus, apoio considerado pela ortodoxia católica como uma infidelidade. Também tentou defender os dominicanos da acusação de terem “dedurado” o guerrilheiro Carlos Marighela aos agentes do DOPS (D&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;epartamento de Ordem Política e Social)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Já o cineasta Helvécio Ratton pretendeu &lt;i&gt;beatificar&lt;/i&gt; os perseguidos pela ditadura. Afinal, na época, foi um deles. Tentou provocar o imaginário dos espectadores com abundantes cenas de torturas físicas, sem, no entanto, demonstrar preocupação em historicizar tais práticas. Embora condenável hoje, a tortura era um instrumento confessional comum em diversos outros regimes políticos, mesmo que não institucionalizado oficialmente. Além do mais, a “tortura social” provocada por meio da adoção de uma política econômica geradora de miséria foi muito mais violenta e catastrófica no período da ditadura, mas que, no entanto, não foi merecedora de atenção. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;A tortura é parte da estrutura dramática do roteiro, contada do ponto de vista do torturado, e usada não por sadismo, mas como instrumento de Estado para arrancar informações que mudaram o curso da História e aqui fazem avançar o filme. Suavizar a violência sofrida pelos dominicanos, torná-la mais palatável, seria uma traição à memória de Tito e ao testemunho de todos aqueles que passaram pelos porões da ditadura. Decidimos então mostrá-la de forma breve, as cenas de tortura duram poucos minutos no filme, mas com força suficiente para expressar toda a dor e humilhação sofridas. (RATTON, 2008).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: 6.0pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O fato de a “mãe gentil” ter sido, desde a colonização, “estuprada” por brasileiros corruptos não-militares, não entrou na &lt;i&gt;ordem do discurso &lt;/i&gt;(FOUCAULT, 2007). A participação de segmentos da sociedade civil, inclusive de muitos letrados, na legitimação do regime militar também não. Todo mal do Brasil ficou tipificado nos militares, mesmo num país em que a escravidão foi uma constante durante mais de 300 anos. Mas como já foi mencionado, o objetivo do filme não era estimular a reflexão crítica do telespectador sobre os fatos históricos ali representados. O jogo de interesses na formulação do roteiro ficou evidente ao optar-se pelo entretenimento a partir de cenas de tortura física e outras violências. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Como qualquer outro drama, o filme de ação “Batismo de Sangue”, propôs atrair a atenção do público com sensacionalismo. Não adianta procurar no roteiro um debate teórico sobre o comunismo, teoria que movia a “ação revolucionária” da maioria dos manifestantes civis da época. Muito menos da Teologia da Libertação, que embasava a práxis dos dominicanos protagonistas do filme. Tais discussões não aparecem. São interdições que “revelam logo, rapidamnte, sua ligação como o desejo e o poder” (FOUCAULT, 2007, p. 10).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O argumento defendido nesse artigo é o de que o telespectador se depara com representações do passado permeadas por subjetividades, intenções e desejos associados a uma visão de mundo pró-esquerda e não-militar. O que reforça a hipótese de que a produção de sentidos de modo geral sempre está controlada por posicionamentos políticos e ideológicos bem definidos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Outro aspecto que merece ponderação é a genuinidade do cristianismo dos frades representados no filme. Tanto no livro, quanto no filme, os protagonistas afirmam agirem inspirados na fé cristã. Chegam a mencionar a tradição da igreja em auxiliar os pobres e perseguidos. Citam Tomás de Aquino, Paulo VI e até um certo concílio onde os bispos concluíram a favor da “violência revolucionária”. A trilha sonora “religiosa” do filme também aposta no imaginário dos protagonistas como sendo cristão. No entanto, embora pertencentes à “Ordem dos Pregadores”, eles não aparecem uma vez se quer evangelizando. Mas se destacam mobilizando pessoas para o congresso da UNE e outras atividades políticas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Uma pergunta: estavam eles agindo em defesa dos direitos humanos ou da implantação do comunismo no Brasil? A maioria das organizações de lutas contrárias à Ditadura almejava o comunismo. Um dos grupos comunistas mais radicais era justamente o do guerrilheiro Carlos Marighella, a quem Frei Betto (1991) em seu livro defendeu tanto, e a quem os protagonistas do filme apoiavam.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O evangelho é compatível com o comunismo e com a luta armada? A bíblia apóia a morte do opressor para livrar o oprimido? Ser cristão é mentir quando é preciso como fizeram os dominicanos no filme? Era costume entre os frades sentir deleite ao ouvir uma música “não-religiosa” como aconteceu com o Frei Tito numa das cenas em que aparece ouvindo “Noite dos Mascarados” de Chico Buarque? Ou ter o vício de fumar, como era o caso de Frei Fernando? Seria normal para um cristão arrecadar dinheiro para fomentar a guerrilha, em vez de fazê-lo a uma igreja para a expansão do cristianismo?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;O certo é que o posicionamento daqueles dominicanos não foi o da maioria dos católicos e nem a dos protestantes, que preferiram adotar como padrão de normalidade de fé cristã o próprio comportamento do fundador da religião, o do judeu Jesus “o Cristo”, cuja vida foi narrada nos evangelhos. Na biografia do judeu, não se tem evidências de que o mesmo excitou o povo contra o Império Romano. Nem que tenha mentido. Nem que tenha sido ouvinte de músicas laicas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Dizer-se seguidor ou membro de uma religião faz da pessoa um religioso? Praticar algo em nome do cristianismo faz dela uma prática cristã? Agir em nome de Deus faz da pessoa uma porta-voz de Deus? Teriam eles agido como frades ou como jovens estudantes universitários? Sofrer torturas por causas sociais seria motivo suficiente para torná-los modelos de devoção cristã? Não teriam os ateus marxistas também padecidos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Essas indagações servem como uma boa oportunidade para o debate sobre o conceito de identidade. De acordo com os Estudos Culturais da Pós-Modernidade, a identidade do sujeito é hibrida, varia de acordo com as circunstâncias e as formas como o sujeito é interpelado pelo sistema cultural que o rodeia. Desse modo, não se acredita mais num “eu” coerente, por exemplo, hegemonicamente cristão; mais num “eu” descentrado, que muda conforme as circunstâncias. Nesse caso, defende-se aqui que a identidade assumida por aqueles frades no período da Ditadura Militar não era a de cristão. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt;"&gt;O sujeito assume identidades diferentes em diferentes momentos, identidades que não são unificadas ao redor de um eu coerente. Dentro de nós há identidades contraditórias, empurrando em diferentes direções, de tal modo que nossas identificações estão sendo continuamente deslocadas.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; Se sentimos que temos uma identidade unificada desde o nascimento até a morte é apenas porque construímos uma cômoda estória sobre nós mesmos ou uma confortadora &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;narrativa do eu&lt;/i&gt;. &lt;/b&gt;A identidade plenamente unificada, completa, segura e coerente é uma fantasia. (HALL, 2204, p. 13).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;A “Ordem dos Pregadores” não defendia que os fins “nobres” do comunismo justificassem os meios sanguinários da guerrilha. A ação circunstanciada de cinco frades pode ser tomada como estereótipo de todos os dominicanos? Caso a resposta for negativa, então o subtítulo do livro de Frei Betto deveria ser corrigido, já que nem todos os dominicanos compactuaram com os protagonistas do filme. E isso é mostrado discretamente quando entre uma cena e outra aparece na parede da “grande da porta” da Igreja do Convento os dizeres: “Fora padres comunistas”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;É interessante também o fato de que muitas foram as vítimas fatais da repressão e que o filme privilegia a história de uma que, após torturada, passa a ser atormentada pelos traumas, até que põe fim à própria vida por meio do suicídio.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Essa vítima era um religioso dominicano. Entre os próprios dominicanos, vários foram os torturados, em maiores ou menores proporções. Mas seguindo o exemplo do livro de Frei Betto, o diretor do filme enfoca a vida de Frei Tito, até mais que o próprio livro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Por que Frei Tito e não outro? O que fez dele um militante merecedor de destaque? Teria sido o fato de ele ser um católico que comungava com o comunismo? Não, pois outros também o eram. Seria por ter sido mais torturado do que os outros? Não, pois houve casos em que a brutalidade utiliza foi tamanha que levava o torturado ao falecimento. Muitos sofreram e venceram os traumas, por que a escolha de um que se rendeu a eles? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Depois de solto, Frei Tito viajou exilado para o Chile, Itália e França. Onde passava recebia apoio da irmandade. Financeiramente não tinha do que se preocupar. Tantas outras vítimas com bem menos apoio sobreviveram e continuaram com suas vidas, Frei Tito que desmoronou e cometeu suicídio foi protagonizado. Não é o tipo de herói ideal. Não é o tipo a ser seguido como referência. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Qualquer leitor superficial da Bíblia sabe que o Deus dos cristãos condena ao inferno aquele que comete suicídio. Como também sabe que a Bíblia afirma que o Deus dela se diz capaz de restaurar qualquer ferida emocional. O suicídio do frade aponta para algumas hipóteses: a) Frei Tito não fora capaz de desenvolver fé suficiente em seu Deus para receber a cura; b) ele teve fé suficiente, mas o Deus dele foi incapaz de curá-lo; c) ele não foi curado, pois o Deus dele não existe. O certo é que muitos ateus comunistas conseguiram superar os traumas, o que os tornavam melhores candidatos ao heroísmo do que Frei Tito. Então, por que Frei Tito? A resposta talvez seja pelo fado dele ter sido amigo íntimo de Frei Betto, e este ter sofrido muito com o suicídio do amigo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;É interessante, mas o filme se caracteriza mais pelas interdições que cometeu do que com as cenas que exibiu. A subjetividade que aflora dele é tão nítida quanto as imagens que é exposta na tela. Ela pode ou não se deixar enxergar, pois a recepção dos signos também é um ato de produção de sentidos. Afinal, “ler é saber que o sentido pode ser outro”, como diria Orlandi (1988, p.12). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;É possível que o espectador enxergue algo no filme que não foi da intenção do diretor mostrar. O roteiro autoriza uma interpretação; mas o espectador crítico ao perceber a opacidade da linguagem, as lacunas, as brechas, as relações de poder, a incompletude, a vontade de verdade dele, se comporta como um infiel, produzindo deslizamento de sentidos, se refugiando na polissemia da linguagem.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Uma cena singular foi a da representação do assassinato de Carlos Marighella. Até hoje esse crime carece de explicação. Mas diante da incógnita, o roteirista teve que tomar uma decisão e optou por mesclar duas versões: a) a de que ele foi assassinado fora do carro onde estavam os dominicanos e depois posto lá dentro; b) a de que os agentes do DOPS chegaram até Carlos Marighella por informações dadas pelos frades Ivo e Fernando que, sob tortura, revelaram. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Várias são as cenas em que alguns comunistas acusam os dois frades de traidores e de “Judas”. Outro exemplo é o do próprio delegado Fleury (58 min.), quando diz que “quem entregou Marighella foram os dominicanos”. Mas em seu livro, Frei Betto esboça outra interpretação, pois afirma que “havia uma infiltração da CIA na ALN, cuja principal tarefa era liquidar Marighella” (1991, p. 177). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Esses agentes teriam envolvido os dominicanos no assassinato a fim de que eles levassem a culpa. O objetivo era desmoralizar a Igreja, instituição que, segundo o próprio Frei Tito dizia, era a única ainda não vinculada aos militares. É justificável a versão do autor do livro, não representaria a si mesmo como “traidor”. Mas o filme não a menciona esse versão. Muitos outros rastros da subjetividade autoral poderiam ser apontados, mas excederia ao espaço proposto a esse artigo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%; mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Por fim, é preciso saber assistir ao filme, identificar sua retórica, o diálogo que pretende manter e aquele que se preferiu evitar. Os protagonistas, por exemplo, se diziam lutar pelo povo, mas o povo nem se quer os conheceu. O povo não teve vez nas cenas. Mas pelo menos naquela geração as ideologias moviam politicamente a juventude. Hoje, a alienação impera: cerveja, futebol, novela e outras coisas mais. Cadê os “Marighella”? Cadê os “Lamarca”? Cadê os “Frei Tito”? Procure, você irá encontrá-los nos cinemas! Ou nos cemitérios, caso alguém não tiver feito seus restos mortais desaparecerem. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 4.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 3.0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: right; text-autospace: none; text-indent: -7.05pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 150%;"&gt;“A resistência daqueles companheiros, utópica e romântica, ensina-nos a viver” &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(Dani Patarra , 2008).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;BIBLIOGRAFIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;BAKHTIN, M. &lt;u&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Marxismo e filosofia da linguagem: &lt;/span&gt;problemas fundamentais do método sociológico da linguagem&lt;/u&gt;. 12. ed. São Paulo: Hucitec, 2006. 203 p.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;DE CERTEAU. Michel. &lt;u&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;A escrita da História&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;. RJ: Forense Universitária, 1982.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; letter-spacing: -.1pt; line-height: 150%;"&gt;FOUCAULT, Michel. &lt;u&gt;A Ordem do Discurso&lt;/u&gt;. 15. ed. São Paulo: Loyola, 2007&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;HALL, Stuart.&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt; &lt;/b&gt;&lt;u&gt;A identidade cultural na pós-modernidade&lt;/u&gt;. Rio de Janeiro: DP&amp;amp;A, 2004.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; letter-spacing: -.1pt; line-height: 150%;"&gt;LE GOFF, Jacques. &lt;u&gt;História e Memória&lt;/u&gt;. Trad. Bernardo Leitão (et all.). 2. ed. Campinas: UNICAMP, 1992.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;ORLANDI, Eni.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Discurso e Leitura&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;b&gt;.&lt;/b&gt; São Paulo. Cortez, 1988.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;______. &lt;u&gt;Terra à Vista! Discurso do Confronto: Velho e Novo Mundo&lt;/u&gt;. São Paulo: Cortez, 1990. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;RATTON, Helvécio. &lt;u&gt;Notas do Diretor&lt;/u&gt;. In: PATARRA, Dani. RATTON, Helvécio. &lt;u&gt;Batismo de Sangue (Roteiro).&lt;/u&gt; São Paulo: Impressão Oficial do Estado de São Paulo, 2008. (Coleção Aplausos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;PATARRA, Dani. &lt;u&gt;Notas da Roteirista&lt;/u&gt;. In: PATARRA, Dani. RATTON, Helvécio. &lt;u&gt;Batismo de Sangue (Roteiro).&lt;/u&gt; São Paulo: Impressão Oficial do Estado de São Paulo, 2008. (Coleção Aplausos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; letter-spacing: -.1pt; line-height: 150%;"&gt;SAUSSURE, Ferdinand. &lt;u&gt;Curso de Lingüística Geral&lt;/u&gt;. 25. ed. São Paulo: Cultrix, 1995.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;VEYNE, Paul. &lt;u&gt;&lt;span style="mso-bidi-font-style: italic;"&gt;Como se escreve a história e Foucault revoluciona a história&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;i&gt;. &lt;/i&gt;Brasília: UnB, 1998.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 150%;"&gt;XAVIER, Ismail. &lt;u&gt;O discurso Cinematográfico: a opacidade e a transparência.&lt;/u&gt; 3º Ed. São Paulo. Paz e Terra. 2005&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt; text-justify: inter-ideograph;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: center; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 150%; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; mso-layout-grid-align: none; text-align: center; text-autospace: none; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="mso-element: footnote-list;"&gt;&lt;hr align="left" size="1" width="33%" /&gt;&lt;div id="ftn1" style="mso-element: footnote;"&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;a href="file:///D:/EDUARDO/Documents/0.%20DOUTORADO%20-%20USP/Eduardo%20Carneiro.%20Dinter%20UFAC.%20Artigo%20BATISMO%20DE%20SANGUE%20(Atualizado)%20ESSSSSSSSSSEEEEE.docx#_ftnref1" name="_ftn1" style="mso-footnote-id: ftn1;" title=""&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif; font-size: 10pt; line-height: 115%;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; É professor do Departamento de História da UFAC e Doutorando no convênio USP/UFAC.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8984761814315338489?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8984761814315338489/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8984761814315338489' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8984761814315338489'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8984761814315338489'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/nos-rastros-da-subjetividade-producao.html' title='NOS RASTROS DA SUBJETIVIDADE: a produção dos sentidos no discurso histórico do filme “Batismo de Sangue” (CARNEIRO, Eduardo)'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-6426464626888667920</id><published>2011-12-01T07:52:00.000-08:00</published><updated>2011-12-01T07:52:11.809-08:00</updated><title type='text'>Revista de História - USP</title><content type='html'>&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/2473603/RevistedeHistoria" style="-x-system-font: none; display: block; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal; margin: 12px auto 6px auto; text-decoration: underline;" title="View RevistedeHistória on Scribd"&gt;RevistedeHistória&lt;/a&gt;&lt;iframe class="scribd_iframe_embed" data-aspect-ratio="" data-auto-height="true" frameborder="0" height="600" id="doc_20445" scrolling="no" src="http://www.scribd.com/embeds/2473603/content?start_page=1&amp;amp;view_mode=list&amp;amp;access_key=key-oh49zn77mv4ejz24hub" width="100%"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-6426464626888667920?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/6426464626888667920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=6426464626888667920' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/6426464626888667920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/6426464626888667920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/12/revista-de-historia-usp.html' title='Revista de História - USP'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-4334191756225850401</id><published>2011-11-29T09:52:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T09:54:20.742-08:00</updated><title type='text'>ALBUQUERQUE, Gerson. Cultura, trabalho e lutas sociais entre Trabalhadores Agro-Extrativistas do rio Valparaíso na Amazônia acreana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_GBvlypce-sQ/TI4pNoIyLVI/AAAAAAAAAbM/GLNXklkeuS4/s1600/CIMG2709.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/_GBvlypce-sQ/TI4pNoIyLVI/AAAAAAAAAbM/GLNXklkeuS4/s320/CIMG2709.JPG" width="239" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www2.fct.unesp.br/nera/revistas/05/2_gerson_rodrigues_de_albuquerque.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;BAIXAR&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-4334191756225850401?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/4334191756225850401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=4334191756225850401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4334191756225850401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4334191756225850401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/albuquerque-gerson-cultura.html' title='ALBUQUERQUE, Gerson. Cultura, trabalho e lutas sociais entre Trabalhadores Agro-Extrativistas do rio Valparaíso na Amazônia acreana'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_GBvlypce-sQ/TI4pNoIyLVI/AAAAAAAAAbM/GLNXklkeuS4/s72-c/CIMG2709.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-5918405455120184315</id><published>2011-11-29T07:26:00.000-08:00</published><updated>2011-11-29T07:26:15.544-08:00</updated><title type='text'>UM ESTRANHO NO NINHO”: a luta de seringueiros por moradia na cidade de Rio Branco – Acre.</title><content type='html'>Francisco Pinheiro de Assis -Professor da UFAC;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="mailto:francpinheiro@hotmail.com"&gt;francpinheiro@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resumo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presente artigo mostra o resultante do movimento de seringueiros provocado pela expansão pecuarista, que resultou em um contingente populacional na cidade de Rio Branco os obrigado a encontrar mecanismos, articulações, para sobreviver no meio urbano; a desorganização dos grupos familiares, o que os obrigou a redefinirem seus papéis sociais, como forma de adequação às novas condições impostas pela vida urbana. Sendo a população do estado do Acre constituída por famílias migrantes, compostas, de seringueiros e colonos residentes em bairros periféricos da cidade, fez com que os grupos fossem se definindo a partir da identificação de suas práticas coletivas nos bairros e foi por intermédio dessas pessoas que chegamos aos grupos familiares. Suas estratégias de sobrevivência no meio urbano reinventaram, a cada dia, o seu cotidiano, bem como enfrentar o desafio de tentar criar expectativas e condições de um futuro condizente com a situação de cidadãos em uma incessante luta, buscando conquistar um espaço para moradia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavras-chave: Seringueiros; seringal; moradia; bairros ocupados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ABSTRACT&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
The present article shows the resultant of the movement of seringueiros provoked by the pecuarista expansion, that resulted in a population contingent in the city of Rio Branco the debtor to find mechanisms, joints, to survive in the urban way; the disorganization of the familiar groups, it compelled what them to redefine its social papers, as form of adequacy to the new conditions imposed for the urban life. Being the population of the state of the Acre consisting of migrantes, composed families, of resident seringueiros and colonists in outlying areas of the city, it made with that the groups were if defining from the collective practical identification of its in the quarters and were for intermediary of these people who we arrive at the familiar groups. Its strategies of survival in the urban way reinventaram, to each day, its daily one, as well as facing the challenge to try to create expectations and conditions of a future condizente with the situation of citizens in an incessant fight, being searched to conquer a space for housing.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Introdução&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No decorrer da década de 60, o Acre passou do anonimato a um profundo esquecimento da parte das autoridades do país. O interesse na região foi preterido. Podemos afirmar que, com o fim do 2º ciclo da borracha, ocorreu um desaquecimento da região acreana; não havia um estímulo que atraísse novos migrantes para essa região.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, no início da década de 70, o isolamento da região foi profundamente alterado. O governo brasileiro, na pessoa do presidente General Garrastazu Médici, desencadeou uma política de re-ocupação da Amazônia que trazia o slogan “integrar para não entregar”. Nesse período, o governo do Acre saiu em primeiro lugar na corrida de re-ocupação do estado. O governador Francisco Wandeley Dantas quis ser o pioneiro da agropecuária na Amazônia; fez uma campanha publicitária no sul e sudeste do Brasil, colocando à venda todos os seringais acreanos, com o seguinte slogan: “Migre para o Acre, invista no Acre e exporte pelo Pacifico. Carlos Alberto afirma que;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O governo federal cortou os incentivos aos seringalistas produtores de borracha . Através da lei nº 5.227 de 18 de janeiro de 1967 os militares tiraram do banco de crédito da Amazônia S.A. de financiar a produção da borracha dos seringais acreanos… Outros fatores importantes influenciaram para que os empresários da frente agropecuária se instalassem no Acre. Os incentivos fiscais oferecidos pelo Governo Federal devem ser considerados importantes, criados com o objetivo de atrair empresários (SOUZA, 1995, p. 53).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da campanha desencadeada no Brasil, os antigos proprietários iniciaram a venda de seus seringais para compradores do centro-sul, atraídos pelos baixos preços da terra, com pagamentos facilitados pelo governo Estadual e Federal. Comparando-se, à época, o preço de um hectare de terra em São Paulo, no Acre era suficiente para comprar 15 hectares. Outro fator que atraiu os novos migrantes sulistas para comprarem terras foi os incentivos fiscais disponíveis e juros subsidiados pelo governo federal, para que o Acre desenvolvesse a atividade pecuarista e elevasse a produção de carne. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. A substituição do extrativismo pela pecuária &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com a aquisição dos seringais acreanos, um grande problema social estava prestes a emergir: a briga pela posse de terras dos seringueiros[1] que moravam nas colocações de seringa com os novos proprietários, provenientes do sul e sudeste. No início de 1971 começa a verificarem-se as transformações nos seringais. Surgiu a transferência de antigos seringais para novos donos das áreas, alcunhados, na época, de “paulistas[2]”. Esse nome foi uma denominação a todos os compradores de terras que chegaram ao Acre nos anos 70, tendo em vista a cor, estatura. Oliveira, assim, se refere;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Acre, os grandes empresários, os grileiros e os especuladores chegaram antes e se lançaram vorazmente à compra de terras em todo estado, os “paulistas”, como passaram a ser chamados os grandes compradores de terras eram de São Paulo, Minas Gerais, Paraná ou Rio Grande do Sul, mas na maioria eram realmente de São Paulo, aumentaram em verdadeiros leilões terras por preços incrivelmente baixos (OLIVEIRA, 1982, p. 51).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os novos proprietários ocuparam os seringais, aqueles que, de fato e de direito, as possuíam passaram a oferecer resistência em deixar suas colocações de seringa. Afirmavam que não deixariam suas moradias, pois, já estavam nas localidades a varias décadas e alegavam que não tinham outras casas na cidade para morar e nem dinheiro para adquirirem outras propriedades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas décadas de 1970 e 1980 encontrei várias contradições entre os “paulistas” e os seringueiros dos Vales do Alto Acre e Purus; além de exprimirem as contradições gerais entre os compradores e os trabalhadores. Os seringueiros e suas famílias foram obrigados a deixar as colocações de seringa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pela lógica dos especuladores, seria necessário expulsar a força de trabalho residente, para que a terra não se depreciasse e, também, segundo o ponto de vista dos fazendeiros, seria necessário garantir a propriedade “de fato” e afastar as reivindicações de posse da terra dos antigos moradores. Os novos proprietários em nenhum momento externaram qualquer tipo de preocupação com o destino que teria os ocupantes de suas propriedades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os novos donos exigiam, dos antigos donos dos seringais, a “limpeza” da terra, que consistia em retirar todos os antigos moradores de suas localidades, para que eles, os “paulistas”, não tivessem problemas com os seringueiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os seringueiros perderam suas localidades para os novos donos, sem o menor respeito pelos direitos de posse, se deveu ao fato de que os seringueiros desconheciam as leis agrárias e os direitos que lhes garantiam a posse e a permanência nas colocações de seringa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os novos proprietários para garantir a saída de todos os moradores adotaram medidas extremas que assegurassem, definitivamente, a saída terras, tais como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) O não fornecimento de mercadorias para os seringueiros, a obstrução dos varadouros [3] e a proibição de se fazerem desmatamentos e roçados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
b) Destruição de plantações, invasão de posses e derrubadas, até perto das casas dos seringueiros, deixando-os sem terra para trabalharem;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
c) Compra da posse das colocações de seringa por um preço irrisório;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
d) Atuação de pistoleiros, para amedrontarem os posseiros, em uma constante guerra psicológica, através de ameaças ou, mesmo, com espancamentos e outras violências contra as famílias;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
e) Ameaças feitas por policiais a serviço de proprietários das terras, prisões de posseiros, por questões de terra, sem ordem judicial, sem que se tenha movido qualquer ação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. “Seringueiros urbanos”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O movimento migratório dos seringais para a zona urbana aumentou substancialmente o contingente populacional urbano em Rio Branco. O fator primordial para tal crescimento desordenado deve-se à dinâmica do processo típico das migrações campo-cidade, que foi caracterizado por movimentos ou ocupações em função da falta de moradia para tais pessoas, na zona rural. Bosi afirma que;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luta contra o desenraizamento está presente nos movimentos operários e camponeses: contra as multinacionais ou contra as monoculturas; pela autogestão na indústria ou pela reforma agrária, traduzem essas lutas o medo do desemprego e da migração (BOSI, 1987, p.20). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao migrar para a cidade, o seringueiro levava suas raízes em busca de novos espaços, ou seja, procurava encontrar uma forma, um meio para fixar ou incorporar modos de vida em outros locais, quebrar ou ganhar novas raízes no novo espaço urbano. Assim como nos seringais, alguns tinham conseguido pequenos avanços através da mobilização. Na cidade deveriam criar novos “atalhos” para buscarem espaços de sobrevivência, enquanto sujeitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após mais de trinta anos de aceleramento do processo de expansão capitalista, cujos reflexos estão presentes nas periferias de cidades de Rio Branco, a Amazônia é considerada, pela ideologia oficial, como o espaço disponível do futuro. As famílias migrantes refletem a quebra de uma visão que alimenta, ainda, o mito desse progresso. O custo social dessa ilusão tem se mostrado muito alto, e seus efeitos devastadores. Essa população é o exemplo do que é capaz um modelo econômico que se apropriou de terras e de pessoas, provocou o rompimento da unidade de produção familiar e forçou uma migração intensa e desordenada, no sentido campo/cidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os migrantes vivem uma situação de pobreza e de resignificação de valores, evidenciada pela freqüente evocação do seu cotidiano, como produtor independente e da natureza do trabalho agrícola, o que revela os conflitos e contradições impostos pela vida na cidade e pelas dimensões dos males e dilemas da sociedade contemporânea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A expansão das relações capitalistas de produção retirou dos seringueiros e colonos a posse dos meios de subsistência e, hoje, eles constituem uma força-de-trabalho que não dispõe de alternativas de sobrevivência, situando-se, quase sempre, à margem do mercado, formalmente, institucionalizado. São famílias que passaram pela expulsão dos seringais. Esse processo não lhes deu qualquer garantia de inserção no meio urbano, como trabalhadores, já que não dispunham dos requisitos básicos e fundamentais para isso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aí residem os paradoxos de uma sociedade cujo alicerce se fundamenta no trabalho/emprego. Uma sociedade salarial, fruto de desigualdades e injustiças, geradas pelas profundas assimetrias nas relações sociais, que se expressam, notadamente, pela concentração de poder e de riqueza, por uma minoria, e pela pobreza e opressão da maioria dos seus membros. Uma sociedade onde imperam as políticas reducionistas/economicistas e os ajustes neoliberais que têm gerado mais complicadores do que soluções, aprofundando fraturas sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essas fraturas evidenciam forte hierarquização social, alimentada pela ausência de possibilidade desse segmento migrante de se sentir cidadão ou, mesmo, desenvolver uma identidade de grupo. É uma “bola de neve” que encadeia injustiças sociais que geram pobreza, exclusão, impossibilidade de mobilidades sociais e espaciais e que, finalmente, criam “não-pessoas”, como eram considerados os escravos e os índios, no passado. Um país que, ao invés de priorizar, estigmatiza e oculta suas populações pobres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os sujeitos sociais, aqui estudados, guardam para si o sonho de ousar conseguir um trabalho e tentam, em vão, representar isso. Mas, o que conseguem? Somente reproduzir a caricatura desse sonho; um sonho louco de querer integrar-se. Bosi afirma; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O migrante perde a paisagem natal, a roça, as águas, as matas, a caça, a lenha, os animais, a casa, os vizinhos, as festas, a sua maneira de vestir, o entoado nativo de falar, de viver, de louvar a seu Deus. Suas múltiplas raízes se partem. Na cidade, a sua fala é chamada “código restrito”, pelos lingüistas; seu jeito de viver, “carência cultural”; sua religião, crendice ou folclore…” (BOSI, 1987, p. 17).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eis os resultados de um processo migratório que os obrigou a reordenarem os seus valores, redimensionarem a divisão sexual do trabalho e, principalmente, buscarem novas formas de solidariedade e sociabilidade, como meio de se integrarem ao mundo da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, seringueiros enfrentam o desafio de tentarem criar expectativas e condições de um futuro condizente com a situação de cidadãos que tentam ser. Envolvem mulheres e crianças num cotidiano que se volta, apenas, para a luta pela sobrevivência diária, num constante malabarismo para enfrentarem uma sociedade que se organiza sem eles, desestabilizando identidades sociais e culturais consolidadas. Uma sociedade que faz com que se sintam culpados de morarem onde moram e de viverem como vivem, sem considerar que são famílias que não podem resolver, por si mesmas, as condições de pobreza em que se encontram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa não é uma questão nova. Apesar de ter suas condições de vida afetadas pelas históricas decisões macroeconômicas, sociais e culturais, esses segmentos populacionais têm, na família, seu porto seguro. De fato, é ela que define o paradigma de moralidade e autoridade, centrado em um universo de representação do real, que lhes permite o exercício mínimo da subjetividade, da sociedade e, portanto, da identidade intra-grupo. Ainda, é no interior da família que esses trabalhadores, em potencial, lutam para não perderem o sentimento de componente dessa sociedade excludente e desigual; é, também, onde as relações conflituosas são resolvidas. E é nessa dinâmica de conflitos que se sobrepõem as esperanças de alcançarem a mobilidade que os habilitaria a uma integração social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. Conclusão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, o trabalho, para esses segmentos populacionais, adquire, claramente, uma conotação moral e ética, desde que é através dele, e somente dele, que poderão ser reconhecidos enquanto membros da sociedade ativos. A princípio, a tarefa do provedor do grupo familiar estaria sob a responsabilidade do homem “chefe” de família. Entretanto, essas fronteiras foram ultrapassadas e o trabalho da mulher deixou de ser, simplesmente, doméstico e passou, muitas vezes, a ser a fonte principal de renda, garantindo a sobrevivência da família. Além disso, o trabalho da mulher e, também, dos filhos aciona um referencial simbólico, uma espécie de código, que ultrapassa os limites dos arranjos domésticos da atribuição de papéis e da demarcação das competências e responsabilidades internas. Esse referencial simbólico é a força de sustentação dos padrões de dignidade, que servem de parâmetros na avaliação das condições de privação a que essas famílias estão sujeitas, e servem como mecanismos de enfrentamento dessa situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para esses “seringueiros urbanos”, o lugar da mulher continua sendo a casa; e isso pressupõe a realização de um modelo ideológico de família, onde fica mantido o status do homem, preservando o seu papel de provedor. Como não há concordância entre o ideal e o real, o conflito aflora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que vale mesmo, para esses migrantes, ainda, é a lógica do trabalho que os traria de volta a uma condição humana de existência. Nas suas representações do mundo, do seu cotidiano, o que permeia, ainda, são as idealizáveis e subjetivas condições de mobilidade social, através das quais poderiam ampliar os seus direitos como cidadãos: a ideologia do sucesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, ao mesmo tempo em que idealizam um modelo de vida, têm consciência do que representa o futuro. A idéia do amanhã é vista como conseqüência do que são hoje, do reflexo de um presente pela metade. Daí, decorre a indagação deles próprios: “… o que é futuro? Amanhã é futuro?” Esses questionamentos permeiam o seu cotidiano e refletem o real de suas condições. São homens, mulheres e crianças que, ainda, lutam para encontrar o seu lugar na sociedade e que, por isso, talvez, tenham o seu futuro abolido enquanto sujeitos sociais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
--------------------------------------------------------------------------------&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[1] Seringueiro é o sujeito que extrai o látex da seringueira e realizada todo o processo de fabricação da borracha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[2] A nomenclatura “paulista” foi cunhada por jornalistas ligados à imprensa alternativa dos anos 70 ou pelas lideranças dos Movimentos Sociais urbanos e rurais, para denominar os empresários e fazendeiros de outros estados que chegaram ao Acre a partir de 1971, adquiriram grandes áreas de terras, utilizando-se muitas vezes da violência, da grilagem e até assassinatos, para ampliar seus latifúndios. São muitos os registros do período dando conta da expulsão de seringueiros e posseiros a mando dos chamados “paulistas”. Seringueiros que estavam há vinte, trinta e até quarenta anos nos seringais. Hoje vários estudiosos do assunto reconhecem que a generalização do termo colocou em uma camisa de força, todos aqueles foram para o Acre na década de 70, incluindo pequenos e médios proprietários de terra e agricultores sem terra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[3] Varadouro eram os caminhos usados como meio de locomoção que interligava a margem dos rios onde situava-se as sedes dos barracões sede dos seringais ao interior da floresta onde estavam as colocações de seringas, sempre distantes umas das outras o que o que interligava o centro da floresta a margem dos rios era o varadouro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-5918405455120184315?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/5918405455120184315/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=5918405455120184315' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5918405455120184315'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/5918405455120184315'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/um-estranho-no-ninho-luta-de.html' title='UM ESTRANHO NO NINHO”: a luta de seringueiros por moradia na cidade de Rio Branco – Acre.'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-9090651815330748888</id><published>2011-11-29T06:20:00.001-08:00</published><updated>2011-11-29T06:42:39.815-08:00</updated><title type='text'>PINHEIRO, Francisco de Moura. Veiculos de comunicação de massa numa reserva extrativista no Estado do Acre (Baixar)</title><content type='html'>&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-qfWcOPe1EGk/TtTtfmej4-I/AAAAAAAAApU/bbxBvX1FM40/s1600/dandam.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" dda="true" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-qfWcOPe1EGk/TtTtfmej4-I/AAAAAAAAApU/bbxBvX1FM40/s400/dandam.JPG" width="272" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.rodrigobarba.com/pos/teses/1999_Francisco_de_Moura_Pinheiro.PDF" target="_blank"&gt;BAIXAR AQUI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;Esta dissertação aborda os impactos de veículos de comunicação de massa numa Reserva Extrativista ("Chico Mendes", no município de Xapuri) no Estado do Acre. Trata-se de uma abordagem comparativo/exploratória, tendo como base prática a convivência com os povos da floresta acreana e como base teórica a hipótese do "Agenda Setting". Além dos objetivos de proceder um levantamento histórico/antropológico do processo de povoamento da região, bem como de proceder um levantamento/mapeamento da incidência dos veículos de comunicação de massa na "Reserva Extrativista Chico Mendes", este estudo tem a pretensão de identificar como se dá e qual o tipo de penetração da mídia dita de massa numa comunidade ainda totalmente alheia aos modernos recursos tecnológicos a serviço da comunicação no mundo contemporâneo. Há, por fim, um breve histórico do veículo rádio, o único a alcançar a comunidade envolvida na pesquisa. Adendo considerado importante pelo autor, por duas razões: respaldar a afirmação/tese proposta e subsidiar uma eventual formulação de temas/problemas, a partir do mesmo elemento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span style="color: black;"&gt;Palavras-chave: Mídia , Comunicação de Massa , Rádio , Ecologia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-9090651815330748888?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/9090651815330748888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=9090651815330748888' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/9090651815330748888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/9090651815330748888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/baixar-disssertacao-do-professor-da.html' title='PINHEIRO, Francisco de Moura. Veiculos de comunicação de massa numa reserva extrativista no Estado do Acre (Baixar)'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-qfWcOPe1EGk/TtTtfmej4-I/AAAAAAAAApU/bbxBvX1FM40/s72-c/dandam.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-7941986264735640192</id><published>2011-11-26T14:04:00.000-08:00</published><updated>2011-11-26T14:05:41.772-08:00</updated><title type='text'>RESUMO DO LIVRO: A Ordem do Discurso (Michel Foucault)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-J4t23uU6VvQ/TacWYiUAMII/AAAAAAAAAAs/OQ0iqqIhkrI/s380/ORDEM+DO+DISCURSO.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-J4t23uU6VvQ/TacWYiUAMII/AAAAAAAAAAs/OQ0iqqIhkrI/s380/ORDEM+DO+DISCURSO.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoTitle"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;♦&lt;span style="font: normal normal normal 7pt/normal 'Times New Roman';"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;HIPÓTESE: em todas as sociedades, a produção de discurso é regulada, selecionada, organizada e redistribuída a fim de conjurar seus poderes e perigos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-left: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; tab-stops: list 18.0pt; text-align: justify; text-indent: 0cm;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="left" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;   &lt;td height="12" width="7"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;   &lt;td&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: BrodyD; font-size: 15pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;“... (a instituição) torna os começos solenes, cerca-os de um círculo de atenção e de silêncio, e lhes &lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;impõe formas ritualizadas&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;, como para sinaliza-los a distâncias” p. 6-7.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;“Mas, o que há, enfim, de tão perigoso no fato de as pessoas falarem e de seus discursos proliferarem indefinidamente? Onde, afinal, está o perigo?” p. 8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;“&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;Suponho que em toda sociedade a produção do discurso é ao mesmo tempo controlada, selecionada, organizada e redistribuída&lt;/span&gt; por números de procedimentos que tem por &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;função conjurar seus poderes e perigos&lt;/b&gt;, dominar o seu acontecimento aleatório, esquivar sua pesada e temível materialidade” p. 8-9.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Procedimento de exclusão (controle exterior do discurso&lt;/b&gt;): interdição (palavra proibida). &lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;“Sabe-se bem que não se tem o direito de dizer tudo, que não se pode falar de tudo em qualquer circunstância...” p. 9.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“... as interdições que o atingem (o discurso) revelam logo, rapidamente, sua ligação com o desejo e com o poder” p. 10&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 3° sistema de Exclusão: oposição do verdadeiro e do falso “Vontade de Verdade”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Essa &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;vontade de verdade&lt;/b&gt; assim apoiada sobre um suporte e uma distribuição institucional tende a exercer sobre os outros discursos uma espécie de pressão e como que um poder de coerção”. P. 18.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“...na &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;vontade de verdade&lt;/b&gt;, na vontade de dizer esse discurso verdadeiro, o que está em jogo, senão o desejo e o poder?” p. 20&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dGHqA0G7ILM/TtFh_b_0GUI/AAAAAAAAAo8/O3qu9NLsNdE/s1600/foucaolt.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://3.bp.blogspot.com/-dGHqA0G7ILM/TtFh_b_0GUI/AAAAAAAAAo8/O3qu9NLsNdE/s400/foucaolt.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“Só aparece aos nossos olhos uma verdade que seria riqueza, fecundidade, força doce e insidiosamente universal”, p. 20.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Controle Interno do Discurso (ele mesmo exerce seu próprio controle – classificando, ordenando, distribuindo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;- Comentário: “muitos textos maiores se confundem e desaparecem e, por vezes, comentários vêm tomar o primeiro lugar” (p. 23). “...o comentário não tem outro papel, sejam quais forem as técnicas empregadas, o de dizer o que estava articulado silenciosamente no texto primeiro” p. 25.&amp;nbsp; (rarefação do discurso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Outro controle do discurso que está ligado às condições de seu funcionamento:&lt;/b&gt; “de impor aos indivíduos que os pronunciam certo número de regras e assim de não permitir que todo mundo tenha acesso a eles... ninguém entrará na ordem do discurso se não satisfizer a certas exigências ou se não for, de início, qualificado para faze-lo”. P. 37 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“o ritual define a qualificação que devem possuir os indivíduos que falam”. P. 39.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: yellow; background-image: initial; background-origin: initial;"&gt;“Os discursos devem ser tratados como práticas descontínuas,&lt;/span&gt; que se cruzam por vezes, mas também se ignoram ou se excluem”p. 52&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Descontínuo: “trata-se de cortes que rompem o instante e dispersam o sujeito em uma pluralidade de posições e de funções possíveis”. P. 58&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;“A análise do discurso, assim entendida, não desvenda a universalidade de um sentido; ela mostra à luz do dia o jogo da rarefação imposta, com um poder fundamental de afirmação”. P. 70.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por: Eduardo Carneiro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-7941986264735640192?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/7941986264735640192/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=7941986264735640192' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/7941986264735640192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/7941986264735640192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/resumo-ordem-do-discurso-michel.html' title='RESUMO DO LIVRO: A Ordem do Discurso (Michel Foucault)'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-J4t23uU6VvQ/TacWYiUAMII/AAAAAAAAAAs/OQ0iqqIhkrI/s72-c/ORDEM+DO+DISCURSO.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-6270576767745190321</id><published>2011-11-24T07:02:00.000-08:00</published><updated>2011-11-27T07:12:05.279-08:00</updated><title type='text'>VISITEM O BLOG HISTORIAOFFINE</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FBLpy6UPEP4/TtJSjUsSZHI/AAAAAAAAApE/DTCTIQZGWk4/s1600/hist.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="82" src="http://4.bp.blogspot.com/-FBLpy6UPEP4/TtJSjUsSZHI/AAAAAAAAApE/DTCTIQZGWk4/s320/hist.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;&lt;a href="http://www.historiaoffline.com/"&gt;http://www.historiaoffline.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-6270576767745190321?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/6270576767745190321/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=6270576767745190321' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/6270576767745190321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/6270576767745190321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/visitem-o-blog-historia-offine.html' title='VISITEM O BLOG HISTORIAOFFINE'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FBLpy6UPEP4/TtJSjUsSZHI/AAAAAAAAApE/DTCTIQZGWk4/s72-c/hist.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-4897137167794855547</id><published>2011-11-23T16:18:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T13:49:10.592-08:00</updated><title type='text'>PARABÉNS!!! Mais de 200 mil visitas em menos de 3 anos.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WLRT9xrTkCc/Ti7H309MtFI/AAAAAAAABIQ/9qkRfV87uXI/s400/parabens905823.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-WLRT9xrTkCc/Ti7H309MtFI/AAAAAAAABIQ/9qkRfV87uXI/s320/parabens905823.gif" width="278" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-4897137167794855547?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/4897137167794855547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=4897137167794855547' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4897137167794855547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4897137167794855547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/parabens-quase-200-mil-visitas-em-menos.html' title='PARABÉNS!!! Mais de 200 mil visitas em menos de 3 anos.'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-WLRT9xrTkCc/Ti7H309MtFI/AAAAAAAABIQ/9qkRfV87uXI/s72-c/parabens905823.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3183038875878231795</id><published>2011-11-18T08:29:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T08:29:20.737-08:00</updated><title type='text'>Conselhos no Acre: aparência democrática e imprudência na defesa do manejo</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; mso-outline-level: 3;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Movimento Anticapitalista Amazônico (MACA)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Dentre outras tantas coisas, a Carta do Acre teve o mérito de forçar a equipe do governo e seus partidários a se desdobrarem em respostas. Surgiram muitas, tão rasas quanto apologéticas. Entre elas, estava a moção conjunta do Conselho de Meio Ambiente, Ciência e Tecnologia (CEMACT), Conselho Florestal Estadual (CFE) e Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável (CDRFS), datada de 30 de setembro do corrente ano. Ali os conselhos se apresentam como “instâncias fundamentais na tomada de decisões e controle social [...] constituídos democraticamente por representantes da sociedade civil, das populações tradicionais, dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais”&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Na defesa do manejo, a moção afirma que ele é “hoje uma das atividades econômicas mais importantes do Estado do Acre, sendo que de acordo com dados recentes a atividade florestal representa mais de 20 % do Valor Bruto da Produção do Estado [...] Por isso, é importante lembrar que a situação da atividade florestal no Acre, anterior a esses dados, com mais de 90% da madeira sendo suprida pela atividade de desmatamento, muitas vezes também ilegal, com enormes impactos negativos ao meio ambiente e as populações residentes nas florestas”&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Diante disso, deitamos aqui algumas palavras 1) sobre a constituição do CEMACT e sua função na constituição da política ambiental; e 2) sobre os fundamentos da defesa do manejo contidos na referida moção. Esse é mais um texto do&amp;nbsp;&lt;b&gt;Dossiê Acre: a batalha das ideias&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Aqueles conselhos deveriam funcionar como instâncias de participação e controle social. Porém, na prática, seu funcionamento é bem outro. É forçoso dizer que todos os conselhos gestores no Acre não foram fruto da inclinação democrática do governo nem de demandas por mais participação social originadas na sociedade. Eles foram criados em razão da necessidade de se assegurar repasses financeiros para áreas setoriais, como a de meio ambiente.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Entre outras coisas, os conselhos serviam para assegurar recursos vindos do Programa Piloto para Proteção das Florestas Tropicais (PPG7) a fundo perdido, cuja liberação apenas se dava mediante a apresentação da ata de reunião dos conselhos dos estados amazônicos. Importa destacar que o PPG7 é o marco do padrão de apropriação dos bens naturais amazônicos e da ingerência estrangeira que se consolidam na era do chamado “capitalismo verde”.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Por outro lado, cumpre dizer que o CEMACT foi instituído desprezando o “princípio de paridade” aferido pela Assembleia Legislativa do Acre (ALEAC). O princípio da paridade dispõe da necessária equivalência entre órgãos estatais e representações diversas da “sociedade civil organizada”, propiciando o aprofundamento da participação e controle social. Isso mostra, no mínimo, a impropriedade da afirmativa segundo a qual os referidos conselhos são “instâncias fundamentais de tomada de decisão e controle social, constituído democraticamente”. Um rápido olhar sobre a Moção aqui em foco mostra que entre 70% e 80% dos que a assinam são vinculados ao poder estatal. Não é preciso muito gênio para saber no interesse de quem os conselhos e a moção falam.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Com razão, um pesquisador concluiu que, ao longo de sua existência, o CEMACT “tem atuado muito mais como um instituto ratificador das políticas públicas estaduais oficiais, e não efetivamente como um instrumento legítimo da participação social, na tomada de decisões políticas”. A participação aí observada é, no geral, orientada para a ratificação e homologação dos interesses governamentais em detrimento da expressão da vontade coletiva.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Sem embargo, pode-se afirmar que os referidos conselhos têm atualmente a função de legitimar, de dar roupagem democrática às políticas governamentais. E se eles fugirem a essa função? Nesse caso, deixam de representar, para o governo, o “espírito democrático”. Foi exatamente o que acabou de acontecer com o conselho gestor da Fundação Hospitalar do Acre (Fundacre). Ao denunciar as irregularidades e problemas ali presentes, o conselho foi desqualificado. O líder do governo na ALEAC, deputado estadual Moisés Diniz (PC do B), disse que o conselho fazia denúncias porque queria mexer com recursos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Na moção, a defesa do manejo se assenta em dois argumentos: 1) ele é rentável e 2)90% da madeira extraída das florestas locais não são mais tiradas de forma ilegal, como antes.&amp;nbsp;Quanto ao primeiro ponto não há dúvida. A prática do manejo é&amp;nbsp;altamente rentável. Mas para quantos? Para quem? Para a&amp;nbsp;&lt;i&gt;Laminados Triunfo&amp;nbsp;&lt;/i&gt;e outras poucas madeireiras, certamente.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Quanto ao segundo ponto, observamos que, embora a maior parte da madeira extraída das florestas locais não seja mais tirada de forma ilegal, a exploração continua e não são as populações locais urbana e rural do estado as beneficiárias do empreendimento. A agressão à floresta continua aumentando, mas agora de forma legalizada. Há algo de que possamos nos orgulhar?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Honestamente, a ideia de que a instituição do manejo salvaria a floresta ou é farsa ou é ingenuidade. Niro Higuchi, pesquisador do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa), afirma que qualquer avaliação do “manejo florestal sustentável” deveria passar pelo crivo da experiência.&amp;nbsp;O especialista ressalta que a experiência mais antiga na Amazônia em termos de manejo data de 30 anos, o que, tomando em conta a especificidade amazônica, nada significa. O manejo encontra-se, portanto, em “período experimental”, não podendo, por isso, ser tratado como verdade comprovada e absoluta.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A propósito, em 20/03/2007, ocorreu na Câmara Municipal de Rio Branco uma sessão solene com o intuito de discutir a Campanha da Fraternidade de 2007 da Igreja Católica cujo tema era&amp;nbsp;&lt;i&gt;Fraternidade na Amazônia&lt;/i&gt;. Entre os convidados para o evento, estavam o Bispo da Diocese de Rio Branco, Dom Joaquim Pertinez (personagem “apolítico” por convicção), e o Superintende do IBAMA do Acre, Anselmo Forneck. Poucos nas fileiras do governo como o Sr. Forneck conhecem os efeitos reais do manejo e, por isso mesmo, poucos como ele poderiam defendê-lo.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Quando indagado pelo vereador Luis Anute sobre o que ele achava do manejo, depois de muita relutância, o Bispo disse que era “uma falácia muito bonita e se reduz à destruição de nossa floresta”. E prosseguiu: “Eu costumo andar por essas reservas e vejo muitas vezes a incoerência, pois, [...] falando com o povo, eles (relatam) que são proibidos de derrubar uma árvore para construir sua casa”. “Eu vi o desastre no Seringal Oriente, no Rio Purus, em Manoel Urbano. O desastre lá é muito sério! Com todas as leis”, continuava o Bispo. “Lá tinha placa de todos os Ministérios possíveis, de todas as leis possíveis. Mas, em nome da lei fazer tudo isso, eu acho que não está muito certo. E, além do mais, essa madeira vai para bem longe daqui, para a China ou qualquer outro lugar do mundo”.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;E o que respondeu Anselmo Forneck? “E quanto ao manejo”, dizia ele usando de honestidade, “o manejo, eu sempre digo, é&amp;nbsp;&lt;b&gt;uma incógnita&lt;/b&gt;, ainda.&amp;nbsp;&lt;b&gt;É uma atividade econômica em curso há muito pouco tempo e eu acho que é muito prematuro&amp;nbsp;&lt;/b&gt;(sic)&lt;b&gt;&amp;nbsp;uma opinião fechada em relação a este assunto&lt;/b&gt;.” Com que base, então, apregoar a sustentabilidade do modelo? Como pode, com base numa incógnita, o governo acreano submeter à exploração até 6 milhões de hectares de nossas florestas? Foi com base numa incógnita que o governo brasileiro criou a Lei 11.284/2006 que vai permitir à indústria madeireira se apropriar e explorar até 50 milhões de hectares de “florestas públicas” na Amazônia?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Cônscios da importância e das fragilidades do bioma amazônico, não podemos reputar a política do manejo, na magnitude em que ela vem sendo implementada no Acre, senão como uma imprudência. Ou, para sermos mais exatos, seria melhor falar de irresponsabilidade sem tamanho?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 16.5pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;Estudos em que esse texto se fundamentou: “O Desafio da Participação Social na Política Ambiental:&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;um estudo sobre a atuação do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Acre”,“Concessões de Florestas Públicas na Amazônia”, “Conselhos Gestores e as “Reformas do Estado” no Acre: da não-participação à participação autoritária” e “A política de desenvolvimento da FPA e a “metáfora” do servo e os dois senhores”.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3183038875878231795?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3183038875878231795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3183038875878231795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3183038875878231795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3183038875878231795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/conselhos-no-acre-aparencia-democratica.html' title='Conselhos no Acre: aparência democrática e imprudência na defesa do manejo'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-4819038441973255499</id><published>2011-11-18T07:12:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T07:22:43.375-08:00</updated><title type='text'>Brasil: Por trás da imagem verde: a mercantilização da floresta e impactos sobre as comunidades locais no estado do Acre</title><content type='html'>&lt;div class="post-body entry-content" id="post-body-5786996159070087065" style="font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 1.4; position: relative; width: 662px;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;O Estado do Acre, na Amazônia brasileira, ficou conhecido no&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;mundo inteiro no final dos anos 1980 pela luta por justiça social&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;e ambiental de Chico Mendes. Nos últimos anos, o estado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;novamente ganhou destaque no Brasil e em âmbito&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;internacional, porém de uma forma bastante diferente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Trata-se da propaganda em torno de um modelo ´verde´ de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;desenvolvimento, puxado por um ´governo da floresta´,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;baseado no chamado ´manejo sustentável´ da mesma e na&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;venda de serviços ambientais. Conta-se hoje uma história&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;positiva e ´verde´ do Acre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;No entanto, alguns dados e fatos da realidade acreana&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;sobre sua política florestal apontam para uma outra história:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;(1) a da continuação da exploração madeireira da floresta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;e outras atividades produtivas empresariais; (2) a ´floresta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;em pé´, porém degradada pelo corte seletivo de madeiras&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;nobres, como uma nova fonte de lucro, ´vendendo-a´, também,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;através de ´serviços ambientais´ como o REDD+; (3)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;maiores dificuldades e mais restrições para os povos da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;floresta, em especial àqueles que lutam por liberdade e&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;autonomia na conservação da mata, da qual dependem&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;para continuar vivendo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Um primeiro dado importante é que entre 2003 e 2010,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;segundo o instituto federal responsável pela reforma&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;agrária, o INCRA, os pequenos proprietários no Acre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;tiveram sua ocupação do território reduzida de 27 para&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;17% das terras cadastradas. Em 2003, 19.200 famílias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;ocupavam 1.100.000 ha e em 2010, 23.500 famílias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;ocupavam 1.388.000 ha de terras. Ao mesmo tempo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;a concentração da terra aumentou (1). Em 2003, 444&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;proprietários controlavam 2,8 milhões de ha de terras;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;em 2010, 583 proprietários ocuparam 6,2 milhões de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;hectares de terras, o equivalente a 78,9% do total&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;das terras cadastradas nesse ano. Contribuiu para&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;esse processo de reconcentração a legalização de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;terras ocupadas ilegalmente por grandes proprietários,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;através do Programa ´Terra Legal´.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Outro dado relevante é o incentivo à exploração madeireira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;nas unidades de conservação de uso direto,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;principalmente para explorar madeira para exportação,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;um negócio no Acre que tem aumentado nos últimos anos,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;chegando a cerca de 1 milhão de m3 em 2010, um&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;incremento de 400% desde o início do “governo da floresta”.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Enquanto isso, em outros estados da Amazônia, a&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;exploração de madeira foi reduzida à metade. Tanto a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;atividade madeireira, quanto a criação extensiva de gado,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;que também teve um incremento colossal – o rebanho que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;em 1998 era de 800 mil cabeças, em 2010 ultrapassou&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;três milhões de cabeças – são atividades comprovadamente&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;destruidoras para a floresta. (2) Para piorar, um outro projeto&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;de grande impacto climático como a exploração de gás e&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;petróleo está entre os planos do governo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Em segundo lugar, a atividade madeireira em expansão,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;chamado de ´sustentável´, ameaça diretamente a sobrevivência&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;das populações locais. Um exemplo é a situação vivida pela&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;comunidade de São Bernardo. No seu território, coberta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;de mata, a empresa ´Laminadas Triunfo´ executa os ´planos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;de manejo florestal sustentável´ associada às fazendas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Ranchão I e II. A base legal para a exploração madeireira&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;neste seringal seria uma ata que as famílias tiveram que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;assinar no Ministério Público Estadual pela qual concordam&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;com o manejo ´sustentável´ da empresa. Ao mesmo tempo,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;estão sendo pressionadas para sair. Algumas famílias&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;acabaram saindo, mas outras não querem sair porque&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;sabem que a vida na cidade não oferece nenhuma&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;perspectiva, ao contrário, significa desemprego e miséria.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;As famílias que resistem na área, onde moram há muitos anos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;denunciam a degradação dos corpos hídricos (igarapés) na região,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;o afastamento da caça, a destruição da floresta e de estradas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;pela contínua retirada de madeira pela ´Laminadas Triunfo´,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;uma empresa que tem até o selo verde do FSC, obtido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;para outras áreas de ´manejo sustentável´.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Enquanto famílias costumam ter hoje áreas de floresta de&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;até 800 hectares para atividades, como a seringueira,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;a empresa oferece em troca áreas com apenas 75 hectares&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;por família em lugares distantes e degradadas pela expansão&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;da pecuária extensiva de corte. A luta dessas famílias é para&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;implantar uma reserva extrativista com autonomia para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;que elas conservem a floresta e possam manter e fortalecer&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;seu modo de vida, sem se basear na exploração da madeira.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;O processo para criar a reserva está em andamento desde&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;2005, porém lentamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Outro elemento importante de registrar é a experiência do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;governo de estado com um projeto de venda de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;serviço ambiental que está sendo implementado, chamado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;´Fogo Zero´. Em troca de R$ 100 (US$ 60) mensais, as&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;famílias de seringueiras não podem mais fazer fogo, nem&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;mesmo manter o costume do fogo controlado para fazer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;suas roças de subsistência que garantem sua segurança&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;alimentar e são essenciais para a soberania alimentar.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;Trata-se de uma violação grave ao direito à alimentação&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;dessas populações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;O ´Fogo Zero´ parece ser apenas um primeiro ensaio,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;se depender da Lei 2.308, aprovada em 2010 na&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Assembleia Legislativa do Acre, que cria o Sistema&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Estadual de Incentivos a Serviços Ambientais, desde o&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;carbono até mesmo à chamada ´sociobiodiversidade´.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;A partir do argumento de que proteção só se faz dando&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;valor à natureza, o risco real a partir deste tipo de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;legislação é que o mercado nacional, mas sobretudo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;internacional, comece a se apropriar e controlar o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;território acreano com o aval do governo estadual&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;que se responsabiliza por todo um sistema de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;regulação, registro, validação, medição e controle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;de supostos serviços gerados, absorvendo&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;parte significativa do dinheiro que será arrecadado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Trata-se de uma mercantilização detalhada da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;natureza, com linguagem e práticas apenas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;acessíveis para um grupo seleto (ONGs&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;ambientalistas internacionais ´de mercado´, consultores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;e empresas), mas inacessíveis para a população em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;geral, em especial para os povos da floresta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Para discutir esses assuntos todos, foram organizadas em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Rio Branco, capital do Acre, entre 3 e 7 de Outubro de 2011,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;visitas de campo e um encontro chamado “Serviços&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Ambientais, REDD e Fundos Verdes do BNDES:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Salvação da Amazônia ou Armadilha do Capitalismo Verde?”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;O encontro resultou numa carta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;(leia em http://www.wrm.org.uy/temas/REDD/Carta_do_Acre.html)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;A carta afirma, entre outros pontos, que “Os destruidores seriam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;agora os grandes defensores da natureza. E aqueles que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;historicamente garantiram a conservação natural são, agora,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;encarados como predadores e por isso mesmo são&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;criminalizados. Não surpreende, portanto, que&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;recentemente o Estado tenha tornado mais ostensiva&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;a repressão, a perseguição e até expulsão das populações&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;locais de seus territórios.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Afirma que “No Seringal São Bernardo, pudemos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;constatar que o atendimento dos interesses das&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;madeireiras se faz em detrimento dos interesses das&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;populações locais e da conservação da natureza”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Sobre programas como o `fogo zero´, a carta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;afirma que “Tais populações até podem permanecer&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;na terra, mas já não podem utilizá-la segundo seu&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;modo de vida. Sua sobrevivência não seria mais&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;garantida pelo roçado de subsistência - convertido&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;em ameaça ao bom funcionamento do clima do&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;planeta -, mas por “bolsas verdes”, que, além de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;insuficientes, são pagas para a manutenção da civilização&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;do petróleo.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Sobre a Lei de serviços ambientais, acima mencionada, a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;carta afirma que “gera 'ativos ambientais‘ para negociar os&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;bens naturais no mercado de 'serviços ambientais', como o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;mercado de carbono”, e que “Pela lei, a beleza natural, a&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;polinização de insetos, a regulação de chuvas, a cultura,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;os valores espirituais, os saberes tradicionais, a água,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;plantas e até o próprio imaginário popular, tudo passa a ser&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;mercadoria.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;“Possibilitando a compra do ‘direito de poluir', mecanismos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;como o REDD forçam as denominadas ‘populações&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;tradicionais' (ribeirinhos, indígenas, quilombolas, quebradeiras&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;de coco, seringueiros etc.) a renunciarem a autonomia na gestão de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;seus territórios.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;A carta também denuncia um acordo de negócios de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;carbono, envolvendo o estado da Califórnia nos EUA, que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;compraria créditos de carbono; e Chiapas, no México,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;e o estado do Acre no Brasil, que forneceriam esses créditos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;sendo que a região de Amador Hernandéz já enfrenta&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;um projeto REDD+ resultante dessa ´parceria´&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;(veja www.wrm.org.uy/bulletin/165/Mexico.html): “Cientes dos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;riscos que tais projetos trazem, rechaçamos o acordo de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;REDD entre Califórnia, Chiapas, Acre que já tem causado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;sérios problemas a comunidades indígenas e tradicionais,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;como na região de Amador Hernández, em Chiapas, México.”&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Enquanto isso, comunidades em Califórnia continuam&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;enfrentando os impactos sobre sua saúde para que empresas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;poluidoras na Califórnia possam continuar poluindo em&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;troca da compra de créditos de carbono do projeto do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;México e futuramente do Acre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Por último, as organizações declaram que “deixamos&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;aqui nossa reivindicação pelo atendimento das seguintes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;demandas: reforma agrária, homologação de terras indígenas,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;investimentos em agroecologia e economia solidária, autonomia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;de gestão dos territórios, saúde e educação para todos,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;democratização dos meios de comunicação. Em defesa da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Amazônia, da vida, da integridade dos povos e de seus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;territórios e contra o REDD e a mercantilização da natureza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Estamos em luta.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Winfridus Overbeek, WRM, correo electrónico: winnie@wrm.org.uy&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;(1) Mais informações em http://www.mst.org.br/Gerson-Teixeira-&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;agravamento-da-concentracao-das-terras&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;(2) Os dados sobre exploração de madeira e incremento do rebanho foram fornecidos pelo Núcleo de Pesquisa Estado Sociedade e Desenvolvimento na Amazônia Ocidental- UFAC (Universidade Federal do Acre)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Fonte: Boletim mensual do Movimento Mundial pelas Florestas (WRM)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Número 172 - Novembre 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Editor en jefe: Winfridus Overbeek&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Redactora responsable: Raquel Núñez Mutter&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Apoyo editorial: Elizabeth Díaz, Flavio Pazos, Teresa Perez&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Secretaria Internacional del WRM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Maldonado 1858 - 11200 Montevideo - Uruguay&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;tel: 598 2413 2989 / fax: 598 2410 0985&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;wrm@wrm.org.uy - http://www.wrm.org.uy&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-4819038441973255499?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/4819038441973255499/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=4819038441973255499' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4819038441973255499'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/4819038441973255499'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/brasil-por-tras-da-imagem-verde.html' title='Brasil: Por trás da imagem verde: a mercantilização da floresta e impactos sobre as comunidades locais no estado do Acre'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-2631052065140180906</id><published>2011-11-18T07:06:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T07:06:49.150-08:00</updated><title type='text'>CARTA DO I SEMINARIO DE FORMAÇÃO “PROJETOS DESENVOLVIMENTISTAS: IMPACTOS NA REGIÃO DO JURUÁ”</title><content type='html'>&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 16px; line-height: 24px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Nós Povos Indígenas ao longo do processo de contato com a sociedade temos sido pacíficos, propositivos, inclusivos, e contribuidores determinadamente não só com a diversidade cultural, mas também econômico, social e em especial para&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;o desenvolvimento humano e na defesa da floresta, da fauna e da flora.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Como prova desse conjunto de ações estão as iniciativas sobre temas indígenas em diferentes instâncias governamentais e da sociedade em níveis comunitários, municipais, estaduais, nacional e internacional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Porém, essas ações não tem contribuído ao que se espera para o exercício de nossos valores, princípios e sistemas de cada povo indígena, visto que a pressão da aculturação tem efeito devastador. Somado a isso, os sistemas previdenciários e os interesses políticos vigentes nos conduzem a um abismo sem retorno e, &lt;b&gt;a nossa inclusão à “cidadania” é baseada em "assistencialismos" e dominação.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&amp;nbsp;Como diversas situações enfrentadas por várias comunidades em diferentes ocasiões, neste caso específico sobre os Projetos Desenvolvimentistas que impactam as comunidades indigenas e não-indigenas do vale Juruá, na continuação destacamos alguns pontos para ilustração do enunciado:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;b&gt;Aos projetos do PAC: Programa de Aceleração do Crescimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- A ligação da BR 364 entre Cruzeiro do Sul,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Rio Branco e ao resto do país;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- A efetivação da ação de construção da estrada que ligará Cruzeiro do Sul a Pucallpa (Perú);&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- Implantação da Fabrica de Compensado, com o uso de manejo da floresta;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- Implantação de assentamentos em tornos das terras indigenas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- O descumprimento da convenção 169 OIT (Art. 06) como exemplo REDD, Projeto IIRSA (já em processo final), Código Florestal, entre outros programas e projetos que envolvem comunidades e povos indigenas;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;- Projetos de prospecção de petróleo envolvendo impactos nas terras indígenas e sem jamais haver qualquer consulta ou esclarecimento às comunidades;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;O problema é que as instituições executoras destas ações, além de desrespeitarem nossos direitos, ainda nos discriminam e resulta que não temos nenhuma prioridade nos grandes projetos e programas, embora, temos sido incansáveis em busca de dialogar, orientar, incentivar, planejar, nossas propostas não são acatadas e nossas comunidades ficam cada vez mais desassistidas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Outro fator agravante e preocupante é o fato de que os recursos destinados para as ações dos povos e comunidades indigenas &lt;b&gt;vem servindo para atender interesses corporativos inclusive para dividir os povos indígenas com cooptação, manipulação e favorecimentos para determinados “representantes” indígenas.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Situação essa que chegou ao extremo e nós somos obrigados a buscar alternativas com o propósito de salvar o que nos resta em nossas comunidades e não podemos mais tolerar, tamanhos absurdos, sofrimento, descaso, negligência, desrespeito, abusos de poder, entre outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Neste sentido nós, &lt;b&gt;Povos indígenas do Vale do Juruá&lt;/b&gt;, região Pluriétnica onde vivem 10 povos, falando distintas línguas entre si, com uma população de aproximadamente 9.540 indígenas, ocupando 16 Terras Indígenas, nem todas demarcadas, e com todos os processos de demarcação paralisados, reunidos na cidade de Cruzeiro do Sul - Acre, de 15 a 17 de Novembro de 2011, para discutir o tema &lt;b&gt;“Projetos Desenvolvimentistas e seus impactos na Região do Juruá”&lt;/b&gt;, e na busca de nosso “Bem Viver”, apoiados pelo conselho indigenista missionário (CIMI), declaramos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;1-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Que nossas florestas têm se mantido preservadas graças a “Deus” e aos nossos conhecimentos milenares;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;2-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Como representantes indígenas somos importantes no processo da discussão sobre o acesso à construção dos planos de desenvolvimento da nossa região com propriedade de conhecimento da biodiversidade e dos conhecimentos tradicionais, porque, nossas terras e territórios também contêm a maior parte da diversidade biológica no Estado, e que têm um grande valor social, cultural, espiritual e econômico.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;3 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Como povos indígenas tradicionais que habitam diversas Terras Indígenas têm conhecimento sobre o uso sustentável destas nossas riquezas naturais, principalmente da medicina e rituais tradicionais. Estes conhecimentos são coletivos e, não se separam de nossas identidades, leis, instituições, sistemas de valores e da nossa visão cosmológica como povos indígenas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;4 –&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Por isso mesmo&lt;b&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;exigimos do Governo brasileiro e do Estado do Acre que abracem e considerem nossas reivindicações para que nossos povos e comunidades possam participar das discussões de políticas publicas no que diz respeito aos recursos naturais dentro de nossas terras;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;5 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Exigimos dos Órgãos dos Governos Municipais, Estadual e Federal Brasileiro e Internacional, o cumprimento dos artigos 231 e 232 da Constituição Feral, da Convenção 169 OIT e da Declaração das Nações Unidas Sobre os Direitos dos Povos Indigenas, que garantam o direito de participação e consulta discutindo amplamente com as comunidades e organizações indígenas representativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;6-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Nós expressamos firmemente aos Órgãos competentes e aos organismos internacionais nosso direito à participação plena nos espaços de decisões nacionais e internacionais sobre o desenvolvimento do nosso país, respeitando o valor da vida dos nossos povos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;7 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Exigimos a criação de um fundo financiador, que tenha como objetivo subsidiar as atividades dos povos indigenas no processo demarcatório de suas terras;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;8 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Exigimos que seja garantido recurso para a realização do II Seminário de formação “Sobre Projetos Desenvolvimentistas e seus impactos na Região do Juruá”;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;9 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Exigimos a atenção e o respeito para com a “Comissão” criada para o acompanhamento dos processos de discussão e planejamento dos projetos e programas desenvolvimentistas na região do Juruá;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;10 -&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Propomos que se adote um sistema alternativo, um instrumento Nacional de intervenção jurídica para o acompanhamento das comunidades do vale do Juruá impactadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Neste encontro estão reunidos membros das comunidades indígenas com fortes tradições, bem como, líderes experientes para formular estas recomendações, exigências e as propostas em anexos com o objetivo de efetivar o&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Bem Viver&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;entre os povos indígenas e sociedade envolvente.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Preocupados com os avanços de interesses econômicos nas atividades de desenvolvimento (PAC) entre outros projetos e programas em nossa região e, com o futuro do conhecimento tradicional do nosso povo para os nossos filhos e dos nossos netos, que reafirmamos aos governos competentes que firmemente reconhecemos que somos detentores de direitos e não simplesmente interessados. Por esta razão temos certeza de que as nossas recomendações, exigências e proposições serão acatadas para o Bem Viver dos nossos povos existentes atuais e futuros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Cruzeiro do Sul – AC, 17 de Novembro de 2011.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Atenciosamente,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: #fff9ee; background-image: initial; background-origin: initial; font-family: Arial, Tahoma, Helvetica, FreeSans, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22px; margin-bottom: 0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #222222; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 24px;"&gt;Povos indígenas e participantes do&amp;nbsp;&lt;span&gt;I Seminário de Formação, sobre projetos desenvolvimentistas e seus impactos na Região do Juruá.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-2631052065140180906?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/2631052065140180906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=2631052065140180906' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2631052065140180906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2631052065140180906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/carta-do-i-seminario-de-formacao.html' title='CARTA DO I SEMINARIO DE FORMAÇÃO “PROJETOS DESENVOLVIMENTISTAS: IMPACTOS NA REGIÃO DO JURUÁ”'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-2454390197275676166</id><published>2011-11-12T13:01:00.000-08:00</published><updated>2011-11-12T13:01:28.900-08:00</updated><title type='text'>BLOG - SUPER HISTÓRIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/-9SBivmdzkEY/TrCACZzMKxI/AAAAAAAABUI/L5o27xPZr6Q/s400/SH+7.jpg" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://historiaufmt.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;Click AQUI!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-2454390197275676166?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/2454390197275676166/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=2454390197275676166' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2454390197275676166'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/2454390197275676166'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/blog-super-historia.html' title='BLOG - SUPER HISTÓRIA'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-9SBivmdzkEY/TrCACZzMKxI/AAAAAAAABUI/L5o27xPZr6Q/s72-c/SH+7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-1657270498011371359</id><published>2011-11-12T11:27:00.000-08:00</published><updated>2011-11-18T06:54:40.147-08:00</updated><title type='text'>Opulência do clero contemporâneo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Hoje muitas são as igrejas evangélicas que retornam aos erros da Igreja Católica Medieval e incentivam a opulência. Dizem que ser cristão é ser próspero. É possível que isso seja uma forma de justificar o fato de que o próprio clero (grupo de líderes pastores) são os mais ricos da igreja. Se ser próspero é ser cristão, nada mais justificável que os pastores sejam os mais ricos de todos, já que são os mais espirituais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;INDULGÊNCIA&amp;nbsp;= sim, só que hoje ela é disfarçada, não é comprada para perdão dos pecados, mas para obtenção de prosperidade. A UNÇÃO DA PROSPERIDADE ou a OFERTA DE PROPÓSITO....kkkkk....&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É o fim dos tempos!!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-1657270498011371359?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/1657270498011371359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=1657270498011371359' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1657270498011371359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/1657270498011371359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/opulencia-do-clero-contenporaneo.html' title='Opulência do clero contemporâneo'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-3128663091793200934</id><published>2011-11-12T11:17:00.000-08:00</published><updated>2011-11-12T11:18:17.468-08:00</updated><title type='text'>SITE - HISTÓRIA DIGITAL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;img border="0" height="43" src="http://2.bp.blogspot.com/-W_vA1Z_dNgQ/TfpiQYDlu1I/AAAAAAAAEdM/P2HZn4kM1pM/s400/NovoLogo-HistoriaDigital.png" width="400" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.historiadigital.org/"&gt;CLIK AQUI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-3128663091793200934?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/3128663091793200934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=3128663091793200934' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3128663091793200934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/3128663091793200934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/site-historia-digital.html' title='SITE - HISTÓRIA DIGITAL'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-W_vA1Z_dNgQ/TfpiQYDlu1I/AAAAAAAAEdM/P2HZn4kM1pM/s72-c/NovoLogo-HistoriaDigital.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-8509708702293875526</id><published>2011-11-03T13:19:00.000-07:00</published><updated>2011-11-03T13:20:37.631-07:00</updated><title type='text'>Curso sobre "Michel Foucault: discurso, poder e identidades". INSCREVAM-SE!!!!!!!!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-QYI0C09FyLA/TrL3D--3C6I/AAAAAAAAAm4/Zp07cFk7u9Q/s1600/foucault.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="283" src="http://4.bp.blogspot.com/-QYI0C09FyLA/TrL3D--3C6I/AAAAAAAAAm4/Zp07cFk7u9Q/s400/foucault.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.simposioufac.com/#!minicursos-e-oficinas/vstc2=minicurso-9---vagas-abertas"&gt;INSCRIÇÃO AQUI&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1762451248989871302-8509708702293875526?l=eduardoeginacarli.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/feeds/8509708702293875526/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1762451248989871302&amp;postID=8509708702293875526' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8509708702293875526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1762451248989871302/posts/default/8509708702293875526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://eduardoeginacarli.blogspot.com/2011/11/curso-sobre-michel-foucault-discurso.html' title='Curso sobre &quot;Michel Foucault: discurso, poder e identidades&quot;. INSCREVAM-SE!!!!!!!!'/><author><name>Eduardo Carneiro &amp;amp; Egina Carli</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10064336469202802857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://3.bp.blogspot.com/-Eq373kV4yHA/TjxYPdvjGnI/AAAAAAAAAk0/XgHuUphNGzE/s220/essa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-QYI0C09FyLA/TrL3D--3C6I/AAAAAAAAAm4/Zp07cFk7u9Q/s72-c/foucault.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1762451248989871302.post-2663650001694600339</id><published>2011-11-03T09:31:00.001-07:00</published><updated>2011-11-03T09:45:24.562-07:00</updated><title type='text'>Movimento Anticapitalista Amazônico defende o direito ao debate político no Acre</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 9.0pt; mso-outline-level: 3; text-indent: 35.25pt;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_N8AYpMrTIvk/S_v4k7z4t0I/AAAAAAAABqI/7MD1D6AnrsA/s400/ANTICAPITALISMO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/_N8AYpMrTIvk/S_v4k7z4t0I/AAAAAAAABqI/7MD1D6AnrsA/s400/ANTICAPITALISMO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;Bons ventos sopram nas paragens acreanas. A crítica volta a extrapolar os muros da universidade, inspirando novos sujeitos para a luta e alimentando aqueles que nunca a abandonaram. Com a proposta de contribuir para o entendimento da realidade local, a fim de nela intervir, o Movimento Anticapitalista Amazônico (MACA) coloca em marcha o projeto&lt;i&gt;Dossiê Acre: a batalha das idéias&lt;/i&gt;. Trata-se de um projeto de estudo, pesquisa e militância. O objetivo é, a partir de uma perspectiva crítica, fazer uma releitura política da recente história acreana, sem se restringir às fronteiras estaduais e ao momento presente. Neste sentido, serão abordados diversos temas, como urbanismo, questão agrária, indígena, políticas públicas para educação e saúde, sindicatos, partidos, movimentos sociais, ambientalismo, a atuação do imperialismo na atualidade, luta de classes, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Este trabalho inicia com artigos, alguns já publicados, que serão disponibilizados inicialmente na internet (insurgentecoletivo.blogspot.com). O primeiro texto a ser anunciado oficialmente como integrante do&amp;nbsp;&lt;i&gt;Dossiê Acre&lt;/i&gt;&amp;nbsp;é o que segue abaixo. Trata-se de uma análise-resposta elaborada contra as ofensivas à&amp;nbsp;&lt;a href="http://insurgentecoletivo.blogspot.com/2011/10/uma-nova-etapa-na-historia-das-lutas.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; text-decoration: none;"&gt;Carta do Acre&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Em relação ao MACA, informamos que não possui um site, embora isto cause inquietação a certas organizações. O movimento pretende se fazer conhecer pela pertinência de suas idéias, que devem ser julgadas por si próprias. Não se trata de uma ONG, mas de um movimento político “à moda antiga”, que não é patrocinado por ninguém, pautando-se antes pela liberdade de crítica.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 18pt;"&gt;Cartas marcadas: o triunfo da apologia&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Você deve estampar sempre um ar de alegria&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;e dizer: tudo tem melhorado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Você deve rezar pelo bem do patrão&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;e esquecer que está desempregado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Você deve aprender a baixar a cabeça&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;E dizer sempre: "Muito obrigado"&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;São palavras que ainda te deixam dizer&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Por ser homem bem disciplinado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Deve pois só fazer pelo bem da Nação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Tudo aquilo que for ordenado&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;(...)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial; color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;Música&amp;nbsp;&lt;i&gt;Comportamento geral&lt;/i&gt;, de Gonzaguinha.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;A crise veio bater às portas do governo do estado do Acre e o falso cenário do “desenvolvimento sustentável” começou a ruir. Nos últimos meses, os estrategistas da propaganda da “florestania” viram os moradores da Floresta Estadual do Antimary, vitrine do manejo madeireiro, demonstrar a verdadeira face da exploração “sustentável” e “socialmente justa” dos “serviços florestais”. Leram a&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.wrm.org.uy/temas/REDD/Carta_do_Acre.html" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; text-decoration: none;"&gt;Carta do Acre&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;contra o REDD e a mercantilização da natureza, contundente crítica elaborada por organizações brasileiras (incluindo acreanas) e internacionais à política de desenvolvimento do governo estadual, e se sentiram injuriados.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Como esperado, os espadachins foram convocados para elaborar a defesa do “governo da floresta e do povo do Acre”.&amp;nbsp;Surgiram pelo menos quatro respostas, subscritas por diversas entidades&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=1762451248989871302&amp;amp;postID=2663650001694600339&amp;amp;from=pencil" name="_ftnref1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Vicente/Desktop/carta%20sugest%C3%B5es%20Marcus.docx#_ftn1" title=""&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; text-decoration: none;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Uma leitura atenta demonstra que as réplicas não passam de uma apologia descarada e vulgar, de caráter meramente propagandístico, do atual modelo político-econômico acreano.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Os signatários não tiveram sequer a preocupação de tentar transmitir uma imagem de autonomia de suas organizações diante do aparelho estatal. Além disso, algumas das cartas apelam a um ridículo e desprezível chauvinismo, desqualificando a crítica a partir de uma pretensa desautorização dos que falam (“os de fora do Acre”), desnorteando o debate e fazendo transparecer certo desespero da cúpula do poder local.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Como ponto principal dos referidos documentos, destaca-se a&amp;nbsp;&lt;b&gt;defesa do manejo madeireiro&lt;/b&gt;, com a afirmação de que esta é uma política “elaborada, aprovada e implantada” por entidades da sociedade civil acreana em parceria com o governo do Estado e atores privados. Estaríamos diante de uma situação em que os conflitos de classe foram superados em nome da realização de um superior “bem comum”?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Trabalhadores, sindicalistas, indígenas, governantes e empresários unidos em torno da mesma causa, benefícios partilhados de forma igualitária. Tudo isso associado à derrubada de árvores como forma de garantir a preservação da floresta. Nesse modelo ninguém perde. Do seringueiro ao dono da madeireira, todos somos favorecidos&lt;b&gt;.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;Não é bom demais para ser verdade?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Aos apologistas do&amp;nbsp;&lt;b&gt;capitalismo verde&lt;/b&gt;&amp;nbsp;gostaríamos de lembrar que a sociedade civil, longe de ser um bloco único e homogêneo, é constituída por camadas sociais com interesses e funções distintas, inclusive antagônicas. Como é evidente para qualquer pessoa que se proponha a observar a realidade, agricultores familiares e extrativistas não possuem as mesmas condições que os integrantes da Federação das Indústrias (FIEAC), por exemplo, para influenciar a elaboração de políticas públicas, especialmente aquelas que envolvem grandes interesses econômicos. E isto, infelizmente, não vale apenas para o estado do Acre. É o reflexo de um sistema dividido em classes.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;No panegírico elaborado pelos sindicatos dos trabalhadores – tão confortavelmente próximos das organizações patronais na defesa do manejo – identifica-se a crítica do modelo de “desenvolvimento sustentável”&amp;nbsp;à defesa da devastação da floresta.&amp;nbsp;Como se não existissem alternativas ao atual projeto em curso na Amazônia! Na tentativa de obscurecer o debate, o manifesto dos sindicalistas associa a Carta do Acre à “politicagem” da direita acreana, ao&amp;nbsp;&lt;i&gt;“jogo de interesses característicos de uma política rasteira”&lt;/i&gt;&amp;nbsp;ligado aos “&lt;i&gt;maus políticos que o povo tirou do poder”.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;Fazendo jus à melhor tradição do peleguismo, os indignados sindicalistas assumem os interesses do governo como se fossem os mesmos dos trabalhadores que deveriam representar. E, em desfavor do exercício democrático da crítica, pregam o silêncio como demonstração de amor ao Acre, trazendo tristes lembranças do tempo em que a ditadura militar sentenciava: Brasil, ame-o ou deixe-o!&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;O reconhecimento de qualquer mérito do governo da Frente Popular não nos impede de apontar problemas. É verdade que não vemos mais ratos roendo pacientes pelos corredores dos hospitais acreanos, como afirmam os sindicalistas. Mas, por acaso, devemos nos contentar com isso? Qualquer um que conheça a estrutura de saúde no estado percebe sua precariedade. Não importa quanto se gaste em propaganda, a população sabe, pela experiência, que a saúde por aqui não é de “primeiro mundo”, como prometido pelo governo.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;E sobre a educação? A acreditar na propaganda oficial, endossada pelos sindicatos, este tema também está acima de qualquer crítica. Mas o que dizer do grande número de professores com contrato temporário, sem benefícios sociais mínimos, e que a cada final de ano vivem uma incômoda situação de insegurança em relação ao seu futuro? Se formos utilizar como válidos os critérios de avaliação de desempenho escolar defendidos pelo governo nacional, que dizer dos resultados obtidos pelas escolas acreanas no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM)? Entre os 27 estados da federação, o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.estadao.com.br/especiais/abismos-de-desempenho-no-enem-2010,147878.htm" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;Acre ocupa a 24° posição&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;. Assim, perguntamos àqueles que não gostam das críticas: sem denunciar esses problemas, como superá-los? Não podemos, afinal, cobrar nada do poder público? Temos direitos ou devemos apenas esperar por favores?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Outra carta-resposta, a moção dos Conselhos, destaca o “expressivo crescimento econômico” que estaria sendo experimentado no Acre através das políticas de manejo florestal. Sem dúvida, nunca se explorou tanta madeira nestas terras, como nos lembram os caminhões que circulam diariamente transportando árvores centenárias. Madeira muito valorizada no mercado internacional, especialmente quando recebe a “certificação verde” do selo FSC.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Como era de se esperar, o manejo e a credibilidade do selo verde foram defendidos em&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://cmamazonia.opendrive.com/files?NV83MTg0XzFMVENj." target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;manifestação pública do IMAFLORA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;, organização que realiza esta certificação madeireira no estado. Contudo, sabemos que o selo FSC recebe inúmeras críticas ao redor do mundo por servir como “fachada verde” a indústrias que operam causando os mais diversos danos ambientais e sociais. Essas denúncias são bem documentadas e divulgadas internacionalmente por distintas organizações, incluindo algumas das que subscreveram a Carta do Acre contra o REDD e a&amp;nbsp;mercantilização da natureza&lt;/span&gt;&lt;a href="file:///C:/Users/Vicente/Desktop/carta%20sugest%C3%B5es%20Marcus.docx#_ftn1" title=""&gt;&lt;span style="color: #6fa8dc; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt; text-decoration: none;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Mais do que uma decisão da população acreana, o manejo madeireiro e a venda de “serviços ambientais” são a “alternativa” apresentada pelo capital ao desenvolvimento da região. O governo endossa essa via, apresentando-a como uma “vocação” econômica, atribuindo um sentido quase religioso a relações bem terrenas. Não se abre espaço para discussão dos evidentes impactos sociais e ambientais causados pelo manejo, seja nas áreas licenciadas para esta atividade, seja em seu entorno florestal, tais como: a restrição de acesso das comunidades florestais às áreas tradicionais de uso agora sob concessão para manejo empresarial de madeira, o assoreamento de igarapés, a redução dos recursos naturais de uso comunitário, como a caça e espécies medicinais e madeireiras – consequência da infraestrutura de ramais implementada e da constante circulação de máquinas dentro da floresta –, os “benefícios financeiros” não repartidos com a população afetada, etc.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Outro “argumento” apresentado para justificação das políticas governamentais de “defesa das florestas”, materializadas através de atividades econômicas como o manejo madeireiro e a venda de “serviços ambientais”, é seu pretenso “reconhecimento internacional”. A carta divulgada pela Rede Acreana de Mulheres e Homens nos informa que “&lt;i&gt;grandes autoridades apóiam os mecanismos de preservação utilizados no Acre e acreditam no seu bom andamento&lt;/i&gt;”. Quem seriam estas “grandes autoridades”?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Será que devemos ficar felizes com a aprovação demonstrada pelo “exterminador do futuro” – nome apropriado – Arnold Schwarzenegger, ex-governador da Califórnia e principal “autoridade internacional” articuladora de mercados paralelos de carbono com governos da Amazônia? A defesa de qualquer política a partir da bênção conferida por “grandes autoridades” e do seu “reconhecimento internacional” nos parece simples demonstração de subserviência. Dito de outro modo, declara uma disposição de “servir de todo o coração ao imperialismo” e não ao povo do Acre, como afirma o&amp;nbsp;&lt;i&gt;slogan&lt;/i&gt;&amp;nbsp;governamental.&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black; font-family: Arial, sans-serif; font-size: 11.5pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;Com certeza, a legislação acreana a respeito dos “serviços ambientais”, uma novidade desconhecida pela população do estado, agrada a todos os promotores do mercado de carbono e de outras formas de mercantilização da natureza. Agências internacionais como a USAID e ONG's como&amp;n
